Questões de Concurso Público Prefeitura de Mandirituba - PR 2025 para Fonoaudiólogo
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( ) O TPAC refere-se à eficiência e à efetividade com que o sistema nervoso auditivo central utiliza a informação auditiva.
( ) Um indivíduo pode apresentar audição dentro da faixa de normalidade para tons puros, mas não significa que ele esteja apto para processar e interpretar adequadamente as informações verbais e não verbais as quais é exposto no dia a dia.
( ) Produção articulatória ininteligível.
( ) Idade mínima de sete anos para fazer a avaliação.
( ) Ausência de alterações de orelha média no momento da avaliação.
( ) Para realizar avaliação, o nível de atenção deve estar incompatível com as tarefas solicitadas.
( ) A apraxia de fala adquirida é caracterizada por fraqueza muscular dos órgãos fonoarticulatórios.
( ) O distúrbio está relacionado à incapacidade de programar ou planejar os movimentos da fala, embora possa haver integridade da função motora pura.
( ) Indivíduos com apraxia de fala adquirida mantêm a capacidade de realizar movimentos vocais automáticos (como gargalhar ou cantar) mesmo quando falham em fala proposital.
( ) Todas as terapias de apraxia de fala focam exclusivamente na articulação, sem considerar o componente suprassegmental (ritmo, entonação, prosódia).
( ) A avaliação da produção de fala em apraxia de fala inclui análise perceptiva, análise acústica e tarefas de sequência motora diadoquocinética.
( ) A gagueira do desenvolvimento costuma aparecer entre os 2 e os 5 anos de idade, frequentemente antes do domínio completo da linguagem expressiva.
( ) O histórico familiar é irrelevante para o diagnóstico de gagueira; fatores genéticos não têm influência.
( ) Em situações de canto ou fala ritmada, muitos indivíduos com gagueira mostram redução das disfluências.
( ) Taquilalia se caracteriza por velocidade de articulação excessiva, com prejuízo da inteligibilidade, mesmo na ausência de hesitações ou pausas típicas da gagueira.
( ) Intervenções precoces em crianças com disfluências persistentes têm maiores chances de sucesso do que intervenções tardias.
( ) As provas de imitação e nomeação são equivalentes em todas as dimensões (por exemplo, número de processos fonológicos, gravidade, inteligibilidade) para diagnóstico de transtorno fonológico em crianças.
( ) O método Percentagem de Consoantes Corretas (PCC) é uma medida de gravidade frequentemente usada em transtornos fonológicos.
( ) Distúrbios fonológicos nunca afetam a leitura ou escrita em crianças, pois se limitam à fala.
( ) A otite média com efusão (ou otite média secretora) pode impactar o desenvolvimento fonológico caso ocorra em períodos críticos da aquisição dos fonemas.
( ) A análise da consciência fonológica é irrelevante no diagnóstico precoce de transtornos fonológicos, pois esta habilidade surge apenas após a alfabetização.
I. A respiração oral, quando persistente após os dois anos de idade, pode acarretar alterações no desenvolvimento craniofacial, como palato ogival e projeção anterior da maxila.
II. O frênulo lingual curto (anquiloglossia) pode interferir apenas na deglutição, mas não tem implicações na fala.
III. O selamento labial inadequado pode impactar negativamente a mastigação, articulação de fonemas e estética facial.
IV. A avaliação fonoaudiológica da motricidade orofacial deve considerar aspectos estáticos (estrutura) e dinâmicos (função), como tônus, mobilidade e simetria.
I. A audiometria tonal liminar é o exame padrão-ouro para avaliação da sensibilidade auditiva, podendo detectar perdas condutivas, neurossensoriais e mistas.
II. O teste de emissões otoacústicas é utilizado exclusivamente em crianças e não possui aplicação clínica em adultos.
III. A avaliação do reflexo estapediano ajuda a diferenciar perdas auditivas retrococleares de cocleares.
IV. A impedanciometria fornece informações sobre a integridade da orelha média e da função da tuba auditiva.
I. A disfonia funcional ocorre sem alterações estruturais na laringe e está relacionada a maus hábitos vocais.
II. A fonação abusiva, como gritar constantemente, é um fator de risco para disfonia funcional.
III. A videolaringoscopia geralmente mostra nódulos vocais na disfonia funcional.
IV. A terapia fonoaudiológica visa corrigir os hábitos vocais e melhorar a higiene vocal.
I. A análise acústica permite quantificar parâmetros como frequência fundamental, jitter, shimmer e relação sinal-ruído.
II. Esses parâmetros são sempre suficientes para diferenciar alterações vocais funcionais e orgânicas.
III. A acústica vocal pode complementar a avaliação perceptivo-auditiva e visual da laringe.
IV. O uso de softwares como Praat é comum para análise acústica da voz.
I. São lesões benignas bilaterais nas pregas vocais.
II. A principal causa é o abuso vocal.
III. O tratamento inicial é cirúrgico para remoção dos nódulos.
IV. A terapia vocal pode ser eficaz no tratamento.