Questões de Concurso Público SES-DF 2018 para Médico - Medicina de Emergência
Foram encontradas 25 questões
Caso hipotético 1 para responder à questão.
Considere uma paciente de 27 anos de idade, com
tromboembolismo pulmonar prévio e sinais clínicos atuais de
trombose venosa profunda, muito dispneica aos esforços, com
frequência cardíaca de 90 bpm, sem histórico de cirurgia prévia
ou imobilização e nem histórico de hemoptise ou doença
maligna, e com infarto do miocárdio recente (< 30 dias). Sabe-se
que essa paciente usa anticoncepcional oral.
Caso hipotético 1 para responder à questão.
Considere uma paciente de 27 anos de idade, com
tromboembolismo pulmonar prévio e sinais clínicos atuais de
trombose venosa profunda, muito dispneica aos esforços, com
frequência cardíaca de 90 bpm, sem histórico de cirurgia prévia
ou imobilização e nem histórico de hemoptise ou doença
maligna, e com infarto do miocárdio recente (< 30 dias). Sabe-se
que essa paciente usa anticoncepcional oral.
Certo médico recebe paciente de 35 anos de idade, 70 kg, intubado pela equipe do SAMU em razão de perda de consciência após libação alcoólica. Quando chega ao box de emergência, a equipe de enfermagem questiona o médico acerca dos parâmetros do ventilador.
Considerando essa situação hipotética, segundo a terceira diretriz brasileira de ventilação mecânica, inicialmente é recomendada a utilização de
Suponha que um paciente de 65 anos de idade com quadro de exacerbação de DPOC, com necessidade de intubação e ventilação mecânica, apresenta a seguinte gasometria arterial: pH = 7,25; PCO2 = 55 mmHg; PO2 = 169 mmHg; HCO3 = 18; p50 = 32; e SO2 = 97%, e o médico finaliza os ajustes nos parâmetros de ventilação mecânica.
De acordo com a terceira diretriz brasileira de ventilação mecânica, quanto à monitorização, recomenda-se, nesse momento – após o ajuste inicial dos parâmetros – e com esses dados apenas,
Um médico está avaliando paciente em ventilação mecânica por insuficiência respiratória não explicada por insuficiência cardíaca e sobrecarga volêmica. Esse paciente tinha apenas uma infecção de psoas em tratamento, que evoluiu para choque séptico, mas que está atualmente evoluindo para compensação, exceto pela piora do quadro respiratório. A radiografia de tórax dele mostra apenas opacidades bilaterais não explicada por nódulos, derrames, massas ou colapsos lobares/pulmonares. A gasometria do paciente mostra pH = 7,3; PCO2 = 47; PaO2 = 75; e HCO3 = 25. Está em ventilação mecânica com pressão inspiratória = 25, PEEP = 10, frequência respiratória = 20 e FiO2 = 50%.
Nesse caso hipotético, considerando a principal hipótese diagnóstica, segundo o terceiro consenso brasileiro de ventilação mecânica, a situação é