Questões de Concurso Público PND 2025 para GEOGRAFIA - Licenciatura
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Disponível em: www.educadorinclusivo.org.br. Acesso em: 15 ago. 2025 (adaptado).
TEXTO 2
Em uma sala de aula do Ensino Fundamental, uma turma recebeu um estudante surdo e que se comunicava por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Considerando que o professor regente não era fluente em Libras, para garantir a participação do estudante nas atividades, a escola contratou um intérprete que adaptava e conduzia as atividades pedagógicas com o estudante sem a participação do professor.
Ao relacionar a situação descrita no Texto 2 com a figura apresentada no Texto 1, conclui-se que está ocorrendo um processo de
Para que essa proposta promova o letramento científico, o professor deve
Participação feminina em cada área do conhecimento para publicações com autores no Brasil no período 2018 a 2022.
Disponível em: www.static.poder360.com.br. Acesso em: 29 jul. 2025 (adaptado).
Os dados do gráfico seguem a classificação de áreas de pesquisa das revistas científicas em que as publicações foram editadas e revelam marcante presença feminina em áreas como Enfermagem (80%) e Psicologia (61%), mas baixos índices em Matemática (19%), Ciência da Computação (21%) e Engenharia (24%).
A partir desse material, a proposta pedagógica que representa uma ação do professor para estimular a equidade de gênero nas áreas do conhecimento é
NASCIMENTO, W. F. As religiões de matrizes africanas, resistência
e contexto escolar: entre encruzilhadas. In: Memórias do
Baobá II. Fortaleza: Editora UFC, 2017 (adaptado).
Com base no texto e nas ações de enfrentamento ao racismo religioso no espaço escolar, é correto afirmar que a
Ensino de geografia e geografia humanista
Aproximações a partir da teoria paulofreiriana e dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia
A geografia humanista destaca-se pela ênfase dada ao ser humano, aos seus valores, às experiências e ao universo vivido. Em âmbito científico, aquilo que era visto com contornos claros, limitados e precisos, abriu a possibilidade de incorporação de variáveis relativas aos aspectos do inconsciente, do imaginário e das emoções, em fluxos que quebraram a rigidez, permitiram a flexibilidade e a singularidade do ser. Essas questões, antes inconcebíveis, na atualidade se enquadram ao lado de áreas de prestígio, por exemplo bioengenharia, pensamento quântico e ciberespaço. No que se refere à geografia escolar, pode-se afirmar que a fenomenologia, assim como o materialismo histórico-dialético, contribuiu para uma nova forma de pensar o ensino, a aprendizagem e a relação entre ambos, não somente em nível acadêmico, como também em âmbito escolar. Assim, os diversos horizontes do pensamento geográfico influenciam o ensino de Geografia, tanto na sistematização de conteúdos, habilidades e competências, como no modo de ensinar e aprender. Embora saibamos que a geografia humanista influenciou e vem influenciando o ensino de Geografia, de modo direto ou indireto, nas escolas brasileiras, acreditamos que ainda exista uma carência acerca de sua sistematização e organização.
SUESS, R. C.; LEITE, C. M. C. Ensino de geografia e geografia humanista: aproximações a partir da teoria paulofreiriana e
dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia. Rev. Bras. Educ. Geog., n. 15, jan.-jun., 2018 (adaptado).
TEXTO 2
Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de Geografia
O ensino de Geografia pelo marxismo promove a compreensão da totalidade concreta e a propagação de valores fundamentais, como solidariedade, liberdade, justiça e igualdade. A ciência geográfica fundamenta-se na compreensão do espaço como totalidade. Ensinar Geografia significa possibilitar a compreensão do espaço nos aspectos materiais e imateriais, ou em termos marxistas, compreender dialeticamente a realidade. O ensino de Geografia colabora para o exame crítico das condições materiais e imateriais dos sujeitos com suas relações originárias de suas situações econômica, cultural, social, histórica e espacial. Ensinar Geografia é permitir aos sujeitos compreenderem-se como criadores de sua própria história e espacialidade. Mas não se trata de criação individual, pois a coletividade é mola propulsora dessa construção.
BARBOSA, T.; AZEVEDO, J. R. N. Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de geografia.
Rev. Bras. Educ. Geog., n. 2, jul.-dez., 2011 (adaptado).
Ao analisar os excertos dos textos, os quais versam sobre duas correntes do pensamento geográfico, um docente concluiu que
do pensamento e das funções mentais
no ensino de Geografia
O que é relevante na relação entre a percepção, o ensino de Geografia e as imagens? Ora, existe uma articulação direta entre a percepção, os processos cognitivos e a linguagem. É a partir da visão e da percepção que se estrutura o pensamento visual. Assim, ao ler um desenho, uma fotografia ou um mapa, a criança vai desenvolvendo suas funções. Por isso, a imagem entra como mediadora na estruturação do pensamento: a criança lê a imagem, atribui sentido e estrutura o seu pensamento. A percepção dos estudantes sobre as cidades, por exemplo, pode ser questionada, construída e (re)construída a partir das imagens. Uma fotografia, uma pintura e/ou um vídeo da cidade oferecem a possibilidade de questionar os sentidos atribuídos à paisagem urbana observada, ao pensamento que se tem formado, mas que pode ser alterado, constituindo, assim, um outro modo de olhar e compreender a cidade.
PIRES, C. Disponível em: www.revistaedugeo.com.br.
Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).
Considerando os aportes teórico-metodológicos do texto e uma proposta de linguagem audiovisual a ser utilizada como suporte didático em uma aula de Geografia, um professor, ao abordar uma problemática do tema socioambiental, utilizou como recurso metodológico o(a)
TEXTO 1

Censo 2022: rede de esgoto alcança 62,5% da população, mas
desigualdades regionais e por cor e raça persistem.
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.
Acesso em: 24 maio 2025 (adaptado).
TEXTO 2
No Brasil, o Programa de Saúde da Família (PSF) pode ser visto como uma retomada de proposições contidas nas políticas públicas federais que estiveram em evidência, desde meados dos anos 1970 até início dos anos 1980. Nesse sentido, destacam-se o Programa de Interiorização de Ações de Saúde e Saneamento (PIASS), 1976, e o Programa Nacional de Serviços Básicos de Saúde (7ª Conferência Nacional de Saúde, 1982), que visavam a extensão da cobertura e ampliação do acesso a serviços de saúde para grupos sociais marginalizados, moradores em regiões de baixa densidade populacional, ou pequenos centros urbanos da Região Nordeste, com condições de saúde muito precárias. No PSF, os agentes comunitários de saúde são incluídos em equipes de trabalho multidisciplinar, com proposta de atuação para a unidade básica, o domicílio e a comunidade.
SILVA, J. A.; DALMASO, A. S. O agente comunitário de saúde e
suas atribuições: os desafios para os processos de formação
de recursos humanos em saúde. Interface – Comunicação,
Saúde, Educação, n. 10, fev. 2002 (adaptado).