Questões de Concurso Público INEP 2015 para Exame Nacional de Revalidação 2015/1
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Diante desse quadro, que outra conduta deveria ser tomada pela equipe?
Um estudante de seis anos de idade, é trazido à Emergência hospitalar apresentando dor abdominal, inicialmente epigástrica e, posteriormente, em flanco direito. Apresenta quadro de febre (38,5 ºC), distensão abdominal e vômitos. O quadro iniciou-se há pouco mais de 24 horas, com piora progressiva. A família relata história de episódios de fezes escuras com odor fétido desde quando era lactente. Ao exame físico, demonstrou dor à palpação do flanco direito, mais intensa em fossa ilíaca direita. A ausculta abdominal indicou ruídos hidroaéreos metálicos intervalados por períodos de ausência de ruídos. Ele foi internado.
Foram realizados alguns exames, com os seguintes resultados:
• Leucócitos = 16.500/mm3 (VR: 5.500 - 6.500/mm3);
• Neutrófilos = 11.000/mm3;
• Bastões = 1.700/mm3.
A radiografia do abdome evidenciou dilatação e edema de alças do intestino delgado com nível hidroaéreo. O ultrassom abdominal resultou sugestivo de abscesso em região de íleo terminal.
A principal hipótese diagnóstica e a conduta recomendada diante desse quadro são, respectivamente,
Uma primigesta de 26 anos de idade, com 20 semanas de gestação, assintomática, comparece à Unidade Básica de Saúde trazendo os seguintes exames: sorologia para toxoplasmose (IgG reagente e IgM reagente), com teste de avidez IgG evidenciando baixa avidez.
Considerando essa situação, qual é a conduta mais indicada?
Nesse momento em que se encontra a paciente, a conduta correta é:
Diante desse caso, assinale a opção a seguir que apresenta o diagnóstico e o agente etiológico mais frequente.
Considerando as informações apresentadas, qual o conceito em que se deve basear um projeto terapêutico adequado ao caso?
Os exames laboratoriais evidenciaram:
Ht = 28% (VR = 35 - 45%);
Hb = 10 g/dL (VR = 11,5 - 15g/dL);
Leucócitos = 15.200/mm3 (S = 82%; B = 8%; L = 9%; M = 1%) (VR = 4.000 - 11.000 mm3);
Plaquetas = 98.000/ mm3 (VR = 100.000 - 400.000 mm3 );
Ureia = 190 mg/dL (valor de referência = 10 - 20 mg/dL);
Creatinina = 8,9 mg/dL (valor de referência = 1,5 mg/dL);
Na = 135 mEq/L (valor de referência = 136 - 145 mEq/L);
K = 2,5 mEq/L (valor de referência = 3,5 - 5 mEq/L);
CPK = 1.250 UI/L (valor de referência = 60 - 400 UI/L);
Bilirrubina total = 8,2 mg/dL (valor de referência = 03 - 1 mg/dL);
Bilirrubina direta = 64 mg/dL (valor de referência = 0,1 - 0,3 mg/dL);
Bilirrubina indireta = 1,7 mg/dL (valor de referência = 0,2 - 0,7 mg/dL);
AST = 120 UI/L (valor de referência = 10 - 37 U/L);
ALT = 130UI/L (valor de referência = 11 - 45 U/L).
A radiografia de tórax, realizada na admissão, está ilustrada a seguir.
De acordo com o quadro descrito e as informações apresentadas, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a hipótese diagnóstica e a conduta a ser estabelecida a partir desse momento.
Na avaliação primária (ABCDE), além da pesquisa do local de sangramento interno com exames de imagem, qual a próxima conduta para esse paciente?
Considerando as evidências científicas de rastreamento de neoplasias, quais exames deverão ser solicitados nesse momento?
Posteriormente, realizou-se avaliação de troponina I, que resultou positiva. Desse modo, após o exame, na sala de emergência, administrou-se oxigenioterapia, morfina, ácido acetilsalicílico, nitroglicerina e metoprolol.
Neste momento, quais medicamentos deveriam ser associados à terapêutica já instituída para esse paciente?
Em relação à imunização contra o tétano, qual a orientação correta nesse caso?
Considerando essas informações, quais são, respectivamente, o tratamento e a profilaxia recomendados?
Qual o tipo de prevenção objetivada a partir da ação descrita?
Nessa situação, deve ser esclarecido que
Uma mulher de 27 anos de idade com vida sexual ativa, soropositiva para HIV, sem comprometimento atual da imunidade, comparece à consulta ginecológica relatando corrimento vaginal sem prurido, mas com sensação de disúria, ardor genital e mau cheiro. Ao exame físico constatou-se sinais clínicos de inflamação vulvar e vaginal, grande quantidade de conteúdo vaginal amarelado, com bolhas em sua superfície. As paredes da vagina e do colo uterino estão com sinais inflamatórios.
A partir do quadro clínico descrito, qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Diante desse quadro, que conduta deve ser adotada?
Qual a conduta mais adequada diante desse quadro?
Qual a abordagem apropriada para esse caso?
Foi realizado um hemograma da criança, que evidenciou:
Hemoglobina = 7 g/dL (VR = 9,5 - 12,5 g/dL);
Hematócrito = 31% (VR = 32 - 44%);
VCM = 68 fl/dL (VR = 80 - 96 fl/dL);
RDW = 17%; Leucócitos = 10.000/mm3;
Plaquetas = 500.000/mm3;
Presença de anisocitose e poiquilocitose.
Considerando o caso apresentado, além da adequação alimentar da criança, qual a conduta a ser adotada?
Diante do quadro apresentado, qual opção representa um plano terapêutico inicial apropriado?