Questões de Concurso Público Prefeitura de Centenário do Sul - PR 2026 para Médico Pediatra

Foram encontradas 40 questões

Q3905014 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
No trecho: “No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz...”, a expressão em destaque estabelece uma relação de 
Alternativas
Q3905015 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
No primeiro parágrafo do texto, ao analisar a oração “O Brasil enfrenta uma nova onda de calor”, o sujeito é classificado gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3905016 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Considere o seguinte trecho: “Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças...”. As vírgulas que isolam a expressão “especialmente aquelas com saúde fragilizada” foram empregadas para  
Alternativas
Q3905017 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Analise as palavras retiradas do texto: países, frequência e médicas. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a justificativa correta para o acento gráfico de cada uma.  
Alternativas
Q3905018 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
No trecho “Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor...”, o verbo está flexionado no plural porque
Alternativas
Q3905019 Matemática
Uma colônia de bactérias cresce de acordo com a função exponencial
N(t) = 800 ⋅ 2t
em que N(t) representa o número de bactérias após t horas. Após quantas horas a quantidade de bactérias será igual ou superior a 6.400? 
Alternativas
Q3905020 Matemática
Um trabalho pode ser feito por 8 operários em 15 dias. Em quantos dias o mesmo trabalho será feito por 12 operários, mantendo o mesmo ritmo? 
Alternativas
Q3905021 Matemática

Um terreno tem o formato de um polígono retangular irregular, conforme descrito a seguir:


 A base maior mede 18 m;

 A base menor mede 10 m;

 Um dos lados oblíquos mede 7 m;

 O outro lado oblíquo mede 13 m;


Sabendo que os lados oblíquos ligam as extremidades das bases, qual é o perímetro total do terreno? 

Alternativas
Q3905022 Raciocínio Lógico
Uma comissão de 4 pessoas será formada a partir de 5 homens e 4 mulheres. A comissão deve conter exatamente 2 homens e 2 mulheres. De quantas maneiras diferentes essa comissão pode ser formada? 
Alternativas
Q3905023 Matemática
A função quadrática f(x) = x2 − 6x + 5 representa a altura de um objeto em função do tempo x, em segundos. Com base nessa função, determine os valores de x para os quais a função é igual a zero. 
Alternativas
Q3905024 Noções de Informática
Ao trabalhar com formatação de texto no Microsoft Word 365 (versão português), o usuário pode definir diferentes formas de alinhamento para organizar visualmente o conteúdo no documento. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente tipos de alinhamento oferecidos pelo Microsoft Word 365 (versão português).  
Alternativas
Q3905025 Noções de Informática
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
No Windows 10, os arquivos são organizados em uma estrutura de ________, na qual cada pasta pode conter ________. Essa organização facilita a _________ das informações e contribui para a _________ do sistema. 
Alternativas
Q3905026 Noções de Informática
Considere o seguinte cenário: Ana está organizando o controle de estoque dos produtos que vende em uma feira semanal. Para facilitar sua análise, ela registrou os valores em uma planilha do Microsoft Excel 365 (versão português), conforme a figura a seguir: 


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Microsoft Excel 365 (versão português)
A partir das informações apresentadas, analise as assertivas acerca dos cálculos que Ana pode utilizar para obter os valores nas células B6 e E6 e assinale a alternativa correta.
I. Para encontrar o menor valor das frutas, Ana pode utilizar a fórmula =MÍNIMO(B2:B5) na célula B6.
II. Para identificar o maior valor das carnes, Ana pode utilizar a fórmula =MÁXIMO(E2:E5) na célula E6.
III. Para calcular o menor valor das frutas, Ana também poderia usar =MENOR(B2:B5;1), obtendo o mesmo resultado da função MÍNIMO.
IV. Para calcular o maior valor das carnes, Ana poderia utilizar =MAIOR(E2:E5;1), obtendo o mesmo resultado da função MÁXIMO. 
Alternativas
Q3905027 Noções de Informática
Os serviços de armazenamento em nuvem tornaram-se amplamente utilizados por usuários na internet, permitindo guardar e acessar arquivos a partir de diferentes dispositivos. Considerando o uso de plataformas de armazenamento em nuvem, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Serviços de armazenamento em nuvem permitem que arquivos sejam acessados de diferentes dispositivos conectados à internet, desde que o usuário possua uma conta em uma plataforma de armazenamento.

( ) O armazenamento em nuvem elimina a necessidade de cópias de segurança, já que os provedores garantem que nenhum arquivo será perdido.

( ) Plataformas de nuvem, como OneDrive, Google Drive e Dropbox, oferecem sincronização automática, atualizando os arquivos em todos os dispositivos vinculados à conta do usuário.

( ) Para utilizar serviços de nuvem, o usuário deve instalar softwares adicionais, pois o acesso via navegador não é permitido. 
Alternativas
Q3905028 Segurança da Informação
Os pilares da Segurança da Informação são essenciais para garantir proteção, confiabilidade e uso adequado dos dados. Cada princípio desempenha um papel específico na prevenção de falhas, acessos indevidos e danos às informações. Nesse contexto, observe a coluna com os nomes dos pilares e relacione com a coluna que apresenta algumas de suas características. Observação: Qualquer um dos números (1, 2, 3 e 4) podem ser usados mais de uma vez.
1. Confidencialidade. 2. Integridade. 3. Disponibilidade. 4. Autenticidade.
( ) Garante que somente pessoas autorizadas possam acessar determinadas informações, preservando sua privacidade.
( ) Certifica que os dados não foram alterados de forma indevida, mantendo sua exatidão e consistência.
( ) Assegura que os sistemas e informações estejam acessíveis sempre que necessários pelos usuários autorizados.
( ) Confirma a identidade de usuários, dispositivos ou processos, garantindo que sejam realmente quem afirmam ser.
( ) Impede que alterações não autorizadas modifiquem o estado original das informações armazenadas. 
Alternativas
Q3905029 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica de Centenário do Sul/PR, analise as assertivas e assinale a alternativa correta. São princípios da organização do Município:

I. a prática democrática. II. a soberania e a participação popular. III. a transparência e o controle popular na ação do governo. IV. a racionalidade, o planejamento e a programação sistemáticos. V. o exercício parcial da autonomia municipal. VI. a centralização das decisões administrativas no Governo Estadual, em detrimento da autonomia municipal.  
Alternativas
Q3905030 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica de Centenário do Sul/PR, artigo 3º § 1º, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta. Ao Município compete, juntamente com a União e o Estado:

( ) combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos.
( ) estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito.
( ) sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para a sua fiel execução.
( ) abrir créditos extraordinários nos casos de calamidade pública, com o referendo da Câmara Municipal.  
Alternativas
Q3905031 Economia
Em dezembro de 2025, a tensão entre Estados Unidos e Venezuela aumentou após a notícia de que três navios petroleiros foram interceptados por tropas americanas em águas internacionais, elevando o risco de conflito e a incerteza no mercado de energia. Qual foi o efeito imediato mais observado no mercado? 
Alternativas
Q3905032 Legislação de Trânsito
Segundo as novas regras sobre a CNH, anunciadas em dezembro de 2025, motoristas que forem considerados “bons condutores” terão direito a um benefício especial. Qual é esse benefício?  
Alternativas
Q3905033 Atualidades
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
A Câmara dos Deputados informou em 14/12/2025 que a deputada federal __________ renunciou a seu cargo na Casa. Com a renúncia, a cadeira da Deputada será ocupada pelo suplente Adilson Barroso (PL-SP). A Deputada que foi presa __________, foi condenada pelo STF a dez anos de prisão e à perda do mandato em maio, por conta da invasão de sistemas e pela adulteração de documentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela nega a acusação.  
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: D
4: B
5: D
6: B
7: B
8: A
9: C
10: A
11: C
12: B
13: D
14: A
15: A
16: C
17: A
18: B
19: D
20: D