Segundo Dorziat (1998), mais do que a utilização de uma língua, os surdos precisam de ambientes educacionais estimuladores,
que desafiem o pensamento, explorem suas capacidades, pois se somente o uso de uma língua bastasse para aprender, as
pessoas ouvintes não teriam problemas de aproveitamento escolar, já que entram na escola com uma língua oral desenvolvida.
O ambiente em que o surdo está inserido, principalmente o da escola, pode comprometer o desenvolvimento do pensamento se