Questões de Concurso Público Prefeitura de Romelândia - SC 2026 para Professor de Inglês
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No segundo parágrafo, o autor afirma que "a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica."
A partir dessa afirmação e do contexto global do texto, pode-se inferir corretamente que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Observe o período abaixo.
"Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática."
A expressão destacada "embora indispensável" estabelece, em relação à oração principal, uma ideia de:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No último parágrafo, o autor afirma que:
"O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela."
A principal estratégia argumentativa utilizada nesse trecho consiste em:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Considere o seguinte trecho retirado do texto:
"A escola deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual."
Caso a oração seja corretamente reescrita na voz passiva analítica, mantendo-se o sentido e a correção gramatical, obtém-se:
Uma prefeitura pretende implantar um programa de monitoramento do consumo de água em prédios públicos.
Para isso, observou que o consumo médio mensal C(x), em metros cúbicos, pode ser estimado pela função C(x)=x2−12x+45 em que x representa o número de meses transcorridos desde o início da implantação do programa.
Com base nas propriedades dessa função quadrática, é correto afirmar que:
Durante a elaboração de um levantamento estatístico sobre a produtividade de servidores, foram obtidos os seguintes resultados referentes ao número de atendimentos realizados em determinado período: 18, 20, 21, 22, 22, 24, 26, 27, 30, 40.
Ao analisar a distribuição desses dados, um pesquisador observou que um dos valores pode influenciar significativamente determinada medida de tendência central.
Nessas condições, é correto afirmar que:
Considerando essas condições, o número de comissões distintas que podem ser formadas é:
Considere o sistema linear

Após resolver o sistema, conclui-se corretamente que:
Desprezando arredondamentos, o capital inicialmente aplicado foi de:
TEXTO PARA A QUESTÃO
Artificial Intelligence and the Future of Language Learning
Artificial Intelligence (AI) has become an increasingly influential tool in language education. Digital platforms powered by AI can instantly provide personalized feedback, adapt learning paths according to students' performance, and offer opportunities for authentic interaction through virtual assistants and conversational chatbots. Such innovations have expanded access to language learning beyond the classroom and have encouraged greater learner autonomy.
However, educational researchers emphasize that technological innovation alone does not guarantee meaningful learning. They argue that language acquisition remains fundamentally a social process, requiring interaction, negotiation of meaning, collaboration, and critical reflection. Therefore, AI should not replace teachers but rather complement pedagogical practices, allowing educators to dedicate more time to mediating learning, fostering intercultural awareness, and promoting communicative competence.
Furthermore, concerns have emerged regarding algorithmic bias, data privacy, and the reliability of automatically generated content. For this reason, schools are increasingly expected to develop students' digital literacy so that they can critically evaluate online information, recognize the limitations of artificial intelligence, and use technological resources ethically and responsibly.
In this context, effective language teaching involves balancing technological innovation with human interaction, ensuring that digital resources enhance—not replace—the educational relationship established between teachers and learners.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Artificial Intelligence and the Future of Language Learning
Artificial Intelligence (AI) has become an increasingly influential tool in language education. Digital platforms powered by AI can instantly provide personalized feedback, adapt learning paths according to students' performance, and offer opportunities for authentic interaction through virtual assistants and conversational chatbots. Such innovations have expanded access to language learning beyond the classroom and have encouraged greater learner autonomy.
However, educational researchers emphasize that technological innovation alone does not guarantee meaningful learning. They argue that language acquisition remains fundamentally a social process, requiring interaction, negotiation of meaning, collaboration, and critical reflection. Therefore, AI should not replace teachers but rather complement pedagogical practices, allowing educators to dedicate more time to mediating learning, fostering intercultural awareness, and promoting communicative competence.
Furthermore, concerns have emerged regarding algorithmic bias, data privacy, and the reliability of automatically generated content. For this reason, schools are increasingly expected to develop students' digital literacy so that they can critically evaluate online information, recognize the limitations of artificial intelligence, and use technological resources ethically and responsibly.
In this context, effective language teaching involves balancing technological innovation with human interaction, ensuring that digital resources enhance—not replace—the educational relationship established between teachers and learners.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Artificial Intelligence and the Future of Language Learning
Artificial Intelligence (AI) has become an increasingly influential tool in language education. Digital platforms powered by AI can instantly provide personalized feedback, adapt learning paths according to students' performance, and offer opportunities for authentic interaction through virtual assistants and conversational chatbots. Such innovations have expanded access to language learning beyond the classroom and have encouraged greater learner autonomy.
However, educational researchers emphasize that technological innovation alone does not guarantee meaningful learning. They argue that language acquisition remains fundamentally a social process, requiring interaction, negotiation of meaning, collaboration, and critical reflection. Therefore, AI should not replace teachers but rather complement pedagogical practices, allowing educators to dedicate more time to mediating learning, fostering intercultural awareness, and promoting communicative competence.
Furthermore, concerns have emerged regarding algorithmic bias, data privacy, and the reliability of automatically generated content. For this reason, schools are increasingly expected to develop students' digital literacy so that they can critically evaluate online information, recognize the limitations of artificial intelligence, and use technological resources ethically and responsibly.
In this context, effective language teaching involves balancing technological innovation with human interaction, ensuring that digital resources enhance—not replace—the educational relationship established between teachers and learners.
In the sentence:
"AI should not replace teachers but rather complement pedagogical practices..."
the expression rather establishes the semantic relationship of:
TEXTO PARA A QUESTÃO
Artificial Intelligence and the Future of Language Learning
Artificial Intelligence (AI) has become an increasingly influential tool in language education. Digital platforms powered by AI can instantly provide personalized feedback, adapt learning paths according to students' performance, and offer opportunities for authentic interaction through virtual assistants and conversational chatbots. Such innovations have expanded access to language learning beyond the classroom and have encouraged greater learner autonomy.
However, educational researchers emphasize that technological innovation alone does not guarantee meaningful learning. They argue that language acquisition remains fundamentally a social process, requiring interaction, negotiation of meaning, collaboration, and critical reflection. Therefore, AI should not replace teachers but rather complement pedagogical practices, allowing educators to dedicate more time to mediating learning, fostering intercultural awareness, and promoting communicative competence.
Furthermore, concerns have emerged regarding algorithmic bias, data privacy, and the reliability of automatically generated content. For this reason, schools are increasingly expected to develop students' digital literacy so that they can critically evaluate online information, recognize the limitations of artificial intelligence, and use technological resources ethically and responsibly.
In this context, effective language teaching involves balancing technological innovation with human interaction, ensuring that digital resources enhance—not replace—the educational relationship established between teachers and learners.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Artificial Intelligence and the Future of Language Learning
Artificial Intelligence (AI) has become an increasingly influential tool in language education. Digital platforms powered by AI can instantly provide personalized feedback, adapt learning paths according to students' performance, and offer opportunities for authentic interaction through virtual assistants and conversational chatbots. Such innovations have expanded access to language learning beyond the classroom and have encouraged greater learner autonomy.
However, educational researchers emphasize that technological innovation alone does not guarantee meaningful learning. They argue that language acquisition remains fundamentally a social process, requiring interaction, negotiation of meaning, collaboration, and critical reflection. Therefore, AI should not replace teachers but rather complement pedagogical practices, allowing educators to dedicate more time to mediating learning, fostering intercultural awareness, and promoting communicative competence.
Furthermore, concerns have emerged regarding algorithmic bias, data privacy, and the reliability of automatically generated content. For this reason, schools are increasingly expected to develop students' digital literacy so that they can critically evaluate online information, recognize the limitations of artificial intelligence, and use technological resources ethically and responsibly.
In this context, effective language teaching involves balancing technological innovation with human interaction, ensuring that digital resources enhance—not replace—the educational relationship established between teachers and learners.
Durante o planejamento de uma unidade temática sobre Global Citizenship, uma professora de Língua Inglesa organizou atividades de leitura crítica de notícias internacionais, debates em pequenos grupos, produção de podcasts e elaboração de campanhas digitais em língua inglesa sobre sustentabilidade. Ao justificar seu planejamento, afirmou que o objetivo principal não era apenas ensinar estruturas linguísticas, mas promover práticas sociais de linguagem que possibilitassem aos estudantes atuar criticamente em diferentes contextos comunicativos.
À luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental, a proposta pedagógica descrita fundamenta-se, principalmente, na compreensão de que o ensino da Língua Inglesa deve:
Considerando os pressupostos da Abordagem Comunicativa (Communicative Language Teaching – CLT), a intervenção pedagógica mais adequada consiste em:
Read the sentence below.
"Hardly had the students finished the presentation when the evaluator asked them to defend their arguments."
Regarding the grammatical structure employed in the sentence, it is correct to state that:
Consider the sentence:
"The proposal, which had already been approved by the committee, was implemented last semester."
From a syntactic perspective, the relative clause which had already been approved by the committee is classified as:
A equipe pedagógica de uma escola decidiu incorporar plataformas digitais baseadas em Inteligência Artificial ao ensino de Língua Inglesa. Durante a discussão, um professor alertou que o simples uso dessas ferramentas não assegura aprendizagens significativas, sendo necessária uma mediação docente fundamentada em princípios éticos, pedagógicos e curriculares.
Considerando as orientações da BNCC e as discussões contemporâneas sobre tecnologias educacionais, assinale a alternativa CORRETA.