Agostinho, um auditor interno recém-nomeado em
uma entidade pública, ao iniciar sua primeira tarefa,
descobre um esquema de superfaturamento
envolvendo um fornecedor e o Diretor do
Departamento de Compras e Aquisições. Visando
obter benefício pessoal, Agostinho se encontra com o
Diretor e exige o valor de R$ 50.000,00 para ocultar
a irregularidade. Considerando as disposições do
Código Penal sobre crimes contra a administração
pública, pode-se afirmar que Agostinho praticou o
crime de: