Questões de Concurso Público Câmara de Rio Acima - MG 2022 para Vigia

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Q4330309 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

O texto é exemplo de fábula, que é um texto que sempre traz uma lição moral.


No caso da moral do texto, é correto afirmar que 

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Q4330310 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.” (7º parágrafo)


No trecho acima, há quantos dígrafos?

Alternativas
Q4330311 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Os travessões empregados no texto servem para 
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Q4330312 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Participam como personagens do texto 
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Q4330313 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“Não chovia há muitos e muitos meses...” (1º parágrafo)


Nesse trecho, a ação ocupa

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Q4330314 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.” (3º parágrafo)



Assinale a opção que apresente uma palavra do trecho acima com divisão silábica incorreta.

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Q4330315 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos.” (1º parágrafo)



Assinale a opção que apresente corretamente um sinônimo para “inquietos”.

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Q4330316 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Analisando as palavras do texto, assinale a que se classifica como substantivo abstrato. 
Alternativas
Q4330317 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.” (2º parágrafo)



A palavra no trecho acima que deve ser classificada como um pronome é

Alternativas
Q4330318 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa.” (3º parágrafo)



Assinale a opção correta ao se passar o trecho sublinhado acima para o plural.

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Q4330319 Matemática

Leonardo foi comprar pneus para o seu carro e viu a seguinte promoção:



“COMPRE UM PNEU E LEVE DOIS POR R$ 550,00!”



Se Leonardo comprar dois pneus, levará 4 pneus pelo valor total de

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Q4330320 Matemática
Bruno foi ao posto e pediu para o frentista abastecer seu veículo com 5 litros da gasolina. Sabendo que o preço da gasolina custa R$ 7,40 e que Bruno pagou o abastecimento com uma nota de R$ 50,00, o valor do troco recebido por Bruno foi de
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Q4330321 Matemática
Se o dobro de um número vale 540, a metade desse número é igual a
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Q4330322 Matemática

A figura a seguir ilustra o contador de uma roleta de estação de trem.



Imagem associada para resolução da questão



Após passarem 152 pessoas, este contador marcará 

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Q4330323 Matemática

Colocando-se os números 11.101, 11.110, 11.001 e 1.010 em ordem de grandeza, do menor para o maior, obtêm-se

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Q4330324 Matemática

Um vigia de uma escola, a cada 75 minutos, deve realizar a ronda em todo o prédio. Para isso, ele deve escrever o horário de início e término da ronda. O horário da próxima ronda deve ser sempre iniciado com base no horário de término da ronda anterior.



Sabendo-se que a ronda em todo o prédio demora 25 minutos e que o início da ronda anterior foi registrado às 19 horas, a próxima ronda deverá ocorrer às

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Q4330325 Matemática

Bianca comprou 100 balas e resolveu dividi-las com suas amigas, Ana Beatriz, Maria Julia e Luciana, conforme os critérios abaixo:



⋅ Ana Beatriz ganhará 8 balas a mais que Maria Julia;


⋅ Luciana ganhará 7 balas a menos que Ana Beatriz.



Sabendo que Ana Beatriz ganhará 17 balas, a quantidade de balas que sobrará para Bianca será

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Q4330326 Raciocínio Lógico

Fabio comprou um relógio, conforme ilustrado pela figura abaixo: 



Imagem associada para resolução da questão




Neste relógio, 5 horas e 45 minutos será representado por: 

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Q4330327 Matemática

Dona Maria fez um bolo para seus netos, Mateus e Vitória, e o dividiu em 16 partes, conforme ilustrado pela figura abaixo:



Imagem associada para resolução da questão



Sabendo que Vitória comeu 1/4 do bolo, sobrarão para Mateus  

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Q4330328 Matemática

José decidiu comprar uma geladeira cujo valor é R$ 2.700,00. Se pagar à vista, terá um desconto de R$ 200,00 e, se comprar a prazo, pagará 36 parcelas de 135,00.



Nesse caso, a diferença entre o valor da compra à vista e o valor da compra a prazo será de 

Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: D
4: A
5: D
6: A
7: B
8: D
9: B
10: C
11: A
12: D
13: C
14: C
15: X
16: B
17: X
18: C
19: D
20: C