Questões de Concurso Público Prefeitura de Carangola - MG 2019 para Agente Comunitário de Saúde - ACS

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Q4368214 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
Do título do texto “O Futuro na geladeira” infere-se duas leituras: o futuro está, intrinsecamente, ligado à geladeira, depende dela ou o futuro está congelado.

Essa estratégia dá-se o nome de:
Alternativas
Q4368215 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
"Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água." (L. 41 e 42)

Esse excerto possui:
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O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
Assinale a opção que apresenta uma palavra do texto que é acentuada graficamente por um motivo diferente dos demais.
Alternativas
Q4368217 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
“A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer...” (L. 22 e 23).

O vocábulo “tão”, associado ao conectivo “que” estabelece entre as orações uma relação de:
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Q4368218 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
"Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos." (L. 9-11)

Assinale a opção que indica a justificativa adequada para o uso das vírgulas no período acima.
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Q4368219 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
Quanto à classe gramatical, assinale a opção que indica a correspondência correta dos termos sublinhados.
Alternativas
Q4368220 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
Analise as separações silábicas das palavras a seguir.

1. DIG-NI-DA-DE
2. CO-NHE-CI-MEN-TO
3. IN-GRE-SSA-RIA

A separação silábica está correta em:
Alternativas
Q4368221 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?

“O que fazer com aquilo, agora?” (L. 52 e 53)


A palavra sublinhada na frase acima se refere:

Alternativas
Q4368222 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
Recurso semântico empregado geralmente em textos literários é aquele pelo qual se opõe, numa mesma frase, duas palavras ou dois pensamentos de sentido contrário.

Das opções a seguir, assinale a que contém um exemplo expresso desse recurso.
Alternativas
Q4368223 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
Assinale a opção de que a forma verbal seja flexionada em um tempo diferente dos demais. 
Alternativas
Q4368224 Noções de Informática
Um usuário, ao trabalhar no sistema operacional Windows 10, selecionou uma pasta de trabalho e pressionou a tecla F2 com a intenção de:
Alternativas
Q4368225 Noções de Informática
Um usuário está trabalhando no MS Word 2013 e deseja alterar a formatação do trecho selecionado no texto a seguir.
12_1 a.png (477×215)

Para isso, clique em alguns botões na barra de tarefa de formatação de texto, obtendo o seguinte resultado:
12_1 b.png (477×229)

Para ter obtido a formatação acima, o usuário clicou nos seguintes botões:
Alternativas
Q4368226 Noções de Informática
Assinale uma opção que apresenta apenas navegadores de Internet.
Alternativas
Q4368227 Noções de Informática
No Windows 10, para criar uma nova pasta na Área de Trabalho, o usuário deve clicar com o botão direito do mouse, selecionar “Novo”, escolher “Pasta”, digitar o nome da Pasta e pressionar a tecla “Enter”. Contudo, essa operação também pode ser realizada de forma mais rápida por meio da combinação das seguintes teclas:
Alternativas
Q4368228 Noções de Informática
Um usuário estava editando uma planilha no MS Excel 2013, conforme ilustra a figura a seguir.
15_1.png (491×189)
Para selecionar somente pessoas do sexo feminino, ele selecionou as células A1:E1, clicou em um botão da guia “Dados” e obteve o seguinte resultado:
                               15_2.png (491×119)

Para alcançar o resultado obtido, o usuário clicou no seguinte botão:
Alternativas
Q4368229 Saúde Pública
Os indicadores básicos para a saúde no Brasil são c
Alternativas
Q4368230 Direito Sanitário
A Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo e dá outras providências.

Faz parte da lista nacional de doença de notificação compulsória:
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Q4368231 Saúde Pública
Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar.

A PNH estimula a comunicação entre gestores, trabalhadores e usuários para construir processos coletivos de enfrentamento de relações de poder, trabalho e afeto que muitas vezes produzem atitudes e práticas desumanizadoras que inibem a autonomia e a corresponsabilidade dos profissionais de saúde em seu trabalho e dos usuários no cuidado de si.

A Política Nacional de Humanização também é conhecida como:
Alternativas
Q4368232 Saúde Pública
Vinculada à Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, a PNH conta com equipes regionais de apoiadores que se articulam às secretarias estaduais e municipais de saúde. A partir dessa articulação, se constroem, de forma compartilhada, planos de ação para promover e disseminar inovações nos modos de fazer saúde. De acordo com a análise dos problemas e dificuldades em cada serviço de saúde e tomando por referência experiências bem-sucedidas de humanização, a PNH tem sido experimentada em todo o País.

Do SUS, partem as orientações da Política Nacional de Humanização, que são, respectivamente,
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Q4368233 História e Geografia de Estados e Municípios
Tombos do Carangola foi uma das primeiras povoações formadas, no vale mineiro do rio Carangola, graças à doação de terrenos feita pelo coronel Maximiniano e outros fazendeiros dos arredores. Mais acima, surgia outra comunidade, Santa Luzia do Carangola (atual Carangola).

O município de Carangola tem como Padroeira(o):
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: A
4: B
5: B
6: D
7: B
8: C
9: A
10: D
11: D
12: B
13: A
14: A
15: C
16: B
17: C
18: C
19: A
20: D