Questões de Concurso Público PND 2025 para CIÊNCIAS SOCIAIS - Licenciatura

Foram encontradas 80 questões

Q3708871 Sociologia
Durante uma aula de Sociologia no Ensino Médio, o professor apresenta duas abordagens distintas sobre o aquecimento global: de um lado, dados científicos sobre mudanças climáticas; de outro, os saberes ancestrais do povo Krenak sobre os ciclos naturais e a relação entre humanidade e natureza. Um estudante questiona: “Professor, qual conhecimento está certo? O científico ou o indígena?”. O professor explica que, segundo Ailton Krenak, a modernidade ocidental criou uma “humanidade” como conceito universal que nega outras formas de existir e conhecer, impondo um modelo civilizatório único que desconsidera os saberes tradicionais dos povos originários. A discussão se aprofunda quando o professor introduz o conceito de “epistemicídio”. Os estudantes começam a reconhecer como esse processo se manifesta em suas próprias experiências: a desvalorização dos conhecimentos de suas avós sobre plantas medicinais, a ausência da história afro-brasileira nos currículos ou o preconceito contra religiões de matriz africana. O professor propõe que investiguem, em seu entorno, quais conhecimentos tradicionais foram silenciados e como isso afeta a construção de suas identidades e visões de mundo.
Considerando a proposta do professor de investigar saberes tradicionais silenciados no entorno dos estudantes, a atividade didática que se adéqua ao debate sobre epistemicídio e racismo epistêmico é:
Alternativas
Q3708872 Sociologia
Durante uma aula de Sociologia no Ensino Médio, o professor apresenta duas abordagens distintas sobre o aquecimento global: de um lado, dados científicos sobre mudanças climáticas; de outro, os saberes ancestrais do povo Krenak sobre os ciclos naturais e a relação entre humanidade e natureza. Um estudante questiona: “Professor, qual conhecimento está certo? O científico ou o indígena?”. O professor explica que, segundo Ailton Krenak, a modernidade ocidental criou uma “humanidade” como conceito universal que nega outras formas de existir e conhecer, impondo um modelo civilizatório único que desconsidera os saberes tradicionais dos povos originários. A discussão se aprofunda quando o professor introduz o conceito de “epistemicídio”. Os estudantes começam a reconhecer como esse processo se manifesta em suas próprias experiências: a desvalorização dos conhecimentos de suas avós sobre plantas medicinais, a ausência da história afro-brasileira nos currículos ou o preconceito contra religiões de matriz africana. O professor propõe que investiguem, em seu entorno, quais conhecimentos tradicionais foram silenciados e como isso afeta a construção de suas identidades e visões de mundo.
Para uma aula sobre epistemicídio que conecte o conceito com a realidade dos estudantes, o planejamento didático pertinente é:
Alternativas
Q3708873 Antropologia
Estas diferenças [temperamentais], finalmente incorporadas à estrutura de caráter dos adultos, constituem, então, as chaves a partir das quais a cultura atua selecionando como desejável um temperamento e incorporando esta escolha a cada fio da tessitura social — ao cuidar das crianças pequenas, aos jogos que as crianças praticam, às músicas que as pessoas cantam, à estrutura da organização política, às práticas religiosas, à arte e à filosofia.

MEAD, M. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, 2003 (adaptado).
Uma professora busca avaliar uma turma que passou por aulas sobre os estudos de juventude, corpo, gênero e sexualidade com base no conhecimento antropológico. A alternativa que apresenta uma forma de avaliação que prioriza a autonomia discente e dialoga com os métodos de pesquisa da Antropologia é:
Alternativas
Q3708874 Antropologia
Estas diferenças [temperamentais], finalmente incorporadas à estrutura de caráter dos adultos, constituem, então, as chaves a partir das quais a cultura atua selecionando como desejável um temperamento e incorporando esta escolha a cada fio da tessitura social — ao cuidar das crianças pequenas, aos jogos que as crianças praticam, às músicas que as pessoas cantam, à estrutura da organização política, às práticas religiosas, à arte e à filosofia.

MEAD, M. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, 2003 (adaptado).
Com base em pesquisas antropológicas com juventudes, advindas de instrumentos etnográficos de produção de dados, podemos dizer que
Alternativas
Q3708875 Sociologia
Estas diferenças [temperamentais], finalmente incorporadas à estrutura de caráter dos adultos, constituem, então, as chaves a partir das quais a cultura atua selecionando como desejável um temperamento e incorporando esta escolha a cada fio da tessitura social — ao cuidar das crianças pequenas, aos jogos que as crianças praticam, às músicas que as pessoas cantam, à estrutura da organização política, às práticas religiosas, à arte e à filosofia.

MEAD, M. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, 2003 (adaptado).
Durante pesquisa etnográfica sobre juventudes em um colégio estadual, uma professora registra, em seu diário de campo, observações sobre como os estudantes do Ensino Médio constroem suas identidades corporais e sexuais. Inspirada nos trabalhos de Margaret Mead sobre a relatividade cultural da adolescência, ela documenta fotograficamente as diferentes formas de expressão juvenil. A professora nota como Kimberlé Crenshaw estava certa ao apontar que as experiências dos jovens não podem ser compreendidas considerando apenas uma categoria isolada, pois gênero, raça, classe e sexualidade se interseccionam na produção de suas subjetividades. As entrevistas em profundidade revelam narrativas complexas sobre descobertas sexuais, pressões sociais e resistências cotidianas que ecoam as análises de Guacira Lopes Louro sobre o funcionamento da escola como espaço de produção e regulação das sexualidades juvenis. Os estudantes relatam situações de discriminação, mas também de resistência, mostrando como seus corpos se tornam territórios de disputa política e cultural. A pesquisa revela como os jovens mobilizam estratégias criativas para negociar normas institucionais, criando espaços de liberdade dentro das estruturas disciplinares escolares.
Com base nessa pesquisa etnográfica, a análise que articula as discussões sobre produção do corpo e sexualidade ao conceito de juventude na perspectiva da Antropologia e Sociologia do Corpo é:
Alternativas
Q3708876 Pedagogia
A obra A Guerra dos Kanaimés 5, da série A Guerra dos Kanaimés, de Jaider Esbell, artista visual Makuxi, apresenta elementos da cosmologia indígena por meio de linguagem pictórica contemporânea, estabelecendo diálogo entre tradição ancestral e crítica social. Seus trabalhos, expostos em espaços como a Bienal de São Paulo, questionam narrativas hegemônicas sobre arte e cultura brasileira, posicionando-se contra a folclorização dos saberes indígenas. Nessa obra, Esbell articula símbolos tradicionais Makuxi com técnicas artísticas contemporâneas, criando uma síntese estética que funciona como instrumento de resistência cultural e política. O artista utiliza sua produção para educar tanto comunidades indígenas quanto não indígenas sobre cosmologias originárias, assumindo papel pedagógico transformador que transcende os limites convencionais entre arte, educação e militância. Essa postura artística dialoga com teorias críticas contemporâneas sobre o papel dos intelectuais na transformação social, especialmente no que se refere à produção de conhecimento contra-hegemônico e à formação de consciência crítica por meio de práticas culturais engajadas.

Disponível em: https://tucumbrasil.com

Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).


 ESBELL, J. A Guerra dos Kanaimés 5. 145 x 110 cm, s.l., 2020. Disponível em: https://tucumbrasil.com. Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).
Durante o planejamento de uma aula para a 3ª série do Ensino Médio, um professor decidiu utilizar a obra A Guerra dos Kanaimés 5, de Jaider Esbell, como material de apoio. Em discussão em sala, os estudantes questionaram como classificar teoricamente o lugar social ocupado por Esbell. Para fundamentar adequadamente sua resposta, esse professor se baseou em Antonio Gramsci. Indique a alternativa que apresenta o conceito gramsciano adequado à análise das transformações culturais.
Alternativas
Q3708877 Sociologia
A obra A Guerra dos Kanaimés 5, da série A Guerra dos Kanaimés, de Jaider Esbell, artista visual Makuxi, apresenta elementos da cosmologia indígena por meio de linguagem pictórica contemporânea, estabelecendo diálogo entre tradição ancestral e crítica social. Seus trabalhos, expostos em espaços como a Bienal de São Paulo, questionam narrativas hegemônicas sobre arte e cultura brasileira, posicionando-se contra a folclorização dos saberes indígenas. Nessa obra, Esbell articula símbolos tradicionais Makuxi com técnicas artísticas contemporâneas, criando uma síntese estética que funciona como instrumento de resistência cultural e política. O artista utiliza sua produção para educar tanto comunidades indígenas quanto não indígenas sobre cosmologias originárias, assumindo papel pedagógico transformador que transcende os limites convencionais entre arte, educação e militância. Essa postura artística dialoga com teorias críticas contemporâneas sobre o papel dos intelectuais na transformação social, especialmente no que se refere à produção de conhecimento contra-hegemônico e à formação de consciência crítica por meio de práticas culturais engajadas.

Disponível em: https://tucumbrasil.com

Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).


 ESBELL, J. A Guerra dos Kanaimés 5. 145 x 110 cm, s.l., 2020. Disponível em: https://tucumbrasil.com. Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).
Em uma aula de Sociologia, uma estudante mencionou que indígenas, ribeirinhos e quilombolas, ainda que atuem politicamente, sentem-se invisibilizados pela classe dirigente. Para refletir a respeito, a professora chegou à conclusão de que poderia potencializar a discussão por meio de conceitos da teoria de Gramsci. Assinale a alternativa que apresenta os conceitos gramscianos apropriados para abordar o tema do trabalho intelectual e manual.
Alternativas
Q3708878 Sociologia
TEXTO 1

Ao longo do processo de colonização, os povos indígenas vivenciaram processos de genocídio e de epistemicídio, sendo desconsiderados seus direitos aos modos próprios de vida, conhecimentos ancestrais e territórios. Nas últimas décadas, fortaleceram suas demandas por direitos. Nesse movimento, as mulheres indígenas têm se colocado em luta na defesa dos seus direitos, incluindo o direito a uma vida livre de violências. Dessa perspectiva surge o conceito de corpo-território como uma expressão que liga a espoliação do território à violência contra os corpos das mulheres.

TEXTO 2

São joia esmeralda princesa minha rainha

Te passo essa mensagem não cai nessa ladainha

Conheço a história de quem se apaixonou

O homem mais bonito logo te abandonou

Muito das princesa não teve essa sorte

O homem mais amado se transformou em morte

Quebrando torturando no silêncio a sua amada

Mesmo no silêncio é grito de madrugada.


MC ANARANDÀ. Feminicídio. Disponível em: www.youtube.com.

Acesso em: 16 jul. 2025 (fragmento).
Uma professora de Sociologia de uma escola urbana apresentou o rap Feminicídio, da rapper Anarandà, ao trabalhar com a temática da violência contra as mulheres e meninas. Nesse contexto, considera-se que
Alternativas
Q3708879 Sociologia
TEXTO 1

Ao longo do processo de colonização, os povos indígenas vivenciaram processos de genocídio e de epistemicídio, sendo desconsiderados seus direitos aos modos próprios de vida, conhecimentos ancestrais e territórios. Nas últimas décadas, fortaleceram suas demandas por direitos. Nesse movimento, as mulheres indígenas têm se colocado em luta na defesa dos seus direitos, incluindo o direito a uma vida livre de violências. Dessa perspectiva surge o conceito de corpo-território como uma expressão que liga a espoliação do território à violência contra os corpos das mulheres.

TEXTO 2

São joia esmeralda princesa minha rainha

Te passo essa mensagem não cai nessa ladainha

Conheço a história de quem se apaixonou

O homem mais bonito logo te abandonou

Muito das princesa não teve essa sorte

O homem mais amado se transformou em morte

Quebrando torturando no silêncio a sua amada

Mesmo no silêncio é grito de madrugada.


MC ANARANDÀ. Feminicídio. Disponível em: www.youtube.com.

Acesso em: 16 jul. 2025 (fragmento).
Uma equipe pedagógica decidiu abordar a temática dos direitos indígenas, com ênfase no direito ao território, objetivando desenvolver o discernimento crítico e autônomo dos estudantes. Assinale a sequência de atividades pedagógicas adequada a essa finalidade.
Alternativas
Q3708880 Sociologia
TEXTO 1
Nas últimas décadas, o avanço expressivo das tecnologias digitais passou a impactar profundamente a vida social, transformando as formas de comunicação e interação. Nesse contexto, o número de usuários de internet no Brasil cresceu de maneira significativa, com ênfase ao acesso via celular — como pode ser observado no gráfico. O acesso constante à internet via celular levou as instituições de ensino a repensarem as normas relativas ao uso de dispositivos eletrônicos em sala de aula, resultando na Lei n. 15 100/25. Esse cenário escancara, contudo, as desigualdades sociais no acesso à internet, que continuam a representar um desafio importante para a democratização da educação no país.


TEXTO 2
Crianças e adolescentes, por dispositivos utilizados para acessar a Internet (2015-2024)
Total de usuários de Internet de 9 a 17 anos (%)
Imagem associada para resolução da questão
Pesquisa sobre o uso da internet por crianças e adolescentes no Brasil: TIC Kids Online Brasil 2024.
Disponível em: https://cetic.br. Acesso em: 18 jul. 2025.

As transformações descritas nos textos 1 e 2 podem ser analisadas com base nos aportes teóricos do campo da Sociologia, tanto clássicos quanto contemporâneos. Assinale a alternativa que apresenta uma vertente teórica que auxilie uma professora de Sociologia do Ensino Médio na reflexão sobre a desigualdade no acesso à informação e no letramento digital e uma estratégia didática que considera essa desigualdade.
Alternativas
Q3708881 Sociologia
Os métodos específicos mais adotados nas Ciências Sociais são: o experimental, o observacional, o comparativo, o estatístico, o clínico e o monográfico. Alguns autores ampliam consideravelmente o elenco desses métodos, incluindo aí o método do questionário, da entrevista, dos testes e muitos outros. Esta postura implica considerar como método, também, os procedimentos específicos de coleta de dados. 

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2008.
Nos contextos brasileiros, podemos identificar diferentes formas de violência escolar. Ao elaborar um plano de aula para tratar desse tema, o professor de Sociologia selecionou conteúdos relacionados a métodos e técnicas da pesquisa social. Indique a alternativa que contenha estratégias didáticas pertinentes ao ensino dos métodos específicos das Ciências Sociais no Ensino Médio.
Alternativas
Q3708882 Sociologia
Os métodos específicos mais adotados nas Ciências Sociais são: o experimental, o observacional, o comparativo, o estatístico, o clínico e o monográfico. Alguns autores ampliam consideravelmente o elenco desses métodos, incluindo aí o método do questionário, da entrevista, dos testes e muitos outros. Esta postura implica considerar como método, também, os procedimentos específicos de coleta de dados. 

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2008.
Com o objetivo de analisar dinâmicas da representatividade quilombola por meio dos métodos próprios das Ciências Sociais, uma professora de Sociologia apresentou dados estatísticos divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, complementando-os com referências bibliográficas de apoio em sala de aula. Visando ampliar os estudos e avaliar a compreensão dos estudantes a respeito do tema, a estratégia adequada para alcançar esse fim é:
Alternativas
Q3708883 Sociologia
Os métodos específicos mais adotados nas Ciências Sociais são: o experimental, o observacional, o comparativo, o estatístico, o clínico e o monográfico. Alguns autores ampliam consideravelmente o elenco desses métodos, incluindo aí o método do questionário, da entrevista, dos testes e muitos outros. Esta postura implica considerar como método, também, os procedimentos específicos de coleta de dados. 

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2008.
Em uma escola em um bairro atingido por inundações, cujas atividades foram interrompidas, ao retornar às aulas, a professora de Sociologia planejou uma pesquisa em grupo utilizando métodos próprios das Ciências Sociais, visando compreender as experiências dos sujeitos atingidos. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta metodologia pertinente à realização dessa proposta.
Alternativas
Q3708884 Sociologia
A chamada uberização do trabalho somente pode ser compreendida e utilizada como uma expressão dos modos de ser do trabalho que se expandem nas plataformas digitais, em que as relações de trabalho são cada vez mais individualizadas (sempre que possível) e invisibilizadas, de modo a assumir a aparência de prestação de serviços. Porém, os traços constitutivos de sua concretude são expressões de formas diferenciadas de assalariamento, comportando obtenção de lucro, exploração do mais-valor e espoliação do trabalho, ao transferir os custos para seus/suas trabalhadores/as, que passam a depender diretamente do financiamento de suas despesas, imprescindíveis para a realização de seu labor.


ANTUNES, R.; FILGUEIRAS, V. Plataformas digitais, uberização do trabalho

e regulação no capitalismo. In: ANTUNES, R. (Org.). Uberização, trabalho

digital e Indústria 4.0. São Paulo: Boitempo, 2020 (adaptado)
Considerando o texto e com o objetivo de expor elementos que introduzem o tema sobre as transformações contemporâneas no mundo do trabalho, a professora de Sociologia incluiu em seu plano de aula a realização, em grupos, de uma pesquisa, em fontes secundárias, sobre as mudanças nas relações sociais e de trabalho, utilizando métodos e técnicas próprios das Ciências Sociais. Os recursos de pesquisa utilizados pela professora na orientação da atividade aos estudantes foram:
Alternativas
Q3708885 Pedagogia
A chamada uberização do trabalho somente pode ser compreendida e utilizada como uma expressão dos modos de ser do trabalho que se expandem nas plataformas digitais, em que as relações de trabalho são cada vez mais individualizadas (sempre que possível) e invisibilizadas, de modo a assumir a aparência de prestação de serviços. Porém, os traços constitutivos de sua concretude são expressões de formas diferenciadas de assalariamento, comportando obtenção de lucro, exploração do mais-valor e espoliação do trabalho, ao transferir os custos para seus/suas trabalhadores/as, que passam a depender diretamente do financiamento de suas despesas, imprescindíveis para a realização de seu labor.


ANTUNES, R.; FILGUEIRAS, V. Plataformas digitais, uberização do trabalho

e regulação no capitalismo. In: ANTUNES, R. (Org.). Uberização, trabalho

digital e Indústria 4.0. São Paulo: Boitempo, 2020 (adaptado)
A apresentação de uma atividade de pesquisa realizada pelos estudantes evidenciou que os serviços informais e o trabalho doméstico não remunerado, majoritariamente realizados por mulheres pobres e negras, integram os chamados “serviços invisíveis”. Discutiu-se também como modelos flexibilizados e uberizados acentuam essas desigualdades. Para promover a autonomia discente diante desses temas, a abordagem didática colaborativa e crítica que incentiva a análise social, o protagonismo e a produção coletiva, é:
Alternativas
Q3708886 Pedagogia
Necessidade de trabalhar, desinteresse e gravidez são os principais motivos que levam jovens brasileiros a abandonarem os estudos. Dos quase 50 milhões de jovens de 14 a 29 anos do país, aproximadamente 20,2% não completaram alguma das etapas da Educação Básica. São 10,1 milhões nessa situação, entre os quais 58,3% homens e 41,7% mulheres. Destes, 71,7% eram pretos ou pardos e 27,3% eram brancos. Esses são alguns dados do segmento Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que traça um cenário do setor educacional em 2019.


CRELIER, C. Necessidade de trabalhar e desinteresse são os

principais motivos para o abandono escolar. Disponível em:

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 7 jun. 2025.
Com base na constatação de vários casos de evasão em uma turma da 1ª série do Ensino Médio de uma escola pública, o corpo docente se reuniu com a direção para discutir a questão. Considerando os dados apresentados no texto, uma proposta adequada de intervenção por parte da escola é
Alternativas
Q3708887 Sociologia
Necessidade de trabalhar, desinteresse e gravidez são os principais motivos que levam jovens brasileiros a abandonarem os estudos. Dos quase 50 milhões de jovens de 14 a 29 anos do país, aproximadamente 20,2% não completaram alguma das etapas da Educação Básica. São 10,1 milhões nessa situação, entre os quais 58,3% homens e 41,7% mulheres. Destes, 71,7% eram pretos ou pardos e 27,3% eram brancos. Esses são alguns dados do segmento Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que traça um cenário do setor educacional em 2019.


CRELIER, C. Necessidade de trabalhar e desinteresse são os

principais motivos para o abandono escolar. Disponível em:

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 7 jun. 2025.
Um estudante da 3ª série de uma escola pública de Ensino Médio compartilhou com o professor de Sociologia que dois amigos estavam faltando às aulas por terem vivenciado um episódio de LGBTfobia a caminho da escola. Tendo em seu planejamento bimestral a discussão dos Direitos Humanos, o professor pode abordar essa situação da seguinte forma:
Alternativas
Q3708888 Sociologia
Durante um encontro de planejamento pedagógico para o ensino de Sociologia no Ensino Médio, a professora propõe abordar as teorias contratualistas, articulando pensamento político e educacional de Jean-Jacques Rousseau. Ela argumenta que os conceitos de Educação Negativa e Educação Natural de Rousseau conectam-se diretamente com a teoria do contrato social: assim como o homem nasce naturalmente bom e é corrompido pela sociedade, a educação deve respeitar o desenvolvimento natural do estudante, evitando imposições que deformem sua capacidade crítica e participativa na democracia. Ela propõe utilizar tecnologias digitais e diferentes linguagens para comparar o ideal democrático de Rousseau com as contradições da democracia brasileira. A discussão evolui para questões metodológicas sobre como estruturar adequadamente objetivos educacionais com fundamentos teórico-políticos contratualistas. Os professores debatem se metodologias tradicionais são suficientes para trabalhar conceitos como vontade geral e soberania popular, questionando se seria necessário desenvolver abordagens que privilegiem construção autônoma do conhecimento, seguindo os próprios princípios educacionais defendidos por Rousseau na formação para cidadania democrática.
Considerando a proposta da professora de associar diferentes linguagens e tecnologias para abordar Política e Estado no pensamento dos Contratualistas, o planejamento de ensino que articula recursos didáticos com fundamentos teóricos é:
Alternativas
Q3708889 Pedagogia
Durante um encontro de planejamento pedagógico para o ensino de Sociologia no Ensino Médio, a professora propõe abordar as teorias contratualistas, articulando pensamento político e educacional de Jean-Jacques Rousseau. Ela argumenta que os conceitos de Educação Negativa e Educação Natural de Rousseau conectam-se diretamente com a teoria do contrato social: assim como o homem nasce naturalmente bom e é corrompido pela sociedade, a educação deve respeitar o desenvolvimento natural do estudante, evitando imposições que deformem sua capacidade crítica e participativa na democracia. Ela propõe utilizar tecnologias digitais e diferentes linguagens para comparar o ideal democrático de Rousseau com as contradições da democracia brasileira. A discussão evolui para questões metodológicas sobre como estruturar adequadamente objetivos educacionais com fundamentos teórico-políticos contratualistas. Os professores debatem se metodologias tradicionais são suficientes para trabalhar conceitos como vontade geral e soberania popular, questionando se seria necessário desenvolver abordagens que privilegiem construção autônoma do conhecimento, seguindo os próprios princípios educacionais defendidos por Rousseau na formação para cidadania democrática.
Na estrutura de um plano de aula sobre teorias contratualistas que articule adequadamente objetivos, metodologia e justificativa teórica dos conceitos de Educação Negativa e Educação Natural de Rousseau, o elemento que demonstra compreensão correta dessa articulação é:
Alternativas
Q3708890 Sociologia
Durante um encontro de planejamento pedagógico para o ensino de Sociologia no Ensino Médio, a professora propõe abordar as teorias contratualistas, articulando pensamento político e educacional de Jean-Jacques Rousseau. Ela argumenta que os conceitos de Educação Negativa e Educação Natural de Rousseau conectam-se diretamente com a teoria do contrato social: assim como o homem nasce naturalmente bom e é corrompido pela sociedade, a educação deve respeitar o desenvolvimento natural do estudante, evitando imposições que deformem sua capacidade crítica e participativa na democracia. Ela propõe utilizar tecnologias digitais e diferentes linguagens para comparar o ideal democrático de Rousseau com as contradições da democracia brasileira. A discussão evolui para questões metodológicas sobre como estruturar adequadamente objetivos educacionais com fundamentos teórico-políticos contratualistas. Os professores debatem se metodologias tradicionais são suficientes para trabalhar conceitos como vontade geral e soberania popular, questionando se seria necessário desenvolver abordagens que privilegiem construção autônoma do conhecimento, seguindo os próprios princípios educacionais defendidos por Rousseau na formação para cidadania democrática.
Para trabalhar o tema Democracia no pensamento contratualista, articulando-o com desafios contemporâneos das democracias, a metodologia de ensino e os recursos didáticos adequados são:
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: B
64: A
65: B
66: C
67: A
68: C
69: B
70: B
71: A
72: A
73: C
74: C
75: A
76: C
77: D
78: A
79: D
80: C