Questões de Concurso Público SEDF 2023 para Professor Substituto - História
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A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana (Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em: <https://www.cafehistoria.com.br/a-historiografia-da-revolucao-americana/>. Publicado em: 28 set. 2023. ISSN: 2674-5917. Acesso em: 19 out. 2023, com adaptações.
O texto trata de um fato importante na história dos EUA. A esse respeito, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A independência dos EUA foi um fenômeno essencialmente burguês, não contando com participação popular.
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana (Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em: <https://www.cafehistoria.com.br/a-historiografia-da-revolucao-americana/>. Publicado em: 28 set. 2023. ISSN: 2674-5917. Acesso em: 19 out. 2023, com adaptações.
O texto trata de um fato importante na história dos EUA. A esse respeito, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Apesar da ruptura com o domínio inglês, a escravidão não foi abolida em 1776, o que em parte se deve a não participação das populações negras no processo de independência.
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana (Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em: <https://www.cafehistoria.com.br/a-historiografia-da-revolucao-americana/>. Publicado em: 28 set. 2023. ISSN: 2674-5917. Acesso em: 19 out. 2023, com adaptações.
O texto trata de um fato importante na história dos EUA. A esse respeito, julgue (C ou E) os itens a seguir.
No século 19, por causa da Doutrina Monroe, os EUA engajaram-se ao lado das potências absolutistas contra as revoluções europeias, como também fariam no século 20.
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana (Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em: <https://www.cafehistoria.com.br/a-historiografia-da-revolucao-americana/>. Publicado em: 28 set. 2023. ISSN: 2674-5917. Acesso em: 19 out. 2023, com adaptações.
O texto trata de um fato importante na história dos EUA. A esse respeito, julgue (C ou E) os itens a seguir.
O evento conhecido como “Trilha de Lágrimas” relaciona-se ao deslocamento forçado da população de colonos para o Oeste.
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana (Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em: <https://www.cafehistoria.com.br/a-historiografia-da-revolucao-americana/>. Publicado em: 28 set. 2023. ISSN: 2674-5917. Acesso em: 19 out. 2023, com adaptações.
O texto trata de um fato importante na história dos EUA. A esse respeito, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A “Guerra de Secessão”, apesar de abolir a escravidão, não eliminou o racismo nos EUA, visto que a segregação racial manteve-se em todo o território na América do Norte.
A Revolução Americana é um dos temas mais estudados da historiografia estadunidense. Para além da importância do evento que marca a independência dos Estados Unidos da América (EUA), na famosa data de 4 de julho de 1776, o grande interesse pelo tema tem a ver com o espaço que ele ocupa no imaginário de boa parte dos americanos.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. A historiografia da Revolução Americana (Artigo/Bibliografia Comentada). In: Café História. Disponível em: <https://www.cafehistoria.com.br/a-historiografia-da-revolucao-americana/>. Publicado em: 28 set. 2023. ISSN: 2674-5917. Acesso em: 19 out. 2023, com adaptações.
O texto trata de um fato importante na história dos EUA. A esse respeito, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Os eventos de 1776 encontraram lugar privilegiado no imaginário norte-americano, apesar de não serem associados à ideia de “fundação”.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Diversos autores dividem a história dos direitos humanos em três gerações, quais sejam, os direitos civis, os direitos políticos e os direitos sociais.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Desde sua gestação, a ideia de direitos humanos pressupõe a universalidade e a inclusão de todas as pessoas dentro de seus pressupostos.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Entre os direitos naturais defendidos nos séculos 18 e 19, estavam o direito à vida, à liberdade, à igualdade jurídica e à propriedade privada.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Organização das Nações Unidas (ONU), foi elaborada após a Primeira Guerra Mundial, como forma de evitar novos conflitos.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) os itens a seguir.
No século 19, a crítica marxista enfatizou as desigualdades e a exploração no campo social como contrapartidas da igualdade meramente jurídica.
Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o art. 1o a dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o art. 1o da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. Embora as modificações na linguagem fossem significativas, o eco entre os dois documentos é inequívoco.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. Editora Companhia das Letras, 2009, p. 15, com adaptações.
No que concerne à discussão acerca dos direitos humanos, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Tanto em 1789 quanto em 1948, a efetivação dos direitos humanos esteve condicionada a determinada conduta e comportamento.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) os itens a seguir.
O contato foi caracterizado, desde o século 15, pelo domínio direto da Europa sobre a África, com a constituição de colônias de exploração.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A partilha da África, feita por portugueses e espanhóis no Tratado de Tordesilhas, amalgamou grupos rivais dentro de um mesmo território político.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Apesar das tentativas de conquista, os portugueses não chegaram a pôr os pés na África, de modo que o marfim foi explorado pelos europeus apenas no século 19.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A chegada dos portugueses à África no século 15, embora, na maioria dos casos, tenha se restringido a áreas costeiras, teve impactos profundos no continente.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) os itens a seguir.
As fontes europeias usualmente chamam de “árabes” muitos povos africanos islamizados, o que é revelador das incompreensões presentes nos contatos da época moderna.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) os itens a seguir.
À época das expansões marítimas, a região do rio Congo, longe de ser um estado com uma população homogênea, possuía mais de 200 línguas e centenas de comunidades independentes.
Na década de 1990, foram criados grupos como Ternuma, Guararapes, Araucária e Inconfidência, que articulavam o ‘revisionismo apologético’ (MELO, 2014) e o negacionismo dentro e fora do meio militar. Ainda que a difusão dos documentos na esfera militar fosse mais notável, havia uma preocupação comum entre os grupos de atingir a juventude brasileira como um todo.
SILVA, Camilla Cristina. Paradoxos dos direitos humanos no Brasil: da ditadura militar à democracia (1964-2019). 2020, p. 36.
A respeito da relação entre os negacionismos e o ensino de história, julgue (C ou E) os itens a seguir.
É notório que o ensino de história se manteve imune às transformações políticas do Brasil, de modo que os livros didáticos e as apostilas garantiram a continuidade de uma tradição científica.
Na década de 1990, foram criados grupos como Ternuma, Guararapes, Araucária e Inconfidência, que articulavam o ‘revisionismo apologético’ (MELO, 2014) e o negacionismo dentro e fora do meio militar. Ainda que a difusão dos documentos na esfera militar fosse mais notável, havia uma preocupação comum entre os grupos de atingir a juventude brasileira como um todo.
SILVA, Camilla Cristina. Paradoxos dos direitos humanos no Brasil: da ditadura militar à democracia (1964-2019). 2020, p. 36.
A respeito da relação entre os negacionismos e o ensino de história, julgue (C ou E) os itens a seguir.
As distintas narrativas e percepções relacionadas à história, no passado e no presente, foram e são disputadas por grupos a serviço de interesses políticos específicos.