Questões de Concurso Público PND 2025 para FILOSOFIA - Licenciatura

Foram encontradas 37 questões

Q3707341 Pedagogia
TEXTO I

  Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: www.educadorinclusivo.org.br. Acesso em: 15 ago. 2025 (adaptado).
TEXTO 2
 Em uma sala de aula do Ensino Fundamental, uma turma recebeu um estudante surdo e que se comunicava por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Considerando que o professor regente não era fluente em Libras, para garantir a participação do estudante nas atividades, a escola contratou um intérprete que adaptava e conduzia as atividades pedagógicas com o estudante sem a participação do professor.

Ao relacionar a situação descrita no Texto 2 com a figura apresentada no Texto 1, conclui-se que está ocorrendo um processo de
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Q3707342 Pedagogia
Um professor, diante de questionamentos acerca da eficácia das vacinas na comunidade, propõe aos estudantes a realização de práticas pedagógicas sobre a relação entre o aumento da ocorrência de doenças que haviam sido erradicadas e o baixo índice de vacinação referente aos imunizantes do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Considerando o papel da escola como espaço de promoção do letramento científico, o professor inicia um projeto de conscientização da comunidade escolar quanto à importância da atualização das carteiras vacinais e do combate à desinformação. A fim de atender aos objetivos do projeto, foi elaborada uma proposta de prática pedagógica.

Para que essa proposta promova o letramento científico, o professor deve
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Q3707343 Pedagogia
 A fim de cumprir a Lei n. 14 986/2024, que inclui na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) a “obrigatoriedade de abordagens fundamentadas nas experiências e nas perspectivas femininas nos conteúdos curriculares do ensino fundamental e médio”, um professor do Ensino Médio apresentou aos estudantes dados do Relatório “Em direção à equidade de gênero no Brasil” sobre a participação de mulheres em publicações científicas no Brasil entre 2018 e 2022
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Participação feminina em cada área do conhecimento para publicações com autores no Brasil no período 2018 a 2022.
Disponível em: www.static.poder360.com.br. Acesso em: 29 jul. 2025 (adaptado).

Os dados do gráfico seguem a classificação de áreas de pesquisa das revistas científicas em que as publicações foram editadas e revelam marcante presença feminina em áreas como Enfermagem (80%) e Psicologia (61%), mas baixos índices em Matemática (19%), Ciência da Computação (21%) e Engenharia (24%).

A partir desse material, a proposta pedagógica que representa uma ação do professor para estimular a equidade de gênero nas áreas do conhecimento é
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Q3707345 Pedagogia
O espaço escolar é um lugar de convívio. Nele encontramos não apenas as relações das pessoas com o conhecimento, mas também o aprendizado de como as pessoas se relacionam entre si e com o restante do mundo. Exatamente por isso os conflitos aparecem, e a gestão da escola deve saber como lidar com eles. Por reproduzir as lógicas sociais, encontramos, também na escola, relações que desvalorizam o que é entendido como contra-hegemônico nas culturas. E isso impacta negativamente nas pessoas negras e nas praticantes das Religiões de Matrizes Africanas. Talvez os signos de Exu e de Ogum sejam boas pistas sobre como lidar com a escola na busca de espaços menos opressivos. Essas duas divindades do panteão iorubano são vinculadas aos caminhos, à comunicação, à política, aos conflitos e, de algum modo, à própria educação. Exu e Ogum nos ensinam que a convivência não precisa de uma suposição de que todas e todos pensem do mesmo modo, desejem do mesmo modo, caminhem pelos mesmos caminhos. Mas ensinam que o mundo é criado coletivamente e que, entre conflitos e andanças, devemos preservar as diferenças.

NASCIMENTO, W. F. As religiões de matrizes africanas, resistência
e contexto escolar: entre encruzilhadas. In: Memórias do
Baobá II. Fortaleza: Editora UFC, 2017 (adaptado).

Com base no texto e nas ações de enfrentamento ao racismo religioso no espaço escolar, é correto afirmar que a
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3708991 Pedagogia
 A escola, segundo a teoria da pedagogia tradicional, surge como um antídoto à ignorância, logo, um instrumento para equacionar o problema da marginalidade. Seu papel é difundir a instrução, transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade e sistematizados logicamente. O mestre-escola será o artífice dessa grande obra. A escola organiza-se como uma agência centrada no professor, o qual transmite, segundo uma gradação lógica, o acervo cultural aos estudantes. A estes cabe assimilar os conhecimentos que lhes são transmitidos.

Uma nova teoria educacional surge: a pedagogia tecnicista. A partir do pressuposto da neutralidade científica e inspirada nos princípios de racionalidade, eficiência e produtividade, essa pedagogia advoga a reordenação do processo educativo de maneira a torná-lo objetivo e operacional. De modo semelhante ao que ocorreu no trabalho fabril, pretende-se a objetivação do trabalho pedagógico.

SAVIANI, D. Escola e democracia. Campinas: Autores Associados, 2008 (adaptado).
A comparação entre as duas concepções educacionais expostas no fragmento permite afirmar que
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3708992 Pedagogia
 A escola, segundo a teoria da pedagogia tradicional, surge como um antídoto à ignorância, logo, um instrumento para equacionar o problema da marginalidade. Seu papel é difundir a instrução, transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade e sistematizados logicamente. O mestre-escola será o artífice dessa grande obra. A escola organiza-se como uma agência centrada no professor, o qual transmite, segundo uma gradação lógica, o acervo cultural aos estudantes. A estes cabe assimilar os conhecimentos que lhes são transmitidos.

Uma nova teoria educacional surge: a pedagogia tecnicista. A partir do pressuposto da neutralidade científica e inspirada nos princípios de racionalidade, eficiência e produtividade, essa pedagogia advoga a reordenação do processo educativo de maneira a torná-lo objetivo e operacional. De modo semelhante ao que ocorreu no trabalho fabril, pretende-se a objetivação do trabalho pedagógico.

SAVIANI, D. Escola e democracia. Campinas: Autores Associados, 2008 (adaptado).
Ao comparar as duas concepções apresentadas pelo autor, pode-se afirmar que, na pedagogia tradicional, o professor
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3708998 Pedagogia
TEXTO 1
Ser dialógico, para o humanismo verdadeiro, não é dizer-se descomprometidamente dialógico; é vivenciar o diálogo. Ser dialógico é não invadir, é não manipular, é não sloganizar. Ser dialógico é empenhar-se na transformação constante da realidade. Esta é a razão pela qual, sendo o diálogo o conteúdo da forma de ser própria à existência humana, está excluído de toda relação na qual alguns homens sejam transformados em “seres para outro” por homens que são falsos “seres para si”. O que se pretende com o diálogo, em qualquer hipótese (seja em torno de um conhecimento científico e técnico, seja de um conhecimento “ex-periencial”), é a problematização do próprio conhecimento em sua indiscutível reação com a realidade concreta na qual se gera e sobre a qual incide, para melhor compreendê-la, explicá-la, transformá-la.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? São Paulo: Paz e Terra, 2006.

TEXTO 2

Fato ou fake: como os criadores de fake news tentam enganar você?
Segundo os especialistas, as mensagens falsas são feitas para chamar a atenção das pessoas. Por isso, é comum que elas tenham teorias da conspiração, informações bombásticas (e improváveis) e muitos emojis e exclamações. “Estudos de como as coisas viralizam na internet são enfáticos ao falar que uma desinformação ou qualquer conteúdo que crie comoção ou uma reação emotiva tende a viralizar. Quando essa comoção é de medo, de angústia, de raiva, tende a viralizar com mais sucesso comparada com uma emoção positiva”, diz um professor da Universidade da Virgínia e pesquisador de Harvard, nos Estados Unidos.
VELASCO, C.; ROCHA, G.; DOMINGOS, R. Disponível em: https://g1.globo.com.
Acesso em: 28 maio 2025 (adaptado).

Ao promover um debate entre os estudantes sobre o uso abusivo de redes sociais digitais, um professor orienta que eles discutam sobre as consequências dessa dependência tecnológica e sistematizem os resultados desse debate na produção coletiva de um texto. Esse procedimento está em conformidade com as perspectivas de Paulo Freire, pois
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709000 Pedagogia
 Educação após Auschwitz


Qualquer debate acerca de metas educacionais carece de significado e importância frente a essa meta: que Auschwitz não se repita. Ela foi a barbárie contra a qual se dirige toda a educação. Fala-se da ameaça de uma regressão à barbárie. Mas não se trata de uma ameaça, pois Auschwitz foi a regressão; a barbárie continuará existindo enquanto persistirem no que têm de fundamental as condições que geram esta regressão. É isto que apavora. Apesar da não visibilidade atual dos infortúnios, a pressão social continua se impondo. Ela impele as pessoas em direção ao que é indescritível e que, nos termos da história mundial, culminaria em Auschwitz. Dentre os conhecimentos proporcionados por Freud, efetivamente relacionados inclusive à cultura e à sociologia, um dos mais perspicazes parece-me ser aquele de que a civilização, por seu turno, origina e fortalece progressivamente o que é anticivilizatório. 

ADORNO, T. W. Educação e emancipação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 199
Em uma aula de filosofia para a 3ª série do Ensino Médio, o professor fez uma introdução ao pensamento de Theodor Adorno relacionando-o com o filme A onda (Die Welle, 2008). O filme retrata um experimento conduzido por um professor que, ao ensinar sobre autocracia, leva seus estudantes a vivenciarem um regime autoritário dentro da sala de aula. O grupo adota símbolos e comportamentos autoritários, mas o experimento sai do controle, revelando como o autoritarismo pode emergir em contextos democráticos. Alguns estudantes se identificaram com o filme e trouxeram relatos de comunidades das quais participam na internet, cujos discursos lembram os de grupos extremistas e radicais. Diante dessa situação, uma intervenção pedagógica vinculada ao pensamento de Adorno e que analise a adesão aos grupos extremistas é:
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709010 Pedagogia
Nas sociedades de controle, que cada vez mais parecem materializar-se diante de nossos olhos, a tônica dominante é, portanto, o controle permanente sobre os fluxos de informação, sobre os padrões de comportamento dos indivíduos, gerando relações de poder mais difusas e descentradas, mas, mesmo por isso, mais abrangentes e mais eficientes no processo de regulação social.
GALLO, S.; ASPIS, R. L. Ensino de filosofia e cidadania nas “sociedades de
controle”: resistência e linhas de fuga.
Pró-posições, n. 1, jan.-abr. 2010.

Com base no texto, uma intervenção pedagógica no contexto de sala de aula, como forma de resistência à sociedade de controle, deve estimular o(a)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709011 Pedagogia
TEXTO 1

A razão é que uma relativa intensificação das forças produtivas já não representa eo ipso um potencial excedente e com consequências emancipadoras, em virtude do qual entrem em colapso as legitimações de uma ordem de dominação vigente. Pois agora, a primeira força produtiva, a saber, o progresso técnico-científico submetido a controle, tornou-se o fundamento da legitimação. Esta nova forma de legitimação perdeu, sem dúvida, a velha forma de ideologia. A consciência tecnocrática é, por um lado, “menos ideológica” do que todas as ideologias precedentes; pois não tem o poder opaco de uma ofuscação que apenas sugere falsamente a realização dos interesses. Por outro lado, a ideologia de fundo, um tanto vítrea, hoje dominante, que faz da ciência um feitiço, e mais irresistível e de maior alcance do que as ideologias de tipo antigo, já que com a dissimulação das questões não só justifica o interesse parcial de dominação de uma determinada classe e reprime a necessidade parcial de emancipação por parte de outra classe, mas também afeta o interesse emancipador como tal do gênero humano.

HABERMAS, J. Técnica e ciência como ideologia.

Lisboa: Edições 70, 1968 (adaptado).


TEXTO 2 Há centenas de narrativas de povos que estão vivos, contam histórias, cantam, viajam, conversam e nos ensinam mais do que aprendemos nessa humanidade. Nós não somos as únicas pessoas interessantes no mundo, somos parte do todo. Isso talvez tire um pouco da vaidade dessa humanidade que nós pensamos ser, além de diminuir a falta de reverência que temos o tempo todo com as outras companhias que fazem essa viagem cósmica com a gente.

KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo.

São Paulo: Cia. das Letras, 2019
Em uma aula de filosofia para a 2ª série do Ensino Médio, uma professora apresentou algumas reflexões sobre o uso crescente de artefatos tecnológicos entre crianças, jovens e adultos. Com base nesses textos, qual atividade pedagógica é adequada para essa professora analisar o impacto da tecnologia na vida dos indivíduos?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709023 Pedagogia
A reflexão sobre o ensino de filosofia na Educação Básica envolve diferentes abordagens. Franklin Leopoldo e Silva, por exemplo, questiona se a História da Filosofia deve ser o centro ou apenas um referencial do currículo: como centro, organiza o conteúdo; como referencial, submete-se às questões filosóficas. Diante disso, pode-se considerar o desdobramento de três eixos curriculares: o histórico, que segue uma certa ordem centrada na produção das obras filosóficas, mas que pode se tornar enciclopédico; o temático, que aborda temas filosóficos próximos da vivência dos estudantes; e o problemático, que organiza o ensino em torno de problemas filosóficos, que, conforme Silvio Gallo, permite integrar tanto os temas quanto a História da Filosofia e convidar o estudante ao exercício de elaboração de conceitos filosóficos.

Conforme as propostas e diretrizes mais atuais do ensino de filosofia, espera-se que os estudantes se apropriem dos conteúdos desse componente curricular. Dessa forma, como parte dos processos de ensino e de aprendizagem, um tipo de avaliação pertinente é a
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709024 Pedagogia
O professor-filósofo e seus estudantes-filósofos-potenciais conformam um espaço comum de recriação no qual as perguntas se convertem em problemas que olham duas direções: para a singularidade de cada um no perguntar-se (e a busca pessoal de respostas) e para a universalidade do perguntar filosófico (e as respostas que os filósofos se deram ao longo do tempo). Em um curso filosófico, essas direções confluem e se alimentam mutuamente. O resultado possível desse encontro é que ensinar Filosofia, então, nunca terá garantias de que alguém “aprenda” a ser “um filósofo”, ao menos do modo como o professor deseja. O que um bom professor tentará fazer é criar as condições para que talvez se dê um “amor”.
CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica, 2009 (adaptado).

Uma professora da 2ª série do Ensino Médio, ao compreender que o estudante é um filósofo em potencial, organiza suas aulas adotando a aprendizagem baseada em problemas como metodologia de ensino. Ao selecionar o modo de avaliar os estudantes, ela opta por um sistema no qual
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709032 Pedagogia
O conceito, criação racional, pode ser apreendido. Já o problema que mobiliza o pensamento, por ser sensível, pré-racional, não pode ser compreendido. A proposta contida neste capítulo é a de um “método regressivo”: a partir de um conceito ou conjunto de conceitos criados por um filósofo, regredir ao problema ou problemas que o levou(aram) a criá-lo. E, mediante a realização desse movimento regressivo com os estudantes, dar a eles o “direito a seus próprios problemas”, habilitando-os a fazerem eles mesmos o movimento de pensamento e criação de conceitos. Em outras palavras, propõe-se aqui um método para o ensino de filosofia que seja emancipador, que ofereça a cada um as ferramentas para pensar por si mesmo.

GALLO, S. Metodologia do ensino de Filosofia: uma didática para o Ensino Médio. São Paulo: Papirus, 2012.
A pedagogia histórico-crítica propõe um método no qual o estudante, com base em sua prática social, problematize-a, seja instruído com o saber sistematizado, promova a catarse e realize sua prática social sob nova condição. Há aspectos que dialogam com o movimento “regressivo”, proposto por Silvio Gallo, que parte da problematização (afetação) em direção à apropriação crítica do conhecimento filosófico, visando o desenvolvimento do pensar por si próprio. Qual procedimento pedagógico é coerente com o diálogo entre a pedagogia histórico-crítica e a pedagogia do conceito?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709036 Pedagogia
No planejamento de uma sequência didática para uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), um professor de filosofia necessita incluir dois estudantes surdos recém-integrados à escola. Com o apoio da intérprete de Libras, ele busca reorganizar suas estratégias de ensino, de modo a garantir a participação efetiva de todos os estudantes no processo de aprendizagem filosófica. Seu objetivo é possibilitar a apropriação conceitual do conhecimento filosófico por meio de estratégias que respeitem a diversidade linguística e cultural da turma, promovendo a autonomia e a valorização das experiências dos estudantes surdos. Em um dos encontros, propõe o tema da liberdade, considerando sua complexidade e pertinência para a realidade dos estudantes. Na aula seguinte, que tratou de Estética e Filosofia da Arte, o professor exibiu a pintura O naufrágio, de Wiliam Turner, como ponto de partida para uma discussão filosófica, articulando esse tema da liberdade à tensão entre a fragilidade humana e as forças da natureza.

  

 TURNER, W. O naufrágio. Óleo sobre tela, 171 × 240 cm.

Tate Gallery, Londres, 1805.

Disponível em: www.tate.org.uk. Acesso em: 25 maio 2025.
A inclusão dos estudantes surdos no processo de ensino e aprendizagem do conceito trabalhado nessa turma de EJA é promovida por meio do(a)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709037 Pedagogia
No planejamento de uma sequência didática para uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), um professor de filosofia necessita incluir dois estudantes surdos recém-integrados à escola. Com o apoio da intérprete de Libras, ele busca reorganizar suas estratégias de ensino, de modo a garantir a participação efetiva de todos os estudantes no processo de aprendizagem filosófica. Seu objetivo é possibilitar a apropriação conceitual do conhecimento filosófico por meio de estratégias que respeitem a diversidade linguística e cultural da turma, promovendo a autonomia e a valorização das experiências dos estudantes surdos. Em um dos encontros, propõe o tema da liberdade, considerando sua complexidade e pertinência para a realidade dos estudantes. Na aula seguinte, que tratou de Estética e Filosofia da Arte, o professor exibiu a pintura O naufrágio, de Wiliam Turner, como ponto de partida para uma discussão filosófica, articulando esse tema da liberdade à tensão entre a fragilidade humana e as forças da natureza.

  

 TURNER, W. O naufrágio. Óleo sobre tela, 171 × 240 cm.

Tate Gallery, Londres, 1805.

Disponível em: www.tate.org.uk. Acesso em: 25 maio 2025.
Em uma aula de Estética, considerando as especificidades de estudantes surdos em uma turma de EJA, a abordagem didática adequada para favorecer a compreensão conceitual e a participação no processo de ensino e de aprendizagem consiste em
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709038 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação afirma, no artigo 35-D, que a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio estabelece direitos e objetivos de aprendizagem e denomina Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CHSA) a área integrada por Filosofia, Geografia, História e Sociologia, destacando habilidades e competências como elementos fundamentais. No entanto, pesquisas apontam que a implantação do Novo Ensino Médio (NEM) implicou a redução da carga horária destinada a esses componentes curriculares. Segundo o Jornal da Unesp, “entre o anos de 2020 e 2025, no estado de São Paulo, Filosofia e Sociologia perderam 62,9% da carga horária; Geografia, 25,9%. No total, as Ciências Humanas foram reduzidas em 35,1%”.
SAMPAIO, N. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária critica
a redução da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas para
estudantes paulistas. Jornal da Unesp, mar. 2025 (adaptado).

A integração da área CHSA presente no Novo Ensino Médio, além de contradizer as teorias do currículo que preconizam a disciplinaridade para que a (inter/trans)disciplinaridade ou a transversalidade seja efetivada, promove a redução da carga horária dos componentes curriculares que a compõe. Como a Filosofia foi afetada pelo Novo Ensino Médio (NEM)?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709039 Pedagogia
Com o avanço das tecnologias digitais, a inteligência artificial (IA) vem sendo usada nas escolas como recurso pedagógico ou tema para reflexão filosófica. Capaz de gerar textos, imagens e simular interações, essa tecnologia chama atenção por seu potencial de personalização e pelas questões éticas que levanta ao produzir conteúdos enganosos. Na rede pública, dois professores de filosofia exploram abordagens distintas desse tópico. Uma professora de 9º ano do Ensino Fundamental emprega uma IA com recursos multissensoriais para adaptar conteúdos a uma turma com defasagem de aprendizagem, observando avanços na atenção e na participação. Na 3ª série do Ensino Médio, um professor apresenta casos de desinformação gerada por IA, relaciona o tema à pós-verdade e propõe o debate: em que medida podemos confiar no conhecimento produzido por tecnologias que não distinguem verdade de invenção?
Qual proposta, a seguir, representa uma intervenção pedagógica adequada para essa professora de 9º ano do Ensino Fundamental enfrentar as disparidades de aprendizagem?
Alternativas
Respostas
18: D
19: B
20: B
21: A
22: B
23: C
24: A
25: D
26: A
27: B
28: D
29: B
30: D
31: A
32: B
33: C
34: D