A criança não é apenas alocada em um sistema de relações, no qual ela o reproduziria eternamente.
As crianças atuam sobre a manutenção de algumas relações sociais e, assim, reproduzem e produzem as
culturas infantis ao interagirem com as culturas dos adultos e com as culturas da infância (aquelas que são
produzidas pelos adultos para as crianças), criando e reinventando culturas. As crianças têm autonomia
cultural em relação ao adulto e produzem culturas infantis.
COHN, C. Antropologia da criança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005 (adaptado).
Conforme a concepção de infância apresentada no texto, a criança, como sujeito histórico,