Questões de Concurso Público Prefeitura de Ervália - MG 2021 para Agente Comunitário de Saúde ESF

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Q4381867 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




Considerando as características da organização do discurso, pode-se afirmar que o texto I pertence à tipologia:
Alternativas
Q4381868 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




A principal ideia discutida no texto I e que está diretamente relacionada aos impactos da pandemia no Brasil é:
Alternativas
Q4381869 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




Só NÃO constitui argumento a favor da tese defendida no texto:
Alternativas
Q4381870 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




O trecho que contém uma opinião emitida pelo autor do texto pode ser identificado em:
Alternativas
Q4381871 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




Os termos EaD, IPEA, IRM, ONU e Covid são conhecidos como siglas. Do ponto de vista morfológico, as siglas são entendidas como um processo de formação de palavras que consiste em:
Alternativas
Q4381872 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




Releia os excertos a seguir.

I. “(...) outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, (...)” (5º§)
II. “Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, (...)” (4º§)

Os termos destacados significam, no contexto, respectivamente:
Alternativas
Q4381873 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




Na passagem “Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.” (4º§), os termos destacados podem ser substituídos, sem alteração de sentido, respectivamente, por:
Alternativas
Q4381874 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




O texto II é um exemplar do gênero: 
Alternativas
Q4381875 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




Releia os textos I e II para responder à questão 09.
Os textos I e II, embora constituam gêneros textuais distintos, apresentam, em comum, elementos relacionados à (ao): 
Alternativas
Q4381876 Não definido
Texto I



Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos



    Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
     Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
     Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
      Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
      Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
     Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)






Texto II




No texto II, a vírgula após a palavra “mãe” (na fala da criança) e as vírgulas que isolam a palavra “menino” (na fala da mãe) foram usadas para indicar que ambos os termos exercem função de:
Alternativas
Q4381877 Não definido
“Cerca de 19 mil crianças migrantes cruzaram este ano a selva inóspita e perigosa do Darien, entre a Colômbia e o Panamá, a caminho dos Estados Unidos, segundo informações do Unicef. A selva de Darien, se tornou um corredor para migrantes que, da América ___________, tentam cruzar a América __________ e o México a caminho dos Estados Unidos.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q4381878 Não definido
Imagem associada para resolução da questão




O Brasão de Armas é um dos símbolos nacionais adotado com a Proclamação da República, em 1889. Sobre a Proclamação da República, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4381879 Não definido
“A cliente de uma determinada rede de supermercados localizado do Jardim Ângela, na Zona Sul de São Paulo, denunciou nas redes sociais que o mercado entrega bandejas vazias de carne aos clientes até que o valor do produto seja pago no caixa. A prática não é adotada em unidades da mesma rede localizadas em bairros nobres da capital, como a da Avenida Brigadeiro Luís Antônio, próxima à Paulista. Na denúncia, publicada nas redes sociais, foi relatado que tal prática, segundo uma funcionária da loja, ‘evitaria roubo’.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/10/18/ mercadojardim-angela-na-periferia-de-sp-entrega-bandeja-de-carnevazia-ate-que-pagamento-seja-concluido-diz-cliente.ghtml. Acesso em: 18/10/2021. Adaptado.)


Atualmente, os brasileiros estão sentindo os impactos da pandemia e a desestabilização da economia que afetam profundamente o poder de compra; a fome a cada dia afeta inúmeras famílias. Em relação à situação econômica do país e seus impactos, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4381880 Não definido
“Gasolina nas bombasjá subiu 40% este ano. Botijão ultrapassa R$ 100,00 pela 1ª vez na média do Brasil; o litro do combustível chega a R$ 7,49 no país, diz o levantamento de preços da ANP. Mas, apesar dos reajustes feitos pela Petrobras nos preços de gasolina e diesel entre o fim de setembro e início de outubro, analistas afirmam que ainda há uma defasagem em relação aos valores cobrados no mercado internacional e que a estatal terá de anunciar novos aumentos.”
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/2270-preco-dagasolina-sobe-409-no-ano-litro-chega-749-no-brasil-25239216?utm_source =globo.com&utm_medium=oglobo. Acesso em: 18/10/2021. Adaptado.)

Sobre a Petrobras, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4381881 Não definido
Imagem associada para resolução da questão




“Retirantes” é uma das telas mais famosas e importantes do pintor Cândido Portinari. A obra registra uma família anônima e pobre, que representa a história de muitas outras famílias que partiram do interior do Nordeste para fugir dos períodos de seca. Cândido Portinari foi um dos grandes pintores brasileiros, buscando sempre retratar a realidadedo país. Sobre esse pintor, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4381882 Não definido
Em relação à Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4381883 Não definido
Subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde (CNS), as comissões intersetoriais irão articular as políticas e programas de saúde através das seguintes atividades, EXCETO:
Alternativas
Q4381884 Não definido
“Promover a saúde da população mediante a integração e a construção de parcerias com os órgãos federais, as unidades da Federação, os municípios, a iniciativa privada e a sociedade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para o exercício da cidadania.” Considerando que o trecho faz referência à atribuição do Ministério da Saúde, analise as afirmativas a seguir.

I. Tem como função promover as condições para a proteção e a recuperação da saúde da população, dizimar as enfermidades, controlando, assim, as doenças endêmicas e parasitárias.

II. Funasa, Fiocruz e Hemobrás são órgãos vinculados ao Ministério da Saúde.

III. O Conselho Nacional de Saúde (CNS) é um órgão colegiado, deliberativo e integrante da estrutura organizacional do Ministério da Saúde.

IV. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) assessora o Ministério da Saúde nas atribuições relativas à incorporação, exclusão ou alteração de tecnologias, bem como na constituição ou alteração de protocolo clínico ou diretriz terapêutica da saúde.



Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q4381885 Não definido
“Saúde em Família é o conjunto de iniciativas da Secretaria de Atenção Primária à Saúde para cuidar da população no ambiente em que vive. Estão incluídos os programas ‘Saúde na Hora’, ‘Médicos pelo Brasil’, ‘Conecte SUS’, ‘Previne Brasil’, dentre outros programas, ações e estratégias.”
(Atenção Primária: Ministério da Saúde.)

Em relação aos programas de saúde, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O Conecte SUS permitirá que o cidadão, utilizando apenas o CPF, tenha acesso, por meio do celular, computador ou tablet, às informações confiáveis a respeito dos seus dados de saúde.
( ) O Programa Médicos pelo Brasil tem como estratégia preencher os vazios assistenciais na comparação com o Programa Mais Médicos; aproximadamente 55% das vagas são para as regiões Norte e Nordeste.
( ) A Farmácia Popular atua através das farmácias credenciadas no Programa Aqui tem Farmácia Popular, disponibilizando para a população medicamentos para hipertensão, diabetes e asma sem ônus algum, além de ofertar descontos em medicamentos para rinite, dislipidemia, Parkinson, osteoporose, glaucoma, contraceptivos, além de fraldas geriátricas.


A sequência está correta em 
Alternativas
Q4381886 Não definido
São consideradas competências e atribuições comuns da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na esfera administrativa, EXCETO:
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: C
4: B
5: B
6: D
7: A
8: C
9: B
10: C
11: A
12: A
13: B
14: A
15: A
16: A
17: C
18: A
19: A
20: C