Questões de Concurso Público SEED-PR 2021 para Professor - Área de Conhecimento: Professor para Séries Iniciais

Foram encontradas 40 questões

Q4380120 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Foram retirados do texto parte de parágrafos reescritos, evidenciando algumas inadequações. É possível inferir que houve perda de sentido em: 
Alternativas
Q4380121 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando o segmento “Desigualdade social e os impactos na educação” referente ao texto “Impactos da pandemia na educação”, analise as afirmativas a seguir.

I. Há, no texto, dois erros de concordância verbal em: “A América Latina e o Caribe tem hoje (...) e já vive a chamada ‘crise de aprendizagem’, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação”.
II. Duas palavras diferentes receberam acento agudo, considerando a regra de acentuação gráfica para palavras proparoxítonas.
III. Na frase “(...) temos um nível de desigualdade maior que outros países (...)”, o segundo termo de comparação deveria, obrigatoriamente, ser introduzido por “do” que.
IV. As palavras “já” e “até” são acentuadas, pois se tratam de oxítonas terminadas em “a” e “e”.
V. O sinal indicativo de crase foi utilizado apropriadamente em “(...) condenada à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo”.

Está correto o se afirma apenas em
Alternativas
Q4380122 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando as ideias textuais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) “Dois a cada três alunos” representa o quantitativo aproximado de “70% dos alunos”.
( ) O ensino remoto proporciona a transformação individual, mas não a coletiva, por não haver conteúdo.
( ) Os impactos negativos causados pela pandemia na educação brasileira farão com que as crianças de dez anos não aprendam a ler adequadamente um texto simples.
( ) O ensino remoto é um impositivo necessário no contexto pandêmico.
( ) Um dos objetivos da educação é proporcionar a construção do bem comum.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4380123 Não definido
“Outro ponto que pode dificultar as denúncias no período de quarentena é o fechamento das escolas, porque muitos casos chegam ao conhecimento das autoridades pela percepção de professores e diretores. São esses profissionais que acabam identificando mudanças de comportamento das crianças e dos adolescentes que podem estar relacionadas a abusos sexuais. Com a suspensão das aulas presenciais, essa percepção e até mesmo a denúncia do caso ficaram inviabilizadas. Diante desse cenário, o TJ-SP lançou a campanha ‘Não se cale. Violência contra a criança é covardia, é crime!’ em seu site e redes sociais, para alertar sobre os crimes, incentivar a denúncia e orientar como ela pode ser realizada.”

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2020-mai-18/campanhatrata-necessidade-denunciar-violencia-crianca. Acesso em: 26/08/2021. Adaptado.)

É possível depreender que a campanha expõe recursos visuais que apresentam uma tendência a: 
Alternativas
Q4380124 Não definido
“Antônio Nóvoa, Catedrático da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa e Presidente da Associação Internacional de História da Educação, garante que o melhor lugar para aprender a lecionar é a própria escola e que ‘neste século, devido à complexidade do fenômeno educativo, à diversidade das crianças que estudam e aos dilemas morais e culturais que seremos chamados a enfrentar, teremos que repensar o horizonte ético da profissão (...). Para mim, ser professor no século XXI é reinventar um sentido para a escola, tanto do ponto de vista ético quanto cultural’.”

(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/179/entrevistaformacao-antonio-novoa. Acesso em: 26/08/2021. Adaptado.)

A principal função do trecho é:
Alternativas
Q4380125 Não definido
A partir do século XVI, os europeus começaram a conquistar o continente Americano e entraram em conflito com as populações aqui existentes. A partir da emancipação política, foi colocada em evidência a ocupação das terras paranaenses, principalmente após a vinda de imigrantes. Como as populações indígenas ocupavam essa região, tornou-se necessário criar políticas em relação ao destino dos indígenas. Fatos históricos ligados à ocupação do estado do Paraná indicam que:
Alternativas
Q4380126 Não definido
Os gráficos, estruturas visuais que representam informações, têm como objetivo destacar dados importantes em uma linguagem de fácil compreensão. 

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/ha-mais-mulheresprofessoras-nas-series-iniciais-que-nas-series-finais/. Acesso em: 07/09/2021.)

Em relação às informações retratadas no gráfico “Há mais mulheres professoras nas séries iniciais que nas séries finais”, sobre as docentes mulheres, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4380127 Não definido
Marcado pela sua altitude significativamente elevada frente ao restante do Brasil, o estado paranaense reflete paisagens, diversas composições naturais, bem como inspira o turismo da região. Apresenta, basicamente, superfícies planas, dispostas em grande altitude com planaltos escarpados. Ao longo da área paranaense, é possível identificar as seguintes unidades de relevo: 
Alternativas
Q4380128 Não definido
Aluguel pode subir 25%, mas situação
econômica favorece negociação

Inflado pelo dólar, o IGP-M, usado para reajustar os contratos, teve, neste mês, a maior alta desde 2003. O IGP-M é o índice mais usado para fazer os reajustes anuais dos aluguéis e também de diversos outros tipos de contratos, como academias, mensalidades de escolas e serviços às empresas. A variação em dozes meses registrada agora é a maior desde 2003, e isto em um momento em que a renda e o emprego vivem um de seus piores anos.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/esporte/igpm-aluguelpode-subir-mas-da-para-tentar-negociar-veja-dicas/. Acesso em: 24/08/2021. Adaptado.)

Antes deste aumento, os gastos de uma família com aluguel já representavam 40% da sua renda total. Porém, com a venda de doces, sabe-se que a renda dessa família sofrerá um acréscimo de 10% nos próximos dias. Com o possível reajuste do aluguel e, ainda, considerando a contribuição da venda de doces, a porcentagem da renda dessa família, que será comprometida com o aluguel (x), deverá ser obtida obedecendo ao seguinte raciocínio: 
Alternativas
Q4380129 Não definido
Carolina irá encomendar um armário com três prateleiras. De acordo com os objetos que ela colocará no móvel, percebeu que a segunda prateleira deverá ter o dobro do tamanho da primeira e a terceira o triplo, considerando a altura total do armário que é de 240 cm.

Imagem associada para resolução da questão

É possível afirmar as alturas das prateleiras são, nessa ordem, em cm: 
Alternativas
Q4380130 Não definido
Com o apoio concedido à região pelo Príncipe D. João VI, cresceu, em Paranaguá, o desejo de recuperar um governo próprio. Após reuniões secretas, as autoridades parnanguaras quiseram aproveitar a ocasião da manifestação pública de fidelidade à Constituição do Reino Unido de Portugal e Algarves, contando com a presença do Juiz Antônio Azevedo Melo e Carvalho, para que fosse declarada a constituição de um governo provisório. Encarregaram Bento Viana de proferir tal declaração, que foi prontamente rechaçada pelo Juiz, não julgando ser ou não oportuna. Infere-se como resultado:
Alternativas
Q4380131 Não definido
Os elementos que fazem parte do Brasão estão relacionados a fatos históricos, lugar ou família; são considerados símbolos que contam uma história e criam uma identidade. Quando relacionados a cidades, estados ou países são símbolos oficiais; observe, a seguir, o Brasão do estado do Paraná:

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://www.paranaturismo.com.br/brasao-de-armasdo-parana/. Acesso em: 07/09/2021.)

Assinale a correta relação entre os elementos do Brasão paranaense e seu significado.
Alternativas
Q4380132 Não definido
O Paraná, desde o começo de sua história, teve o seu território cortado por caminhos ou trilhas utilizadas por indígenas, em seus deslocamentos, e pelos tropeiros, que eram, também, transmissores das notícias e intermediários de diversos negócios. Sobre os caminhos que marcaram a História do Paraná, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4380133 Não definido
É imperativo que o estudo da geometria sempre se inicie pela análise, por meio da exploração de características, semelhanças e diferenças entre as figuras. E não pelo entendimento do que é, por exemplo, um triângulo, fazendo, dessa forma, um trabalho centrado em análises declarativas ou descritivas. “Deve-se proporcionar uma série de desafios para que depois a figura seja nomeada”, afirma Camilla Schiavo. É imprescindível que o Professor das Séries Iniciais domine cálculos de áreas de figuras planas e espaciais. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Calcula-se a área de um triângulo, multiplicando a medida da base (b) com a medida da altura (h); divide-se o resultado pelo valor da base (b).
( ) Para calcular a área do quadrado eleva-se um dos lados ao quadrado.
( ) A área do retângulo é dada pela multiplicação da base pela altura.
( ) A área do losango é dada pelo produto da diagonal maior (D) com a diagonal menor (d).
( ) A área do trapézio é dada pelo produto da altura com a soma da base maior (B) e a base menor (b) dividido por dois.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4380134 Não definido
Antônio, que trabalha como apoio escolar, deverá comprar copos, que serão utilizados em evento comemorativo, para professores e equipe pedagógica. Não podendo levar o protótipo consigo, providenciou um molde de papel, tendo como base uma taça. Considere que o copo, separado de sua base, possui a forma de um tronco de cone, que é a base do cone sem o vértice, conforme o círculo:

Imagem associada para resolução da questão

Podemos afirmar que o molde desenhado por Antônio foi: 
Alternativas
Q4380135 Não definido
Fortemente influenciada pela cultura dos imigrantes europeus, a região Sul do país evidencia grande pluralidade cultural. Particularmente, no Paraná, está entre as suas manifestações culturais:
Alternativas
Q4380136 Não definido
Além da contribuição indígena e negra na alimentação, é importante entender a cultura e os ingredientes que fazem parte dessa culinária. Para tanto, no currículo escolar, esse tema pode ser abordado tanto no ensino fundamental quanto médio, tratando de diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, especialmente a partir de dois grupos étnicos: indígenas e negros, enfatizando a sua colaboração nas áreas social, política, econômica e cultural da História do país. O Paraná é um dos estados que mais receberam culturas, costumes e tradições, em que peculiaridades da nossa cultura foram implantadas pelos costumes indígenas, negros, europeus e demais etnias. Considerando a influência diversificada e cultural assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4380137 Não definido
Diversos rios paranaenses escoam as suas águas diretamente no mar; outros seguem sentido oeste e são afluentes do rio Paraná, formando importantes bacias hidrográficas no estado. Considerando as bacias hidrográficas do estado do Paraná, assinale a correspondência correta.
Alternativas
Q4380138 Não definido
As informações contextualizam a questão.


Leia-as atentamente. “Neste período de pandemia Covid-19, as ‘pesquisas educacionais’ são realizadas para entender as relações educacionais no chamado ‘novo normal’. Elas, em termos gerais, se referem à coleta e compilação de informações necessárias para tomada de decisões a respeito da estrutura da educação em vários níveis da gestão.”

O quadro retrata os resultados de uma pesquisa sobre a satisfação de alunos com a prática pedagógica docente: 


De acordo com a pesquisa educacional sobre a prática educacional dos docentes, analise as afirmativas a seguir.

I. 89% dos alunos afirmam que sua experiência têm sido insatisfatória.
II. 34 em cada 50 alunos afirmam que sua experiência foi satisfatória.
III. 14% dos alunos assumem posição mediana ou de neutralidade; esta população é maior do que a declarante insatisfeita.
IV. Cerca de 9% dos alunos estão altamente satisfeitos; número que supera os alunos totalmente insatisfeitos.
V. Para 68% dos alunos, a experiência é altamente satisfatória.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4380139 Não definido
As informações contextualizam a questão.


Leia-as atentamente. “Neste período de pandemia Covid-19, as ‘pesquisas educacionais’ são realizadas para entender as relações educacionais no chamado ‘novo normal’. Elas, em termos gerais, se referem à coleta e compilação de informações necessárias para tomada de decisões a respeito da estrutura da educação em vários níveis da gestão.”

O quadro retrata os resultados de uma pesquisa sobre a satisfação de alunos com a prática pedagógica docente: 


O quadro revela os resultados de uma pesquisa em relação à satisfação de alunos sobre o ensino on-line durante a pandemia Covid-19: 

Imagem associada para resolução da questão

Ao analisar os resultados apresentados pelo gráfico de linhas, podemos afirmar que:
Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: D
24: C
25: D
26: A
27: A
28: C
29: A
30: C
31: D
32: B
33: B
34: C
35: A
36: B
37: A
38: D
39: C
40: C