Caso clínico para responder à questão.
Um lactente de 15 meses de vida foi levado ao pronto
atendimento pela segunda vez em cinco dias. Na primeira
visita, apresentava febre (máx. = 38 ºC), tosse e rinorreia. Foi
atendido e liberado com orientação de limpeza nasal e
antitérmico. No quinto dia, a mãe retornou com o filho,
referindo que a criança está há 24 horas afebril, porém
observou piora da tosse e dispneia. Ao exame físico, o
paciente encontra-se em regular estado geral, desidratado
1+/4+, com Tax = 36,8 ºC, FR = 50 irpm, SatO2 = 89% em
a.a., sibilos expiratórios, discreta tiragem intercostal e
ausência de cianose. Realizou testes rápidos para Sars-CoV-2
e influenza A, os quais foram negativos.