Questões de Concurso Público Câmara de Jaborandi - BA 2024 para Técnico em Contabilidade

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Q4316351 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque o que não se comprova na frase que dá título ao texto. 
Alternativas
Q4316352 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque a alternativa que não apresenta sinônimo de “Aventuras”.
Alternativas
Q4316353 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque o parágrafo que inicia com terno conjuntivo com ideia adversativa.
Alternativas
Q4316354 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – A expressão “tal como” do trecho: “O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo” – enuncia ideia de comparação.,
II – No trecho: “uma multiplicidade de episódios ou realizações” – temos, respectivamente: preposição essencial imposta pela regência nominal; conjunção coordenativa; termo polissílabo oxítono com ditongo nasal, sem acento gráfico que justifique a tonicidade, porque til não é acento.
III – No trecho: “No que diz respeito à escrita” – temos, respectivamente: um verbo irregular conjugado no presente do modo indicativo; uma palavra com ditongo e uma com encontro consonantal.
IV – No trecho: “nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato” – temos, respectivamente: um pronome em posição de próclise; uma conjunção subordinativa com ideia condicional; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
Alternativas
Q4316355 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque a oração escrita com os termos essenciais (sujeito e predicado) explícitos e na ordem direta. 
Alternativas
Q4316356 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – No trecho: “o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico” – as vírgulas separam uma palavra que tem o mesmo sentido contextual de “portanto”.
II – No trecho: “foi¹ e continua sendo percebido² como³ uma verdadeira revolução” – temos na ordem crescente (1; 2; 3), respectivamente: um verbo no tempo pretérito perfeito do modo indicativo; uma locução verbal; uma conjunção subordinativa usada com o sentido comparativo
III – A expressão: “no final do quarto milênio a.C.” – enuncia ideia temporal, escrita com um numeral ordinal “quarto”.
IV – No trecho: “Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura”, - temos, respectivamente: um artigo definido feminino plural que concorda com o substantivo subsequente em gênero e em número; uma preposição essencial imposta pela regência nominal; um pronome relativo e um pronome demonstrativo (ambos escritos com dígrafo). 
Alternativas
Q4316357 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque a figura de linguagem que constrói a frase: “como todos sabemos”
Alternativas
Q4316358 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – Os termos trissílabos: “números”; “título”; “séculos” são proparoxítonos.
II – Todas as palavras: “e”; “que”; “mas” são invariáveis em gênero e em número.
III – O TIL das palavras: “realizações”; : “não” e : “manifestações” serve apenas para marcar a tonicidade, porque elas são oxítonas com ditongo decrescentes.
IV – Entre os termos do trecho: “. Pressuposição¹ segundo² a qual a escrita seria³ essencialmente um produto derivado da língua” – numeramos na ordem crescente (1; 2; 3), identificamos: um substantivo escrito com encontro consonantal, dígrafo e encontro vocálico; um termo trissílabo usado no sentido de conformidade; um verbo conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
Alternativas
Q4316359 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Se o verbo “Pense” for conjugado na segunda pessoa do plural, no mesmo modo imperativo afirmativo, obtém-se a forma correta.
Alternativas
Q4316360 Não definido
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
No estudo de “Fonética” e “Fonologia”, temos características de ambas, estabelecendo as suas diferenças, entre elas, citamos o exemplo seguinte:

Letra e fonema são diferentes. Percebemos isso quando pensamos na letra x. Nas palavras seguintes, a letra x (escrita) tem diferentes fonemas (sons):

• em caixa, o x tem som de x /c/ /a/ /i/ /x/ /a/
• em texto, o x tem som de s /t/ /e/ /s/ /t/ /o/
• em fixo, o x tem som de cs /f/ /i/ /c/ /s/ /o/
(Fonética e Fonologia: o que elas estudam - Toda Matéria (todamateria.com.br))

Sobre “Fonética” e “Fonologia”, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – “Fonética” estuda os sons da fala em seus aspectos físicos, acústicos e fisiológicos, enquanto a fonologia estuda os padrões de som em linguagens específicas.
II – “Fonologia” interpreta e organiza os sons que podem diferenciar significados, chamados de fonemas.
III – Como exemplo, citamos: na pronúncia da palavra “dieta” a fonética irá analisar como as consoantes /d/ e /i/ são articuladas: /dj/. Já a fonologia irá analisar como esses sons se organizam em uma sílaba: /dɪtɐ/.
IV – Na escrita, as palavras são formadas por letras, enquanto na fala, as palavras são formadas por fonemas (unidades mínimas significativas de uma palavra numa língua).
Alternativas
Q4316361 Não definido
Um jardim colorido é ornamentado com 228 rosas exuberantes. O jardineiro planeja plantar essas rosas em fileiras uniformes, colocando 6 rosas em cada fileira. Com estes dados, marque a alternativa que apresenta quantas fileiras o jardineiro planeja criar.
Alternativas
Q4316362 Não definido
Maria decidiu economizar dinheiro para comprar um novo celular. Ela economiza R$ 50,00 por semana. Sabendo-se e o celular custa R$ 600,00, marque a alternativa que apresenta quantas semanas Maria precisará economizar para comprar o celular. 
Alternativas
Q4316363 Não definido
Senhor João é catador de papelão, e vende os seus papelões para uma empresa de reciclagem. Quando ele chegou para vender, o comprador perguntou quantos papelões ele tinha. Sabendo-se que ele tinha 2 quilos e que cada papelão pesa 20 gramas, marque a alternativa que apresenta quantos papelões Senhor João tinha\ no momento em que chegou ao local da venda.
Alternativas
Q4316364 Não definido
O tanque de um posto de gasolina tem capacidade para 258,4 litros. Se um motorista deseja abastecer seu carro com 15,2 litros, marque a alternativa que apresenta a quantidade de vezes possível que esse tanque do posto conseguirá encher o tanque do carro sem que este fosse reabastecido. 
Alternativas
Q4316365 Não definido
Um motorista quer viajar 1.000 quilômetros em 20 horas. Com base nesta informação, marque a alternativa que apresenta qual deve ser a velocidade média do motorista para cumprir o prazo estabelecido para a viagem dele. 
Alternativas
Q4316366 Não definido
Analise as assertivas seguintes:

I – Os números naturais são inteiros positivos, estão agrupados num conjunto chamado de N, composto de um número ilimitado de elementos.
II – Todos os números naturais possuem um antecessor (número anterior) e um sucessor (número posterior), exceto o número zero (0).
III – A função dos números naturais é contar e ordenar.
IV – A unidade fundamental de comprimento no sistema internacional é o centímetro (cm).

Marque a alternativa com a série correta.
Alternativas
Q4316367 Não definido
Um peregrino percorre na primeira semana 1/6 do caminho que pretende andar. Na segunda semana, ele anda mais 1/3. Na terceira semana, ele percorre 2/9. Que fração do caminho resta no início da quarta semana?
Alternativas
Q4316368 Não definido
Raciocínio lógico é a capacidade de usar a razão ou uma sequência de juízos para chegar a uma conclusão ou resolver um problema. Existem diferentes tipos de raciocínio lógico, como indução, dedução e abdução, que se baseiam em princípios como o terceiro excluído, a não contradição e o princípio da identidade. Nessa dimensão, analise as assertivas com o código V(verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – Em uma fila existem 50 burros todos com arreio, andando bem rápido, mas o primeiro deles cai, vira-se para trás e consegue contar 49 burros em pé e andando.
II – Um pato botou um ovo em um terreno que fica entre dois Estados da Região Nordeste: Estado A e Estado B. De acordo com o IBAMA, o ovo deve ser quebrado e dividido entre os dois Estados, para que haja justiça. Dessa forma, cada Estado tem que ficar com metade do ovo.
III – Considere que este enunciado tem foco no “tempo” e analise esta assertiva com atenção: “Cinco raposas comem cinco galos em 6 minutos. Onze raposas comem onze galos em 6 minutos”.
IV – O pai do Padre é filho de meu avô. Então, eu tenho a certeza de que sou sobrinho do Padre. 
Alternativas
Q4316369 Não definido
Marque a alternativa com exemplos de números primos e exemplos de números divisíveis por 4 e 8 ao mesmo tempo, respectivamente.
Alternativas
Q4316370 Não definido
Augusto tem uma barraca de frutas e precisa ser abastecida. Ontem, ele comprou: uma dúzia e meia de laranjas; duas dúzias de abacates, uma dezena e meia de mangas e três dúzias de abacaxis. Ele resolveu vender cada fruta por R$ 0,40. Quanto Augusto arrecadou após vender a última fruta? Quanto ele ainda precisa para pagar uma dívida de R$ 43,30?

Marque a alternativa cujos dados estão corretos e respectivos para responder ao enunciado da questão. 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: B
4: E
5: C
6: A
7: B
8: B
9: E
10: D
11: B
12: E
13: B
14: C
15: D
16: D
17: B
18: E
19: C
20: A