Questões de Concurso Público Itaipu Parquetec 2022 para Analista Jr - Conteudista

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Q4049663 Português
“[...] o Parque Tecnológico Itaipu-Brasil (PTI-BR) é um ecossistema de inovação que integra entidades como instituições de ensino, empresas e órgãos governamentais e promove a sinergia e a troca de conhecimentos em prol do desenvolvimento de soluções para a sociedade.”
(Disponível em: https://www.pti.org.br/quem-somos/.)

O objetivo desse texto é: 
Alternativas
Q4049664 Português
Em relação aos gêneros literários, analise as proposições a seguir.

I. Sua finalidade é estética e artística, utilizando, predominantemente, a linguagem utilitária.
II. Em algumas situações específicas, os gêneros literários podem ter como finalidade apenas informar o leitor.
III. Estão entre os gêneros discursivos, mas limitam-se àqueles que são próprios da esfera artística e cultural.


Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q4049667 Português
“Os materiais a serem adquiridos e distribuídos às escolas públicas de educação básica do país por meio do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) devem ser inscritos em editais do programa e submetidos à avaliação pedagógica e à seleção do acervo, realizada por esta Secretaria, em parceria com universidades públicas do país.”

(Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-nacionalbiblioteca-da-escola.)

O trecho anterior remete a uma divulgação que:
Alternativas
Q4049669 Português
Considere o trecho do poema a seguir de Machado de Assis para responder à questão proposta.

O dilúvio
E caiu a chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites.
(Gênesis 7, 12.)
Do sol ao raio esplêndido, Fecundo, abençoado, A terra exausta e úmida Surge, revive já; Que a morte inteira e rápida Dos filhos do pecado Pôs termo à imensa cólera Do imenso Jeová!
Que mar não foi! Que túmidas As águas não rolavam! Montanhas e planícies Tudo tornou-se um mar; E nesta cena lúgubre Os gritos que soavam Era um clamor uníssono Que a terra ia acabar
Em vão, ó pai atônito, Ao seio o filho estreitas; Filhos, esposos, míseros, Em vão tentais fugir! Que as águas do dilúvio Crescidas e refeitas, Vão da planície aos píncaros Subir, subir, subir!
Só, como a ideia única De um mundo que se acaba, Erma, boiava intrépida, A arca de Noé; Pura das velhas nódoas De tudo o que desaba, Leva no seio incólumes A virgindade e a fé.
(Machado de Assis. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/ 7017/o-diluvio.)

Dentre os recursos utilizados pelo autor, pode-se afirmar que em sua linguagem literária:
Alternativas
Q4049670 Português
Plágio & intertextualidade

    Não há ideias novas. Nada se cria, tudo se copia – já dizia Chacrinha, o gênio da televisão. Segundo Lavoisier, nada se perde, tudo se transforma. Na arte, tudo se come. É a Antropofagia de Oswald de Andrade: deglute-se o velho para se fazer o novo. Camões deglutiu “Sôbolos rios que vão...”, de São João da Cruz, grandíssimo poeta seu contemporâneo, além de santo. “Sôbolos rios...” tem todo o sabor camoniano, apesar de nascer de outra mente e coração.      Como “Alma minha gentil...” nasceu do estro de Lope de Vega, para a obscuridade das excelentes obras perdidas nos desvãos do tempo, não fosse Camões se apropriar dela, degluti-la, fazê-la sua. Um poema delicadíssimo sobre o amor perdido. Um poema conhecidíssimo de todos nós graças a Camões, que o tirou do limbo para a glória. Camões virou Vergílio do avesso, tomou o seu “arma virumque cano” e tornou-o “as armas e os barões assinalados”, tomou a história de Roma e cantou a história de Portugal. Foi só um ponto de partida, devorou a Eneida para parir “Os Lusíadas”.      Hoje, damos esses nomes elegantes – intertextualidade, diálogo com outras obras, citações – a processos antigamente naturais, que depois foram chamados de puro plágio, roubo, crime intelectual. A arte, afinal, nasceu anônima. Era propriedade humana. Existia para ser fruída pelo homem. Não importava quem tinha feito.      Por isso a dúvida se Homero teria existido, embora alguém certamente tenha escrito as histórias fabulosas que aquele cego cantava de cidade em cidade. Até de Shakespeare, muito mais próximo de nós, há gente que chegou a negar-lhe a existência.      Claro que alguém escreveu aquelas peças essenciais que elevaram a literatura a seu nível mais alto, mas ainda se questiona: Quem foi Shakespeare? Teria um outro nome? Cervantes, seu contemporâneo, chega a brincar com essa história de autoria. No segundo volume do seu “Quixote”, inventa um árabe que teria escrito as aventuras do fidalgo nascido num lugar da Mancha e seu escudeiro Sancho Pança, dizendo ser ele mesmo, o autor, apenas um tradutor.     Hoje, com a Internet, embaralha-se outra vez a questão da autoria. Não se sabe mais quem é quem, vivemos num mundo virtual em que tudo é de todo mundo. Os antigos praticavam a intertextualidade – com uma certa antropofagia oswaldiana – a seu bel prazer, sem citar os nomes das obras ou autores citados, como uma homenagem. Estaria firmado um acordo de cavalheiros do espírito: todos saberiam a propriedade da obra copiada com engenho e arte, para se tornar nova e com nova autoria. Depois, banalizou-se o processo e surgiu o problema do plágio, como crime. Mas hoje o autor se tornou ninguém, uma entidade virtual.      Embaralham-se os autores, cita-se uma obra atribuindo-se sua propriedade intelectual a esse ou àquele aleatoriamente, tanto faz, ninguém é ninguém. Voltaremos ao estágio primitivo em que a arte não tinha dono, era criada para a fruição estética de todos, para o prazer, a elevação do  homem? Não se criava por dinheiro, fama, nem por nenhum motivo torpe ou nobre que foi surgindo ao longo dos séculos. O criador era, como diria Borges, um amanuense do Espírito. Quem dera estivéssemos regredindo a esse mundo ideal...
(José Carlos Brandão. Professor, poeta e cronista. Disponível em: https://www.jcnet.com.br/opiniao/tribuna_do_leitor/2014/01/283764- plagio---intertextualidade.html.)


Sobre o emprego da intertextualidade, pode-se afirmar que o texto apresentado:
Alternativas
Q4049672 Português
Considerando as características da linguagem do texto a seguir, leia e analise.
* Sentença de um processo de usucapião ajuizada pelo Governo de Minas na Comarca de Palma, na Zona da Mata mineira. O juiz Antonio Augusto Pavel Toledo foi o responsável pela sentença correspondente a um processo referente ao sobrado histórico localizado na Praça Getúlio Vargas, onde, há mais de 80 anos, funciona o Fórum Wilson Alvim Amaral. O documento formalizou a situação legal do espaço. 

“Pede o Estado de Minas Gerais Que se declare, por usucapião, Observados os termos legais, Em originária aquisição, A propriedade de um sobrado Onde se encontra instalado Todo o serviço judicial: O Fórum Wilson Alvim Amaral. E para tanto o Estado argumenta, Que desde a década de quarenta, No século próximo passado, Tem a posse do bem mencionado. Alega que o possui mansamente, De forma pacífica, inconteste, Ausente lapso de interrupção.” 
(Antônio Augusto Pavel Toledo – Juiz de Direito. Estado de Minas, 27/01/2022. Fragmento.)
Tendo em vista as informações anteriores, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
7: C
8: C
9: D
10: A
11: A
12: A