Questões de Concurso Público Prefeitura de Cornélio Procópio - PR 2021 para Técnico em Higiene Dental

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Q4322295 Português
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/  
Assinale uma alternativa incorreta de acordo com o texto.
Alternativas
Q4322296 Português
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/  
Assinale uma alternativa que apresenta uma explicação para o uso de advérbios de lugar no texto. 
Alternativas
Q4322297 Português
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Assinale a alternativa em que as vírgulas foram utilizadas para sequenciar itens.
Alternativas
Q4322298 Português
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Analise: “Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas” e assinale uma alternativa que classifica o vocábulo em destaque.
Alternativas
Q4322299 Português
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Analise: “Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4322300 Noções de Informática
Usando como referência o Windows 10 e seus aplicativos, instalação padrão, português do Brasil, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4322301 Noções de Informática
Considerando o MS-Word 2016, em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa correta.
I. Se o usuário, usando o Word 2016, clicar na guia “Referências”, na opção Pesquisar, o painel de busca será aberto do lado direito da tela com todos resultados da pesquisa na internet, conforme o tipo de conteúdo que estiver selecionado no texto.

II. No Word 2016, o usuário poderá facilmente adicionar citações ao escrever um documento em que precise citar suas fontes, como um artigo de pesquisa. Para encontrar esse recurso, clique na guia “Inserir” na barra de ferramentas do Word 2016 e depois em Inserir citação. Um pequeno menu aparecerá com duas opções: Adicionar Nova Fonte Bibliográfica e Adicionar Novo Espaço Reservado.

III. No Word 2016, uma referência cruzada permite criar vínculos com outras partes do mesmo documento. Por exemplo, você pode usar uma referência cruzada para criar vínculo com um gráfico que aparece em algum lugar no documento. A referência cruzada aparece como um link que leva o leitor até o item referenciado.

IV. Se o usuário estiver fazendo um documento no Word 2016 e precisar inserir uma fórmula matemática, poderá contar com a ferramenta Equação que o Word 2016 oferece na guia “inserir”. O usuário terá a possibilidade de escolher entre diferentes modelos de fórmulas para inserir no seu documento conforme a sua necessidade.
Alternativas
Q4322302 Noções de Informática
Trabalhando com a planilha eletrônica do pacote Microsoft Office, MS-Excel 2016, (versão em português e em sua configuração padrão), assinale a alternativa que descreve o resultado da fórmula: =PROCV( ) 
Alternativas
Q4322303 Matemática
Analise os conjuntos e assinale uma alternativa que representa o resultado de: (A ∪ B ∪ C) ∩ C ∩ D

A={homem, mulher, menino, menina} B={carro, bicicleta, patinete} C={homem, carro, calça, saia, bermuda, blusa} D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
B={carro, bicicleta, patinete} C={homem, carro, calça, saia, bermuda, blusa} D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
C={homem, carro, calça, saia, bermuda, blusa} D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
Alternativas
Q4322304 Matemática
O Diretor de um grande hospital, referência no atendimento da Covid 19, planejou montar grupos de trabalho para atender a demanda de pacientes que procuravam atendimento no hospital. Para conseguir cobrir as 24 horas de atendimento, o diretor contava com um efetivo de 20 técnicos de enfermagem, 6 enfermeiros e 3 médicos especialistas no tratamento da Covid 19. Com base nas informações oferecidas, assinale a alternativa que representa a quantidade de grupos de trabalho que o diretor irá conseguir montar, considerando que cada grupo deverá ter no mínimo 3 técnicos de enfermagem, 1 enfermeiro e a cada 2 grupos terá 1 médico para atender.
Alternativas
Q4322305 Segurança e Saúde no Trabalho
A ergonomia pode ser definida como a ciência que permite que as condições de trabalho sejam adaptadas aos trabalhadores, de forma a permitir o máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. Nos locais onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual constantes, qual a faixa de temperatura recomendada?
Alternativas
Q4322306 Odontologia
Equipamentos odontológicos devem passar por constante manutenção e conservação para garantir que sua utilização seja feita com segurança e precisão. Para evitar que se forme biofilme no interior das mangueiras do equipo odontológico, recomenda-se que sejam utilizadas soluções desinfetantes. Qual(is) dos seguintes desinfetantes está(ão) contraindicado(s) para isso?
Alternativas
Q4322307 Odontologia
O Técnico em Higiene Dental (THD), assim como o Auxiliar de Consultório Dentário (ACD), podem compor equipes de saúde bucal realizando atividades relacionadas à promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal. Para o exercício desta ocupação e para a realização destas atividades, o THD deve: 
Alternativas
Q4322308 Odontologia
Segundo o Ministério da Saúde, é competência do Técnico em Higiene Dental “realizar ações de atendimento clínico odontológico voltadas para o restabelecimento da saúde, conforto, estética e função mastigatória do indivíduo.”. Para tanto, o profissional deve apresentar habilidades específicas. Assinale a alternativa a seguir que não se configura como uma das habilidades necessárias à competência especificada.
Alternativas
Q4322309 Odontologia
Entre as habilidades requeridas do Técnico em Higiene Dental (THD) pelo Ministério da Saúde está a realização de moldagens, que pode ser realizada com alginato como material de escolha. Embora existam alginatos de presa normal, pode haver situações em que o THD tenha que trabalhar com alginatos que apresentem presa rápida. Nestas condições, caso o profissional queira alterar para maior o tempo de presa do alginato, sem alterar as propriedades finais do material de moldagem, ele pode (deve):
Alternativas
Q4322310 Odontologia
Pelos dados do Ministério da Saúde, ao menos 36% da população necessita de ao menos uma prótese total. Durante a execução deste tipo de prótese, muitas vezes as fases laboratoriais podem passar pela confecção de moldeiras em resina acrílica, função esta que pode ser delegada ao Técnico em Higiene Dental. Caso seja utilizada a resina acrílica ativada quimicamente para a confecção da moldeira, a massa é obtida após a mistura do pó e líquidos específicos. Assinale a alternativa que indica o estágio correto em que a massa deve estar para ser aplicada ao modelo de gesso do paciente:
Alternativas
Q4322311 Odontologia
Durante a realização de restaurações de amálgama de prata, caso a técnica de instrumentação não seja corretamente utilizada fase a fase, pode haver a ocorrência de falhas na restauração final. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma das etapas da instrumentação para obtenção de restauração de amálgama.
Alternativas
Q4322312 Odontologia
Sobre a utilização de fluoretos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4322313 Odontologia
Sobre a anatomia do crânio/face, assinale a alternativa que contém a denominação da sutura que adere o processo palatino do osso maxilar ao osso palatino. 
Alternativas
Q4322314 Odontologia
Sobre a anatomia dentária, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: A
4: E
5: D
6: E
7: B
8: A
9: A
10: C
11: E
12: D
13: B
14: E
15: A
16: C
17: B
18: D
19: A
20: C