Questões de Concurso Público Prefeitura de Reduto - MG 2024 para Assistente Social

Foram encontradas 40 questões

Q3359942 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes 'a condições' meteorológicas extremas para aprimorar.

Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3359943 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
A bióloga argentina Julia Martínez Pardo registra as coordenadas de um gravador automático que irá ajudar sua equipe a monitorar a atividade de caça de animais silvestres.

Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto?
Alternativas
Q3359944 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

Em relação aos pronomes, é correto afirmar que a frase apresenta:
Alternativas
Q3359945 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

O número de orações presentes na frase em questão é de:
Alternativas
Q3359946 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
Guarda-parques usam ferramentas digitais para combater a caça de animais selvagens em vários países da América Latina.

Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto?
Alternativas
Q3359947 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
Esses dados incluem desde incêndios até 'desmatamento' e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O vocábulo destacado é formado pelo processo de:
Alternativas
Q3359948 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat.

Sintaticamente, é correto afirmar que o:
Alternativas
Q3359949 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
Isso permite que eles 'sigam' a trilha e encontrem pessoas que 'estão' além das áreas de visitação pública.

Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no: 
Alternativas
Q3359950 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
A 'onça-pintada' enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, embora seja protegida pelos 'guarda-parques'.

Os substantivos destacados na frase são formados, respectivamente, por: 
Alternativas
Q3359951 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mapas sonoros que protegem onça-pintada

As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

O número de artigos simples e preposições presentes na frase, são, respectivamente, de:
Alternativas
Q3359952 Noções de Informática
Um e-mail padrão deve conter os e-mails dos destinatários. Marque a alternativa CORRETA do campo onde o e-mail escrito aqui não fica visível para os demais destinatários:
Alternativas
Q3359953 Noções de Informática
Os softwares aplicativos são softwares que têm a finalidade de desempenhar tarefas específicas, ligadas ao trabalho de uma empresa. Marque a alternativa CORRETA de um software aplicativo:
Alternativas
Q3359954 Noções de Informática
Esse recurso nas janelas no Windows permitem visualizar um documento maior que a janela. Situada normalmente à direita ou embaixo da janela, basta posicionar o cursor do mouse sobre a barra e arrastá-la. Marque a alternativa CORRETA para o recurso descrito nas janelas:
Alternativas
Q3359955 Noções de Informática
No Excel é possível fazer cálculos simples através de fórmulas. Marque a alternativa CORRETA da fórmula que está calculando 10% do valor contido na célula A5: 
Alternativas
Q3359956 Redes de Computadores
É o termo genérico dado a um computador normalmente mais potente que os de uso doméstico (desktops, notebooks) com a finalidade de transmitir informações e prover produtos de software a outros computadores conectados a ele através de uma rede. Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto:
Alternativas
Q3359957 Matemática
Augusto tem 10 caixas e nelas ele guarda seus mini carrinhos, separados por cor. Como é cheio de manias, ele fez questão de comprar o número de carrinhos suficiente para distribuí-los em sequência de razão 3. Se na primeira caixa tem 12 carrinhos, quantos ele tem ao todo? 
Alternativas
Q3359958 Matemática
Vitor é um empresário de sucesso e elaborou a função f(x) = 2x² + 3x + 1 para determinar a projeção do desempenho financeiro, em milhares, que sua nova empresa terá nos 12 primeiros meses de funcionamento. Sendo o mês representado por x, quanto ele projeta faturar no 12° mês?
Alternativas
Q3359959 Matemática
Aline comprou 5,5 metros de tecido por R$ 52,50, mas precisa de mais 3,5 metros. Quanto ela vai pagar na segunda compra?
Alternativas
Q3359960 Matemática
A professora Ana tem uma urna com 23 bolinhas azuis e 2 bolinhas brancas e em todas as suas aulas pede que cada aluno sorteie uma e os dois que tiram as bolinhas brancas vão ajudá-la na organização da aula. Qual é a probabilidade que o primeiro aluno a tirar uma bolinha tem de ser um dos ajudantes da professora?
Alternativas
Q3359961 Matemática
João é urbanista e está projetando um relógio de flores com raio de 6 metros para a praça de sua cidade. Se a praça tem 25 metros de largura e 30 metros de comprimento, quanto sobrará de área livre após a construção do relógio? (faça π = 3,14).
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: B
4: C
5: D
6: B
7: A
8: C
9: X
10: D
11: B
12: C
13: C
14: X
15: A
16: C
17: D
18: B
19: D
20: C