Questões de Concurso Público Prefeitura de Bela Vista de Minas - MG 2023 para Técnico de Enfermagem
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Saneamento básico é política de Estado
Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.
Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.
O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.
Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).
Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.
O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.
Saneamento básico é política de Estado
Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.
Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.
O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.
Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).
Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.
O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.
Saneamento básico é política de Estado
Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.
Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.
O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.
Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).
Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.
O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.
Saneamento básico é política de Estado
Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.
Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.
O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.
Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).
Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.
O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.
Saneamento básico é política de Estado
Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.
Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.
O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.
Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).
Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.
O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.
Assinale a opção que completa a sequência:

Marque a questão que contém as palavras em ordem correta que completa as afirmações acima.

A imagem acima refere-se as opções de configuração dos seguintes programas constantes no office 365. Marque a opção correta que determina quais os softwares possuem opções de configuração.
Os termos WWW – HTTPS – FTP estão relacionados com o uso da internet.
Marque a opção correta que corresponde aos termos.
Para se gerenciar pastas e documentos no Windows 10 que possui interfaceamento em nuvem, as pastas precisam ser criadas dentro da (____________), utilizando o gerenciador de (____________).
Marque a opção correta que contém as palavras que completam adequadamente a afirmação.
Em reunião do Conselho Municipal de Saúde, o presidente discute questões referentes às políticas de saúde municipais e a importância da participação popular. Para isso, iniciou sua fala trazendo alguns marcos históricos importantes para a construção do SUS. Ele falou das epidemias que assolavam a população no início do século XX, da criação do Instituto Oswaldo Cruz, da Revolta da Vacina, da Lei Eloy Chaves, do sucateamento do setor público, do abandono de programas de saneamento básico, da VIII Conferência Nacional de Saúde e, por fim, do marco inicial do SUS concomitante com a redemocratização do país.
Diante do que destacou o presidente do Conselho, assinale a alternativa correta sobre as Políticas de Saúde do Brasil.
A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) foi marcado por uma série de lutas, entraves e conquistas. Foi um período marcado pela rearticulação das forças políticas nacionais e de mobilização popular pela democratização da saúde, além do próprio regime político do país. Tendo como base a história das políticas públicas de saúde até a conquista do SUS, observe as afirmativas a seguir:
I. No Brasil Colônia existia um sistema de saúde estruturado por meio das Santas Casas de Misericórdia, onde a população procurava médicos de família, além de recorrer à curandeiros e interpretações mágico religiosas.
II. No Brasil Império foram criadas as primeiras faculdades de medicina no país, além da Junta Central de Higiene Pública que atuava no combate as pestes e coordenava atividades sanitárias, incluindo fiscalização e a Inspetoria de Saúde dos Portos.
III. Em 1904 foi instituída a vacinação obrigatória contra a varíola, o que foi aceita pela maioria da população, visto que foi amplamente discutido na sociedade, trazendo grandes melhorias para controle das epidemias vigentes na época.
IV. Desde 1988, a Constituição Federal instituiu a centralização da prestação de serviços de saúde, ou seja: a União passou a ser a única responsável, tornando as esferas de Estado e Municípios diretamente subordinadas a ela.
Está correto o que se afirma em:
A Reforma Sanitária Brasileira foi um importante movimento que envolveu profissionais e gestores de saúde, além de pesquisadores, políticos e sociedade. O movimento aconteceu no contexto da luta contra ditadura, referindo-se a um conjunto de ideias para transformações necessárias no setor da saúde.
Sobre os marcos da Reforma Sanitária, analise os itens abaixo:
I. A Reforma Sanitária culminou na VIII Conferência Nacional de Saúde.
II. A nomeação do médico Oswaldo Cruz foi essencial para o controle de doenças transmissíveis, como por exemplo a varíola.
III. A VIII Conferência Nacional de Saúde resultou no direito universal à saúde, presente na Constituição de 88.
IV. A chegada dos imigrantes europeus no país agravou a situação da saúde da população brasileira.
É correto o que afirma em: