Questões de Concurso Público Prefeitura de Araçu - GO 2020 para Técnico em Radiologia

Foram encontradas 35 questões

Q4272792 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O texto defende a tese de que a internet das coisas (IoT) é uma realidade do mundo contemporâneo, a qual reorganiza amaneira de lidarmos com o mundo. Assinale a alternativa que melhor expressa a problemática levantada pelo autor.
Alternativas
Q4272793 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Em relação à colocação dos pronomes átonos, no título “Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la”, háum caso de:
Alternativas
Q4272794 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O uso do pronome relativo “que” na frase “ou mesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético” se justifica pela retomada anafórica do termo:
Alternativas
Q4272795 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Considerando o processo de formação de palavras, classifique o termo “vestíveis”.
Alternativas
Q4272796 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O autor do texto apresenta dois aspectos importantes conquistados com a internet das coisas (IoT). Assinale a alternativaque melhor os define.
Alternativas
Q4272797 Não definido
Um pesquisador observou a reprodução de determinado tipo de bactéria e percebeu que a cada 15 minutos a quantidadede bactérias duplicava. Sabendo que no início da observação havia apenas uma bactéria, quantas bactérias havia após duas horas de observação?
Alternativas
Q4272798 Não definido
Na chácara onde Bernardo mora está sendo construído um teleférico, com inclinação 30°, que levará visitantes da sede aotopo de uma montanha de 90m de altura. Qual é o comprimento do cabo desse teleférico?
Alternativas
Q4272800 Não definido
O gráfico a seguir mostra o grau de escolaridade dos 500 funcionários de certa empresa.
 Imagem associada para resolução da questão
Com base na observação do gráfico, qual o número de funcionários da instituição que possui Pós-Graduação?
Alternativas
Q4272801 Não definido
Considerando as notas de uma turma de 9º ano em Matemática, na primeira prova do ano letivo. Após entregar todas as provas, o professor anotou, de forma aleatória, as notas de todos os alunos no quadro:
 Imagem associada para resolução da questão
Após uma observação, o professor concluiu que a nota modal dos alunos da turma do 9° ano é?
Alternativas
Q4272802 Não definido
No início da ocupação portuguesa (período Pré-colonial), a mão de obra empregada e a atividade econômica basicamentese restringia as:
Alternativas
Q4272804 Não definido
Os veículos de comunicação no Brasil, sempre tiveram um papel relevante na criação da imagem dos candidatos àpresidência, merece destaque dois presidenciáveis que lograram êxito em seus pleitos por terem suas imagens vinculadas a grandes heróis combatentes da corrupção, foram eles:
Alternativas
Q4272805 Não definido

Observe a imagem:


 Imagem associada para resolução da questão


Sobre a Ditadura Militar brasileira (1964-1985), assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q4272806 Não definido
Leia as afirmações sobre o município de Araçu-GO.
(Fonte: Site do IBGE - Disponível em: . Acesso em 17 de dezembrode 2019).

I. Em 2017, o salário médio mensal era de 1.4 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação àpopulação total era de 11.9%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 235º de 246º e154º de 246º, respectivamente.
II. Em 2017, considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 36.4%dapopulação nessas condições, o que o colocava na posição 92º de 246º dentre as cidades do estado.
III. O último censo apresenta 6.7% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 96.1% de domicílios urbanos emvias públicas com arborização e 16.7% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença debueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 184º de 246º, 36º de 246º e 32º de 246º, respectivamente.
IV. A população no último censo (2010) era de 3.802 pessoas, a densidade demográfica (2010) era de 25,53 hab/km², e aestimativa para o ano de 2019 era de 3.522 pessoas no município.

Estão corretas as afirmações:
Alternativas
Q4272982 Não definido
A Portaria 453, de 01 de junho de 1998 aprova o Regulamento Técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteçãoradiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, dispõe sobre o uso dos raios-X diagnósticos em todo territórionacional e a Secretaria de Vigilância Sanitária no uso de suas atribuições legais, tendo em vista as disposições constitucionais e a Lei 8.080, de 19/10/90, que tratam das condições para a promoção e recuperação da saúde comodireito fundamental do ser humano RESOLVE:

    I. Aprovar o Regulamento Técnico "Diretrizes de Proteção Radiológica em Radiodiagnóstico Médico e Odontológico", parte integrante desta Portaria, que estabelece os requisitos básicos de proteção radiológica em radiodiagnóstico edisciplina a prática com os raios-X para fins diagnósticos e intervencionistas, visando a defesa da saúde dos pacientes, dos profissionais envolvidos e do público em geral.
   II. Este Regulamento deve ser adotado em todo território nacional e observado somente pelas pessoas jurídicas, dedireito público, envolvidas com a utilização dos raios-X diagnósticos.
    III. Compete aos órgãos de Vigilância Sanitária dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios o licenciamento dos estabelecimentos que empregam os raios-X diagnósticos, assim como a fiscalização do cumprimento desteRegulamento, sem prejuízo da observância de outros regulamentos federais, estaduais e municipais supletivos sobre a matéria.       IV. A inobservância dos requisitos deste Regulamento constitui infração de natureza sanitária nos termos da Lei 6.437, de 25 de agosto de 1977, ou outro instrumento legal que venha a substituí-la, sujeitando o infrator ao processo epenalidades previstas, sem prejuízo das responsabilidades civil e penal cabíveis.           V. Todos os serviços de radiodiagnóstico devem manter um exemplar deste Regulamento nos seus diversos setores que empregam os raios-X diagnósticos, exceto as instituições privadas que são eximidos desta função.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4272983 Não definido
De acordo com a Lei da questão 01, os Princípios Básicos que regem o Sistema de Proteção Radiológica são.
Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4272984 Não definido
Assinale a alternativa CORRETA:

Segundo a Portaria 453/98 do Ministério da Saúde, os limites de dose:
Alternativas
Q4272985 Não definido
Portaria 453, de 01 de junho de 1998 - CONTROLE DE ÁREAS DO SERVIÇO.
Coloque (F) nas alternativas falsas e (V) nas alternativas verdadeiras.

( ) Todo indivíduo que trabalha com raios-x diagnósticos deve usar, durante sua jornada de trabalho e enquantopermanecer em área controlada, dosímetro individual de leitura indireta, trocado bimestralmente.
( ) A obrigatoriedade do uso de dosímetro individual pode ser dispensada, a critério da autoridade sanitária local emediante ato normativo, para os serviços odontológicos com equipamento periapical e carga de trabalho máxima inferior a4 mA min / semana.
( ) Durante a utilização de avental plumbífero, o dosímetro individual deve ser colocado sobre o avental, aplicando-se umfator de correção de 10/1 para estimar a dose efetiva.
( ) Em casos em que as extremidades possam estar sujeitas a doses significativamente altas, deve-se fazer uso adicional de dosímetro de extremidade.
( ) O dosímetro individual é de uso exclusivo do usuário do dosímetro no serviço para o qual foi designado.
( ) Se houver suspeita de exposição acidental, o dosímetro individual deve ser queimado.

A sequência correta é:
Alternativas
Q4272986 Não definido
Nenhum indivíduo pode administrar, intencionalmente, radiações ionizantes em seres humanos a menos que:

a) Seja um médico ou odontólogo qualificado para a prática.
b) Que seja um técnico, enfermeiro ou outro profissional de saúde.
c) Possua certificação de qualificação na área da saúde, e para indivíduos que estejam realizando treinamentos autorizados.

É correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: D
4: D
5: A
6: C
7: D
8: A
9: C
10: B
11: B
12: B
13: D
14: A
15: D
16: B
17: A
18: D
19: A
20: C