Questões de Concurso Público Prefeitura de Aracruz - ES 2023 para Professor de Ensino Fundamental - Anos Finais - Língua Portuguesaua Inglesa
Foram encontradas 50 questões
Com base na Lei Orgânica, analise as afirmativas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F):
Ao servidor público municipal em exercício de mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições:
(__) Investido em mandato eletivo federal ou estadual, permanecerá exercendo seu cargo, emprego ou função.
(__) Investido no mandato de Vereador, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pelos vencimentos de seu cargo.
(__) Investido no mandato de Prefeito, havendo compatibilidade de horários perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será aplicada a norma do inciso II.
(__) Afastando-se o servidor para o exercício de mandato eletivo, seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais, exceto para promoção por merecimento.
Marque a alternativa que representa a sequência CORRETA, de cima para baixo:
I. A posse ocorrerá no prazo de até 60 (sessenta) dias contados da publicação do ato de provimento, ressalvados os casos de urgência, a critério da Administração, hipótese em que o prazo será de 30 (trinta) dias.
II. O prazo para a posse poderá ser prorrogado por até 30 (trinta) dias, mediante requerimento do interessado e a critério da Administração.
III. A posse poderá ser concedida mediante apresentação de procuração específica, por instrumento público
Assinale a alternativa CORRETA:
(Cadernos do Fórum: São Paulo Século XXI. Caderno 2. Disponível em: https://www3.al.sp.gov.br/historia/forum-XXI/cadernos/Cidadania.pdf).
Assinale a alternativa que contempla um exemplo de ação que NÃO representa o exercício da cidadania:
Coluna 1:
(1) Exercer com estrita moderação as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas, abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do serviço público e dos jurisdicionados administrativos.
(2) Exercer atividade profissional aética ou ligar o seu nome a empreendimentos de cunho duvidoso.
(3) O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta.
Coluna 2:
(__) Dever do servidor público.
(__) Regra deontológica.
(__) Prática vedada ao servidor público.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Analise as afirmativas abaixo, marcando verdadeiro (V) ou falso (F):
(__) Democracia: Regime político em que a soberania é exercida pelo povo. No Brasil, a democracia é exercida somente por meio de representantes eleitos, uma vez que não há previsão de exercício direito.
(__) Princípios: juízos abstratos de valor orientativo na elaboração, interpretação e aplicação das normas.
(__) Ética: Deriva do grego "ethos" e, em síntese, pode ser entendida como o conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.
Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:
(PEQUENO, Marconi. Ética, Educação e Cidadania. Acesso em: 24 de agosto de 2023).
Sobre manutenção de valores éticos e morais pela pela Administração Pública e seus servidores, assinale a opção que aponta uma possível consequência da sua NÃO OBSERVÂNCIA:
Analise a situação hipotética abaixo, tendo como base o contido na Lei Municipal nº 2.898/2006:
Agostinho, servidor público efetivo lotado na Secretaria de Administração do Município de Aracruz, deixou de comparecer ao trabalho por 32 dias consecutivos, sem apresentar qualquer justificativa aos seus superiores. Após regular tramitação de Processo Administrativo Disciplinar, foi aplicada a Agostinho a penalidade disciplinar de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso).
(__) Considerando que no (1º§) o verbo "dominar" está usado no sentido de "conhecer e empregar de forma devida", temos entre os seus sinônimos: "compreender", "entender", "perceber", "saber".
(__) Sistema fonológico é o conjunto de fonemas de uma determinada língua, entendendo-se que os fonemas são sons que têm uma função específica na língua: a distinção de significado. − Ex: Letre /"B/" tem fonema correspondente "/Bê/".
(__) As palavras Parônimas se assemelham bastante em grafia, algumas até idênticas, como é o caso de "o governo" − substantivo que tem o som fechado da vogal "E" assim: "Ê"; "Eu governo" verbo "governar" que tem o som da vogal "E" aberto "É". Logo, eles são iguais na grafia e semelhantes na articulação (pronúncia).
(__) O novo acordo ortográfico mexeu em aspectos gráficos como palavras compostas com hífen e sem hífen, eliminação de trema, eliminação de ditongo aberto de palavras paroxítonas, mantendo a quantidade de vinte e três letras existentes anteriormente, sem alterar a quantidade tampouco a sequência alfabética das letras vogais e consoantes do sistema alfabético brasileiro.
Marque a alternativa com a série correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso).
(__) O período: "Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor". − Contém, respectivamente: "porquê" − exemplo de derivação imprópria, daí a mudança de classe gramatical; "exceções" é palavra trissílaba oxítona sem acento gráfico que justifique a tonicidade, pois TIL não é acento, é marca suprassegmental de nasalização; "nenhum" é pronome indefinido variável.
(__) Na morfologia nominal, temos indicação de gênero e de número de nomes: substantivos, adjetivos, pronomes, numerais) − Exemplos: o(s) carro(s), os carros; a(s) mesa/as mesas; bonita(s)/bonito(s); seu(s)/sua(s); Dois/duas; duzentos/duzentas.
(__) Na morfologia verbal, existe apenas a centralização nos verbos irregulares. Ex.: (caber/fazer) e abundantes. Ex.:Eleger (eleito/elegido).
(__) A palavra cultura é derivada de colere, do Latim, que significa "cuidar de". A palavra arte é derivada de ars, do Latim, que significa "técnica", "habilidade". A cultura é comumente associada com diferentes tipos de artes, como a música, o teatro e a pintura.
Marque a alternativa com a série correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
Sobre o trecho transcrito a seguir, marque a alternativa com análise incorreta.
"Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino" (6º§).
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
Analise as assertivas a seguir:
I. No trecho: "Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia, lembrando que vocês são professores, portanto, pensem o que se pode fazer" - temos substantivos que exemplificam homônimos perfeitos.
II. O trecho: "Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria; vocês são alunos e não devem odiar a língua pátria" − contempla termos que exemplificam homônimos perfeitos.
III. O predicado do período simples: "O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa" − é formado por um tempo verbal composto.
IV. Os substantivos paroxítonos: "entendimentos" e "pensamento" − exemplificam derivação sufixal, respectivamente, de um verbo de segunda conjugação e primeira conjugação.
Marque a série de assertivas com análises corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA
(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.
(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.
(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.
(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?
(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é
ferramenta ideal.
(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.
(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.
(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.
(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.
(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)
"Termos essenciais dispostos na ordem direta; uso de uma conjunção dissílaba paroxítona escrita com dígrafo, que tem por objetivo explicar sobre o sujeito simples, o qual representado por pronome pessoal do caso reto".
Lição de gramática
(David Chericián)
Eu estou, você está,
e ela está e ele também;
e todos os que estavam, estiveram.
e estão muito bem
Estamos, estaremos
nós, ela e ele estarão lado a lado, e eu que estive,
estarei.
Analise o texto acima e assinale as afirmativas abaixo com V quando (Verdadeiro) ou F quando (Falso).
(__) O título está escrito com um substantivo dissílabo oxítono com ditongo nasal, seguido de preposição essencial e substantivo polissílabo proparoxítono escrito com encontro consonantal.
(__) Nos versos: "Eu estou, você está, / e ela está e ele também" − o poeta constrói orações coordenadas no tempo presente do modo indicativo, sendo, respectivamente: uma oração principal, uma coordenada assindética e duas coordenadas sindéticas.
(__) Nos versos: "e todos os que estavam, estiveram / e estão muito bem" − o poeta usa um tempo verbal (estavam) que enuncia ideia contínua no passado e um que enuncia ideia concluída no passado (estiveram).
(__) Nos versos: "Estamos, estaremos / nós, ela e ele estarão lado a lado, e eu que estive, estarei" − o poeta usa um tempo verbal no futuro do presente do modo indicativo, enunciando ideia hipotética (estarão / estarei) em primeira pessoa do plural e do singular, respectivamente.
Marque a alternativa com a série correta.
oar--umm-guiada-praiaaadoocenne)) edu.br/artigos/19/15/planejamento-escolar-um-guia-da-pratica-docente) (Adaptado)
Com respeito ao tema enunciado, analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso).
(__) O planejamento é um meio para programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação.
(__) O planejamento educacional pode ser concebido em três etapas: preparação, acompanhamento e aperfeiçoamento.
(__) A perspectiva do planejamento não é privilégio de uma área profissional, apenas, mas de várias; é um instrumento de trabalho e de ação, da própria vida e de outras profissões, como professores, área educacional.
(__) O planejamento é, ao mesmo tempo, um processo natural e racional.
Marque a alternativa com a série correta.