Questões de Concurso Público CRBio - 5ª Região 2025 para Analista Contábil

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Q3678243 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
O espelho, elemento central da crônica, adquire um valor simbólico que ultrapassa sua função literal. Considerando o texto, o espelho pode ser interpretado como:
Alternativas
Q3678244 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Observe o trecho: “Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes...”. A oração “que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes” exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3678245 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Analise o trecho: “O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas.” Assinale a alternativa em que a reescrita mantém a correção gramatical e a coerência semântica do período.
Alternativas
Q3678246 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
No fragmento: “O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito...” Assinale a alternativa em que todas as palavras destacadas apresentam processos de formação diferentes entre si.
Alternativas
Q3678247 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Com base nas regras gramaticais vigentes assinale a alternativa inteiramente correta quanto à classificação fonológica e à ortografia das palavras retiradas do texto.
Alternativas
Q3678248 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
O tempo passou, e o espelho foi esquecido.” Assinale a alternativa cuja reescrita mantém a correção gramatical e o mesmo valor sintático-semântico do trecho original.
Alternativas
Q3678249 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Analise as construções a seguir. Assinale a única correta quanto à regência e ao uso do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3678250 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Assinale a alternativa em que o processo de formação de palavras está corretamente identificado de acordo com a morfologia da língua portuguesa.
Alternativas
Q3678251 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Assinale a alternativa inteiramente correta quanto aos aspectos fonológicos e à acentuação gráfica das palavras do texto.
Alternativas
Q3678252 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
No trecho da crônica, lê-se: “Quando sinto saudades daquela cidade, abro a janela e deixo o vento do mar entrar.” Nesse contexto, a oração “Quando sinto saudades daquela cidade” expressa uma relação semântica de tempo com a ação principal “abro a janela e deixo o vento do mar entrar”. Essa relação é estabelecida por meio de uma conjunção que indica condição temporal de ocorrência da ação. Assinale a alternativa em que a reescrita preserva a correção sintática, a coerência semântica e o mesmo valor temporal da oração destacada
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: D
4: D
5: C
6: A
7: B
8: B
9: C
10: B