Questões de Concurso Público Prefeitura de Cambé - PR 2026 para Fisioterapeuta
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( ) Dor: é um dos sintomas mais importantes, com a evolução do processo patológico, ela aparece com o uso mínimo e até mesmo ao repouso.
( ) Rigidez: perdura por um período de 30 minutos nas últimas horas do dia, é agravada por movimento, e o acometimento de grandes e pequenas articulações não causa incapacidade.
( ) Função reduzida: altera-se em decorrência da dor, da perda de amplitude de movimento e da força muscular.
( ) Estabilidade articular: acontece pela perda de congruência da cartilagem.
( ) Ganho da mobilidade: ocorre devido à degeneração da cartilagem, aos espasmos musculares secundários à dor e fraqueza muscular pelo desuso da articulação, como reação protetora decorrente do quadro doloroso.
( ) Atrofia muscular: os músculos podem tornar-se atróficos ou hipotônicos.
( ) Deformidades: ocorre por um alinhamento defeituoso da articulação.
( ) Edema: ocorre em períodos de agudização.
1. Chato ou plano.
2. Tórax em tonel ou globoso.
3. Tórax infundibuliforme (pectus scavatum).
4. Tórax cariniforme (pectus carinatum).
5. Tórax cônico ou em sino.
6. Tórax cifoescoliótico.
A. Aumento do diâmetro anteroposterior e horizontalização dos arcos costais.
B. Proeminência do esterno e horizontalização de costelas.
C. Alargamento da região inferior do tórax.
D. Redução do diâmetro anteroposterior e anormalidade da convexidade anterior do tórax, diminuição dos espaços intercostais e inclinação das costelas.
E. Associação entre cifose e escoliose.
F. Abaulamento da região inferior do esterno.
I. A bursite é a inflamação da bursa, estrutura com membrana sinovial perto de proeminências ósseas, articulações, tendões e ligamentos. Sua função é reduzir atrito, evitar desgaste e facilitar movimentos, sendo crucial na biomecânica articular. Existem muitas bursas no corpo, com algumas bursites, como a trocantérica, sendo mais comuns em mulheres entre 40 e 60 anos, embora ocorra em todas as idades. Além disso, em jovens, pode surgir por estilo de vida ou atividade física.
II. O diagnóstico assertivo da bursite do quadril requer combinação de história clínica detalhada e exame físico. Dor na região lateral do quadril que piora à palpação e limitação da abdução são sintomas comuns. A investigação dos hábitos do paciente é crucial para identificar as causas. Entretanto, caso os sinais e sintomas levem à dúvida diagnóstica, o médico poderá solicitar exames complementares para descartar outras causas de dor no quadril. A ultrassonografia pode auxiliar na identificação da inflamação da bursa, e a ressonância magnética é o exame mais preciso para avaliar a bursa e diferenciar de outras patologias, como tendinites.
III. A avaliação fisioterapêutica é crucial para identificar alterações biomecânicas que causam recidiva da bursite. Avaliar o paciente estática e dinamicamente (postura, assimetria, padrões motores, compensações musculares, marcha) direciona a reabilitação. E, a orientação do paciente é vital. Para evitar a recidiva, deve-se minimizar impactos laterais no quadril com superfícies macias, evitar deitar-se no lado afetado inicialmente, movimentos repetitivos e manter um peso saudável.
IV. O tratamento não medicamentoso inicial foca na redução da inflamação e dor. O uso da crioterapia no local por 20 minutos (mínimo três vezes ao dia) e a aplicação do laser de baixa intensidade são recursos que podem ser utilizados. Além disso, a redução da atividade física pode acelerar o controle inflamatório e a dor. E, a liberação miofascial pode ser usada em casos de aumento da tensão muscular local, evitando compressão direta na bursa.
V. Exercícios para fortalecimento muscular do quadril e melhora da flexibilidade devem ser introduzidos à medida que o paciente relata melhora do quadro de dor. Para isso, são alguns dos exercícios recomendados: exercícios de elevação de quadril (ponte), elevação de quadril com perna elevada para fortalecimento glúteo (a orientação deve ser de associar a contração abdominal durante o movimento), agachamento (ter cuidado para o joelho não ultrapassar a linha da ponta do pé para evitar sobrecarga nessa articulação), exercícios para fortalecimento de abdutores de quadril, além de alongamentos. E, com a progressão do tratamento e melhora dos sinais e sintomas, exercícios de propriocepção em superfícies instáveis podem ser associados. Por fim, para a última fase do processo de recuperação serão priorizados exercícios funcionais para simular atividades do dia a dia, como subir e descer escadas.
I. Princípio da especificidade: significa treinar de forma específica para produzir efeitos específicos, as respostas do organismo devem ser específicas para o tipo de exercício realizado. Logo, se o objetivo é melhorar o desempenho em algum esporte em especial, os exercícios devem imitar os movimentos executados na modalidade, além de serem realizados em uma velocidade similar.
II. Princípio da variabilidade: relacionado à necessidade de utilizar cargas maiores para estimular o desenvolvimento dos componentes da aptidão física. É o aumento contínuo da intensidade da sessão de treino conforme o músculo se acostuma com o nível de intensidade atual. Isso pode ser feito aumentando o peso levantado, o número de repetições realizadas ou o número total de séries ou, ainda, diminuindo o tempo de descanso entre as séries. O aumento contínuo do estresse aplicado no músculo permite o incremento da força muscular e evita a estagnação.
III. Princípio da individualidade: é a teoria de que qualquer programa de treinamento deve considerar as necessidades específicas ou os objetivos e as habilidades do indivíduo para quem o programa foi elaborado. Refere-se às diferenças que existem entre os indivíduos, o que interfere nas respostas individuais do treinamento.
IV. Princípio da reversibilidade: prediz alterações nas cargas de trabalho e no tipo de atividade física praticada em todas as fases do treinamento. A variabilidade deve ocorrer para que o paciente sofra constantemente quebra da homeostasia, com consequente alternância de ativação das vias metabólicas (aeróbia e anaeróbia), bem como das fibras dos tipos I e II. Quando não aplicamos esse princípio, corremos o risco de promover estagnação nos processos adaptativos e nas capacidades biomotoras treinadas naquele momento, ou seja, não importa o quão efetivo seja um programa de treino, ele o será apenas por um curto período.
V. Princípio da manutenção: assim que o indivíduo alcança o seu objetivo, é necessário menos trabalho para manter o nível de força ou massa muscular. Se a pessoa estiver satisfeita com esse nível, a frequência de treino pode ser reduzida. Esse é tipicamente um bom período para incorporar outros tipos de treinamento, fazendo com que outros componentes da aptidão física possam ser aprimorados.
VI. Princípio da sobrecarga de treinamento e progressão: os efeitos atingidos com o treinamento são gradualmente anulados com o destreinamento. Isso ocorre quando há ausência de treinamento físico ou quando o paciente retorna de períodos de recuperação de lesões.
1. Biot.
2. Cheyne-Stokes.
3. Kussmaul.
4. Respiração paradoxal.
A. Ciclo respiratório caracterizado por incursões de amplitude progressivamente crescente, seguidas de diminuição gradual, intercaladas por apneia.
B. Há uma inversão do movimento esperado da caixa torácica e parede abdominal e, durante a inspiração, o abdome retrai ao invés de expandir. Esse padrão respiratório é comumente observado em pacientes com fraqueza muscular do diafragma e insuficiência respiratória.
C. Padrão respiratório irregular, com períodos de respirações de amplitude variável intercalados por apneias prolongadas.
D. Respirações rápidas, profundas e regulares, geralmente associadas à acidose metabólica.
A consolidação óssea tem uma fase ________, em que ocorre formação de hematoma e proliferação celular; uma fase ________, em que há formação de calo ósseo que une a fenda e a ossificação; e uma fase de ________, durante a qual ocorre consolidação e remodelamento do osso.