Questões de Concurso Público Prefeitura de Ponta Grossa - PR 2026 para Arquiteto
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I. Os pilotis liberam o térreo da edificação, elevando o volume principal e possibilitando a continuidade do espaço público sob a construção.
II. O terraço-jardim proposto por Le Corbusier tem função exclusivamente estética, compensando a área verde suprimida pela implantação da edificação.
III. A planta livre é viabilizada pelo sistema estrutural em concreto armado, que transfere as cargas da laje para pilares independentes, liberando as vedações de função estrutural.
IV. A fachada livre decorre diretamente da planta livre, pois a fachada, desvinculada da estrutura, pode ser tratada de forma independente e contínua.
I. A Zona Bioclimática 8, caracterizada por clima quente e úmido, recomenda aberturas grandes e totalmente sombreadas, paredes e coberturas leves e refletoras, e ventilação cruzada permanente como estratégia passiva principal.
II. A transmitância térmica (U) elevada nas paredes é desejável em todas as zonas bioclimáticas brasileiras, pois favorece a troca de calor entre interior e exterior, mantendo a temperatura interna próxima à externa.
III. O atraso térmico representa o tempo que o calor leva para atravessar um elemento construtivo, sendo que paredes com maior inércia térmica apresentam maior atraso térmico e são recomendadas para zonas com grande amplitude térmica diária.
IV. Em regiões de clima frio (ZB1 e ZB2), a norma recomenda vedações externas com grande inércia térmica e aquecimento solar passivo, mas adverte que o condicionamento passivo será insuficiente nos períodos mais frios.
I. O dispositivo diferencial-residual (DR) de alta sensibilidade (30 mA) é exigido para proteção contrachoque elétrico em circuitos de tomadas em banheiros, cozinhas, áreas de serviço e locais molhados; DRs de 300 mA são aceitos somente para proteção contra incêndio, não para proteção de pessoas.
II. A queda de tensão máxima admitida pela NBR 5410 entre a origem da instalação e qualquer ponto de utilização é de 7% para instalações residenciais alimentadas diretamente pela concessionária em baixa tensão.
III. No esquema de aterramento TN-S, o condutor neutro (N) e o condutor de proteção (PE) são condutores separados em toda a extensão da instalação, sendo este o esquema que oferece maior segurança contra interferências eletromagnéticas.
IV. O Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) é utilizado para proteger a instalação contra sobretensões transitórias originadas por descargas atmosféricas ou manobras na rede elétrica, sendo comumente instalado nos quadros de distribuição.
A atualização da ABNT NBR 7199:2025 promoveu mudanças estruturais na classificação dos vidros de segurança na construção civil brasileira. Com base nessa norma, apenas o vidro _________ e o vidro _________ são reconhecidos como vidros de segurança para aplicações críticas, enquanto o vidro _________ foi excluído dessa categoria por gerar bordas cortantes em caso de ruptura. Adicionalmente, a norma passou a exigir vidro de segurança em todas as portas envidraçadas e nas áreas adjacentes a até _________ mm da borda da porta. Em ambientes especiais como locais destinados a crianças, idosos e práticas esportivas o vidro de segurança é obrigatório até _________ m de altura em relação ao piso.
I. Os jardins de chuva (rain gardens) são áreas rebaixadas em relação ao entorno que recebem, retêm e infiltram as águas de escoamento superficial de telhados, vias e pisos, reduzindo o volume e o pico de cheias urbanas.
II. O conceito de “teto verde” (green roof) ou cobertura vegetada é classificado como extensivo quando possui substrato de baixa espessura (até 15 cm), vegetação de baixa manutenção como plantas suculentas e gramíneas, e carga estrutural reduzida; e como intensivo quando possui substrato mais profundo, permitindo arbustos e pequenas árvores, mas exigindo maior carga estrutural e manutenção.
III. A arborização viária em projetos paisagísticos urbanos deve considerar exclusivamente o critério estético na escolha das espécies, priorizando a floração e a folhagem densa, sendo o porte da árvore irrelevante para a compatibilidade com a infraestrutura urbana existente.
IV. O coeficiente de permeabilidade do solo é um parâmetro irrelevante para o projeto de jardins de chuva e biovaletas, pois o dimensionamento dessas estruturas baseia-se exclusivamente na área de contribuição e no volume da chuva de projeto.
I. O detalhamento executivo pode ser desenvolvido em escala 1:1 para peças específicas como perfis de esquadrias, soleiras e rodapés, quando a escala reduzida não permitir a visualização adequada dos encaixes e fixações.
II. O caderno de encargos, especificação técnica que complementa os documentos do projeto executivo, tem função normativa interna à obra e define responsabilidades, especificações de materiais, procedimentos executivos e padrões de qualidade exigidos.
III. Em um detalhamento executivo completo, é dispensável a representação das instalações hidráulicas e elétricas quando estas estiverem contidas em projetos complementares de engenharia, bastando a indicação das prumadas na planta arquitetônica.
IV. A compatibilização de projetos, etapa fundamental que precede o detalhamento executivo definitivo, tem por objetivo detectar e solucionar interferências físicas e funcionais entre os projetos de arquitetura e os projetos complementares antes do início da obra.
1. Fecho Hídrico.
2. Subcoletor.
3. Coluna de Ventilação.
4. Caixa de Inspeção.
( ) Câmara visitável destinada a permitir a inspeção, desobstrução e limpeza das tubulações, devendo ser instalada nas mudanças de direção, de declividade e de diâmetro da rede horizontal de esgoto.
( ) Dispositivo que, pela retenção de uma coluna líquida, impede a passagem dos gases provenientes da rede de esgoto para o ambiente, devendo manter uma lâmina mínima de 50 mm.
( ) Tubulação de ventilação de maior diâmetro que percorre verticalmente a edificação, conectando os ramais de ventilação e os desemboques, com a finalidade de equilibrar a pressão no interior da rede de esgoto e evitar a perda do fecho hídrico dos aparelhos sanitários.
( ) Trecho horizontal ou levemente inclinado da rede de esgoto que recebe a contribuição de dois ou mais ramais ou de um tubo de queda, conduzindo os dejetos até o coletor predial ou público.
I. De acordo com a NBR 9077:2025, em edificações de escritórios (Grupo D) com saídas únicas e sem sistema de chuveiros automáticos, a distância máxima a ser percorrida de qualquer ponto da edificação até a saída ou uma área de refúgio protegida é de 30 metros.
II. Segundo os critérios de acessibilidade da NBR 9050:2020, em edifícios de uso público ou coletivo, a distância máxima de caminhada a partir de qualquer ponto da edificação até pelo menos um sanitário acessível deve ser de, no máximo, 50 metros.
III. Conforme as regras de caminhada segura da NBR 9050:2020, o comprimento máximo permitido para um corredor ou rota de fuga sem bolsões de retorno ou nichos de manobra (que permitam a rotação de 180° de uma cadeira de rodas) é de 15 metros.
IV. A NBR 5410:2008 (Instalações Elétricas) determina que o número mínimo de tomadas de uso geral (TUG) em salas residenciais deve ser calculado com base na distância linear da maior parede, prevendose uma tomada a cada 5 metros lineares de parede.
V. Na NBR 9077:2025, o comprimento máximo de um corredor que configure um “beco sem saída” (dead end) — ou seja, que permita o fluxo em apenas um sentido antes de alcançar uma rota de fuga bifurcada — é limitado a 10 metros para a maioria das ocupações comerciais e de serviços.