Questões de Concurso Público PND 2025 para FILOSOFIA - Licenciatura
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GUIDO, H.; GALLO, S.; KOHAN, W. O. Princípios e possibilidades para uma metodologia filosófica do ensino de filosofia.
In: CARVALHO, M.; CORNELLI, G. (Orgs.). Ensinar filosofia. Cuiabá: Central de Textos, 2013.
Quais etapas teórico-metodológicas se fundamentam em princípios coerentes com a Filosofia socrática que subsidiam o ensino da filosofia na contemporaneidade?
O processo de ensino-aprendizagem será favorecido se o professor adotar como método:
RICOEUR, P. Leituras 3: nas fronteiras da filosofia. São Paulo: Loyola, 1996.
Conforme esse texto, ao promover um debate acerca da diversidade cultural religiosa em sala de aula, cabe ao professor de filosofia direcionar o debate para
ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (adaptado).
Esse trecho pode ser usado como modelo em sala de aula, visto que o ensino da filosofia
E por que, não obstante, constitui a guerra um problema? Porque ela não é somente o homicídio institucionalizado; mais exatamente porque o homicídio do inimigo coincide com o sacrifício do indivíduo à sobrevivência física de seu próprio Estado. É com efeito nesse ponto que a guerra propõe aquilo que eu chamaria o problema de uma “ética da angústia”. Se a guerra só me pusesse em face de um problema: matarei o inimigo ou não o matarei? – só o medo e a idolatria de um Estado divinizado explicariam minha submissão ao Estado maléfico, e esses dois motivos me condenariam totalmente; meu dever estrito seria ser objetante de consciência. Mas a guerra também me propõe uma outra questão: deverei arriscar minha vida para que meu Estado sobreviva? A guerra é essa situação-limite, essa situação absurda, que faz coincidir o homicídio com o sacrifício. Promover a guerra é, para o indivíduo, ao mesmo tempo matar o próximo, o cidadão de outro Estado, e pôr sua vida em jogo para que o Estado respectivo continue a existir.
RICOEUR, P. História e verdade.
Rio de Janeiro: Forense, 1968.
TEXTO 2
O Estado somos nós, ele não é nada mais do que o representante e promotor da rousseauniana vontade geral, e cabe ao conjunto da sociedade fazer com que o Estado promova e implemente a educação pública que queremos.
GALLO, S. A escola pública numa perspectiva
anarquista. Verve, n. 1, 2002 (adaptado).
O Texto 1 remete ao conflito entre interesses individuais e interesses públicos em uma situação de guerra. Esse conflito, porém, pode ser constatado em situações menos dramáticas que a guerra, como a tensão entre o comportamento dos estudantes e as regras da escola, como apontado no Texto 2. Com base na angústia mencionada com a situação de guerra abordada no Texto 1, do ponto de vista institucional, como se interpreta o Texto 2 numa situação conflituosa no ambiente escolar?
CHAUÍ, M. Simulacro e poder: uma análise da mídia.
São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2006.
Um professor que pretende abordar criticamente o conteúdo desse texto em sala de aula escolhe a seguinte metodologia didático-pedagógica:
PLATÃO. A República. São Paulo: Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.
Com base no Mito da caverna, um professor propôs uma atividade em que os estudantes deveriam responder à seguinte problemática: libertar-se ou ser libertado? As respostas seriam postadas em uma plataforma interativa e expostas em tempo real perante toda a turma, a fim de suscitar interação, debate e embate de ideias. Ao relacionar o pensamento de Platão ao uso de TDICs, esse professor