Questões de Concurso Público Prefeitura de Araçu - GO 2020 para Médico - Clínico Geral

Foram encontradas 40 questões

Q4271082 Não definido
Leia o texto e responda a questão.

O melhor presente do meu avô

    Quando eu era criança, lá pelos idos dos anos 1950, morávamos em uma casa modesta. Ainda que pequena, acasa era mais estruturada do que a vizinhança: o entorno era um conjunto de residências muito simples e pobres. Todo final de ano, meu avô - um homem muito sensível - comprava doces, balas e outras tantas lembranças miúdas. Sem medar muitas explicações, me vestia de Papai Noel e, juntos, saíamos pelo bairro, distribuindo esses pequenos presentes entre a garotada alvoroçada.
    Ainda que seja uma tradição cristã, o Natal celebrado pelo meu avô me ajudou a aprender um importanteensinamento judaico: o tzedacá. A palavra é, muitas vezes, erroneamente entendida como “caridade”. Não se trata disso. Tzedacá é o sentimento de satisfação provocado por uma boa ação. É a noção de que, ao fazer o bem a alguém, quemsebeneficia é você.
    Levo esse ensinamento por toda a vida, e o aplico à condução dos meus negócios no Grupo Boticário. Foi ele queorientou, por exemplo, a decisão de destinar 1% das receitas do grupo à manutenção da Fundação Grupo Boticário deProteção à Natureza - que, por sua vez, direciona esses recursos a projetos socioambientais e pesquisas científicas. Foi por isso que criamos a maior fundação empresarial de conservação ambiental do Brasil.
    Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable, uma associaçãosediada em Washington que reúne os diretores executivos das maiores empresas americanas. Depois de deliberações entre os executivos dessas grandes empresas, a Business Roundtable emitiu uma nota, no final de agosto, com umasinalização importante e, para alguns, até surpreendente. Nela, os executivos declaram que suas empresas deveriam“perseguir o bem maior”. Segundo eles, os objetivos dessas grandes corporações deveriam incluir melhores práticas socioambientais, que beneficiassem funcionários, consumidores, comunidades locais e o meio-ambiente de maneira geral. Em outras palavras, segundo a nota, gerar lucro para os acionistas não deveria ser a razão única da existência dessas companhias.
    As reações à nota foram diversas. Admito que parece mesmo uma inversão de valores - ou uma promessa boademais para ser verdade. Mas vejo nas conclusões desses executivos somente um passo lógico.
      [...]
    Hoje, vivemos uma crise ambiental que se agrava. Em todo o mundo, milhões de pessoas vivem abaixo da linha damiséria. Sozinhos, os governos não vão conseguir apresentar respostas a esses desafios. Diante desse mundo cada vezmais complexo, faz sentido que a razão de ser de uma empresa vá além de comprar e vender de maneira eficiente elucrativa. As empresas privadas são grandes centralizadoras de interesses. Elas interferem na vida de seus funcionários, consumidores e comunidades. É importante que abracem responsabilidades relacionadas a todos esses atores. De modo acriar ambientes mais sustentáveis, do ponto de vista ambiental e também social. De modo a criar sociedades mais justas.
    Não se trata de uma boa ação. É algo essencial para a sobrevivência dessas companhias. Ao assumir responsabilidades pela vida em seu entorno, elas garantirão a continuidade do próprio negócio. Serão premiadas pelos consumidores, que vão preferir comprar de empresas que fazem o bem. E poderão contribuir para evitar um colapsoambiental, uma ameaça a cada dia mais palpável. Ao distribuir presentes para as crianças, meu avô e eu fazíamos mais que um ato de caridade. Aquele pequeno gesto nos enriquecia. E eu, pessoalmente, me divertia muito. A vizinhança, daqual fazíamos parte, se tornava mais feliz. Por um breve instante, a vida melhorava para todos. É assim a vida emcomunidade. Vale para pessoas. E vale também para grandes corporações. 


*Miguel Krigsner é fundador do Grupo Boticário e da Fundação Grupo Boticário e quer um mundo melhor para seus netos
KRIGSNER, M. O melhor presente do meu avô. [Adaptado]. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/blog/opiniao/o- melhor-presente-do-meu-avo/>. Acesso em: 19 dez 2019
Que alternativa melhor expressa a tese defendida pelo autor?
Alternativas
Q4271083 Não definido
Leia o texto e responda a questão.

O melhor presente do meu avô

    Quando eu era criança, lá pelos idos dos anos 1950, morávamos em uma casa modesta. Ainda que pequena, acasa era mais estruturada do que a vizinhança: o entorno era um conjunto de residências muito simples e pobres. Todo final de ano, meu avô - um homem muito sensível - comprava doces, balas e outras tantas lembranças miúdas. Sem medar muitas explicações, me vestia de Papai Noel e, juntos, saíamos pelo bairro, distribuindo esses pequenos presentes entre a garotada alvoroçada.
    Ainda que seja uma tradição cristã, o Natal celebrado pelo meu avô me ajudou a aprender um importanteensinamento judaico: o tzedacá. A palavra é, muitas vezes, erroneamente entendida como “caridade”. Não se trata disso. Tzedacá é o sentimento de satisfação provocado por uma boa ação. É a noção de que, ao fazer o bem a alguém, quemsebeneficia é você.
    Levo esse ensinamento por toda a vida, e o aplico à condução dos meus negócios no Grupo Boticário. Foi ele queorientou, por exemplo, a decisão de destinar 1% das receitas do grupo à manutenção da Fundação Grupo Boticário deProteção à Natureza - que, por sua vez, direciona esses recursos a projetos socioambientais e pesquisas científicas. Foi por isso que criamos a maior fundação empresarial de conservação ambiental do Brasil.
    Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable, uma associaçãosediada em Washington que reúne os diretores executivos das maiores empresas americanas. Depois de deliberações entre os executivos dessas grandes empresas, a Business Roundtable emitiu uma nota, no final de agosto, com umasinalização importante e, para alguns, até surpreendente. Nela, os executivos declaram que suas empresas deveriam“perseguir o bem maior”. Segundo eles, os objetivos dessas grandes corporações deveriam incluir melhores práticas socioambientais, que beneficiassem funcionários, consumidores, comunidades locais e o meio-ambiente de maneira geral. Em outras palavras, segundo a nota, gerar lucro para os acionistas não deveria ser a razão única da existência dessas companhias.
    As reações à nota foram diversas. Admito que parece mesmo uma inversão de valores - ou uma promessa boademais para ser verdade. Mas vejo nas conclusões desses executivos somente um passo lógico.
      [...]
    Hoje, vivemos uma crise ambiental que se agrava. Em todo o mundo, milhões de pessoas vivem abaixo da linha damiséria. Sozinhos, os governos não vão conseguir apresentar respostas a esses desafios. Diante desse mundo cada vezmais complexo, faz sentido que a razão de ser de uma empresa vá além de comprar e vender de maneira eficiente elucrativa. As empresas privadas são grandes centralizadoras de interesses. Elas interferem na vida de seus funcionários, consumidores e comunidades. É importante que abracem responsabilidades relacionadas a todos esses atores. De modo acriar ambientes mais sustentáveis, do ponto de vista ambiental e também social. De modo a criar sociedades mais justas.
    Não se trata de uma boa ação. É algo essencial para a sobrevivência dessas companhias. Ao assumir responsabilidades pela vida em seu entorno, elas garantirão a continuidade do próprio negócio. Serão premiadas pelos consumidores, que vão preferir comprar de empresas que fazem o bem. E poderão contribuir para evitar um colapsoambiental, uma ameaça a cada dia mais palpável. Ao distribuir presentes para as crianças, meu avô e eu fazíamos mais que um ato de caridade. Aquele pequeno gesto nos enriquecia. E eu, pessoalmente, me divertia muito. A vizinhança, daqual fazíamos parte, se tornava mais feliz. Por um breve instante, a vida melhorava para todos. É assim a vida emcomunidade. Vale para pessoas. E vale também para grandes corporações. 


*Miguel Krigsner é fundador do Grupo Boticário e da Fundação Grupo Boticário e quer um mundo melhor para seus netos
KRIGSNER, M. O melhor presente do meu avô. [Adaptado]. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/blog/opiniao/o- melhor-presente-do-meu-avo/>. Acesso em: 19 dez 2019
Para organização sequencial do texto, o recurso predominantemente usado é a:
Alternativas
Q4271084 Não definido
Leia o texto e responda a questão.

O melhor presente do meu avô

    Quando eu era criança, lá pelos idos dos anos 1950, morávamos em uma casa modesta. Ainda que pequena, acasa era mais estruturada do que a vizinhança: o entorno era um conjunto de residências muito simples e pobres. Todo final de ano, meu avô - um homem muito sensível - comprava doces, balas e outras tantas lembranças miúdas. Sem medar muitas explicações, me vestia de Papai Noel e, juntos, saíamos pelo bairro, distribuindo esses pequenos presentes entre a garotada alvoroçada.
    Ainda que seja uma tradição cristã, o Natal celebrado pelo meu avô me ajudou a aprender um importanteensinamento judaico: o tzedacá. A palavra é, muitas vezes, erroneamente entendida como “caridade”. Não se trata disso. Tzedacá é o sentimento de satisfação provocado por uma boa ação. É a noção de que, ao fazer o bem a alguém, quemsebeneficia é você.
    Levo esse ensinamento por toda a vida, e o aplico à condução dos meus negócios no Grupo Boticário. Foi ele queorientou, por exemplo, a decisão de destinar 1% das receitas do grupo à manutenção da Fundação Grupo Boticário deProteção à Natureza - que, por sua vez, direciona esses recursos a projetos socioambientais e pesquisas científicas. Foi por isso que criamos a maior fundação empresarial de conservação ambiental do Brasil.
    Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable, uma associaçãosediada em Washington que reúne os diretores executivos das maiores empresas americanas. Depois de deliberações entre os executivos dessas grandes empresas, a Business Roundtable emitiu uma nota, no final de agosto, com umasinalização importante e, para alguns, até surpreendente. Nela, os executivos declaram que suas empresas deveriam“perseguir o bem maior”. Segundo eles, os objetivos dessas grandes corporações deveriam incluir melhores práticas socioambientais, que beneficiassem funcionários, consumidores, comunidades locais e o meio-ambiente de maneira geral. Em outras palavras, segundo a nota, gerar lucro para os acionistas não deveria ser a razão única da existência dessas companhias.
    As reações à nota foram diversas. Admito que parece mesmo uma inversão de valores - ou uma promessa boademais para ser verdade. Mas vejo nas conclusões desses executivos somente um passo lógico.
      [...]
    Hoje, vivemos uma crise ambiental que se agrava. Em todo o mundo, milhões de pessoas vivem abaixo da linha damiséria. Sozinhos, os governos não vão conseguir apresentar respostas a esses desafios. Diante desse mundo cada vezmais complexo, faz sentido que a razão de ser de uma empresa vá além de comprar e vender de maneira eficiente elucrativa. As empresas privadas são grandes centralizadoras de interesses. Elas interferem na vida de seus funcionários, consumidores e comunidades. É importante que abracem responsabilidades relacionadas a todos esses atores. De modo acriar ambientes mais sustentáveis, do ponto de vista ambiental e também social. De modo a criar sociedades mais justas.
    Não se trata de uma boa ação. É algo essencial para a sobrevivência dessas companhias. Ao assumir responsabilidades pela vida em seu entorno, elas garantirão a continuidade do próprio negócio. Serão premiadas pelos consumidores, que vão preferir comprar de empresas que fazem o bem. E poderão contribuir para evitar um colapsoambiental, uma ameaça a cada dia mais palpável. Ao distribuir presentes para as crianças, meu avô e eu fazíamos mais que um ato de caridade. Aquele pequeno gesto nos enriquecia. E eu, pessoalmente, me divertia muito. A vizinhança, daqual fazíamos parte, se tornava mais feliz. Por um breve instante, a vida melhorava para todos. É assim a vida emcomunidade. Vale para pessoas. E vale também para grandes corporações. 


*Miguel Krigsner é fundador do Grupo Boticário e da Fundação Grupo Boticário e quer um mundo melhor para seus netos
KRIGSNER, M. O melhor presente do meu avô. [Adaptado]. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/blog/opiniao/o- melhor-presente-do-meu-avo/>. Acesso em: 19 dez 2019
No enunciado “Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable”, a relação sintática entre as orações é de: 
Alternativas
Q4271085 Não definido
Leia o texto e responda a questão.

O melhor presente do meu avô

    Quando eu era criança, lá pelos idos dos anos 1950, morávamos em uma casa modesta. Ainda que pequena, acasa era mais estruturada do que a vizinhança: o entorno era um conjunto de residências muito simples e pobres. Todo final de ano, meu avô - um homem muito sensível - comprava doces, balas e outras tantas lembranças miúdas. Sem medar muitas explicações, me vestia de Papai Noel e, juntos, saíamos pelo bairro, distribuindo esses pequenos presentes entre a garotada alvoroçada.
    Ainda que seja uma tradição cristã, o Natal celebrado pelo meu avô me ajudou a aprender um importanteensinamento judaico: o tzedacá. A palavra é, muitas vezes, erroneamente entendida como “caridade”. Não se trata disso. Tzedacá é o sentimento de satisfação provocado por uma boa ação. É a noção de que, ao fazer o bem a alguém, quemsebeneficia é você.
    Levo esse ensinamento por toda a vida, e o aplico à condução dos meus negócios no Grupo Boticário. Foi ele queorientou, por exemplo, a decisão de destinar 1% das receitas do grupo à manutenção da Fundação Grupo Boticário deProteção à Natureza - que, por sua vez, direciona esses recursos a projetos socioambientais e pesquisas científicas. Foi por isso que criamos a maior fundação empresarial de conservação ambiental do Brasil.
    Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable, uma associaçãosediada em Washington que reúne os diretores executivos das maiores empresas americanas. Depois de deliberações entre os executivos dessas grandes empresas, a Business Roundtable emitiu uma nota, no final de agosto, com umasinalização importante e, para alguns, até surpreendente. Nela, os executivos declaram que suas empresas deveriam“perseguir o bem maior”. Segundo eles, os objetivos dessas grandes corporações deveriam incluir melhores práticas socioambientais, que beneficiassem funcionários, consumidores, comunidades locais e o meio-ambiente de maneira geral. Em outras palavras, segundo a nota, gerar lucro para os acionistas não deveria ser a razão única da existência dessas companhias.
    As reações à nota foram diversas. Admito que parece mesmo uma inversão de valores - ou uma promessa boademais para ser verdade. Mas vejo nas conclusões desses executivos somente um passo lógico.
      [...]
    Hoje, vivemos uma crise ambiental que se agrava. Em todo o mundo, milhões de pessoas vivem abaixo da linha damiséria. Sozinhos, os governos não vão conseguir apresentar respostas a esses desafios. Diante desse mundo cada vezmais complexo, faz sentido que a razão de ser de uma empresa vá além de comprar e vender de maneira eficiente elucrativa. As empresas privadas são grandes centralizadoras de interesses. Elas interferem na vida de seus funcionários, consumidores e comunidades. É importante que abracem responsabilidades relacionadas a todos esses atores. De modo acriar ambientes mais sustentáveis, do ponto de vista ambiental e também social. De modo a criar sociedades mais justas.
    Não se trata de uma boa ação. É algo essencial para a sobrevivência dessas companhias. Ao assumir responsabilidades pela vida em seu entorno, elas garantirão a continuidade do próprio negócio. Serão premiadas pelos consumidores, que vão preferir comprar de empresas que fazem o bem. E poderão contribuir para evitar um colapsoambiental, uma ameaça a cada dia mais palpável. Ao distribuir presentes para as crianças, meu avô e eu fazíamos mais que um ato de caridade. Aquele pequeno gesto nos enriquecia. E eu, pessoalmente, me divertia muito. A vizinhança, daqual fazíamos parte, se tornava mais feliz. Por um breve instante, a vida melhorava para todos. É assim a vida emcomunidade. Vale para pessoas. E vale também para grandes corporações. 


*Miguel Krigsner é fundador do Grupo Boticário e da Fundação Grupo Boticário e quer um mundo melhor para seus netos
KRIGSNER, M. O melhor presente do meu avô. [Adaptado]. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/blog/opiniao/o- melhor-presente-do-meu-avo/>. Acesso em: 19 dez 2019
No último parágrafo, pode-se substituir “um colapso”, sem prejuízo de sentido para o contexto, por um(a):
Alternativas
Q4271086 Não definido
Leia o texto e responda a questão.

O melhor presente do meu avô

    Quando eu era criança, lá pelos idos dos anos 1950, morávamos em uma casa modesta. Ainda que pequena, acasa era mais estruturada do que a vizinhança: o entorno era um conjunto de residências muito simples e pobres. Todo final de ano, meu avô - um homem muito sensível - comprava doces, balas e outras tantas lembranças miúdas. Sem medar muitas explicações, me vestia de Papai Noel e, juntos, saíamos pelo bairro, distribuindo esses pequenos presentes entre a garotada alvoroçada.
    Ainda que seja uma tradição cristã, o Natal celebrado pelo meu avô me ajudou a aprender um importanteensinamento judaico: o tzedacá. A palavra é, muitas vezes, erroneamente entendida como “caridade”. Não se trata disso. Tzedacá é o sentimento de satisfação provocado por uma boa ação. É a noção de que, ao fazer o bem a alguém, quemsebeneficia é você.
    Levo esse ensinamento por toda a vida, e o aplico à condução dos meus negócios no Grupo Boticário. Foi ele queorientou, por exemplo, a decisão de destinar 1% das receitas do grupo à manutenção da Fundação Grupo Boticário deProteção à Natureza - que, por sua vez, direciona esses recursos a projetos socioambientais e pesquisas científicas. Foi por isso que criamos a maior fundação empresarial de conservação ambiental do Brasil.
    Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable, uma associaçãosediada em Washington que reúne os diretores executivos das maiores empresas americanas. Depois de deliberações entre os executivos dessas grandes empresas, a Business Roundtable emitiu uma nota, no final de agosto, com umasinalização importante e, para alguns, até surpreendente. Nela, os executivos declaram que suas empresas deveriam“perseguir o bem maior”. Segundo eles, os objetivos dessas grandes corporações deveriam incluir melhores práticas socioambientais, que beneficiassem funcionários, consumidores, comunidades locais e o meio-ambiente de maneira geral. Em outras palavras, segundo a nota, gerar lucro para os acionistas não deveria ser a razão única da existência dessas companhias.
    As reações à nota foram diversas. Admito que parece mesmo uma inversão de valores - ou uma promessa boademais para ser verdade. Mas vejo nas conclusões desses executivos somente um passo lógico.
      [...]
    Hoje, vivemos uma crise ambiental que se agrava. Em todo o mundo, milhões de pessoas vivem abaixo da linha damiséria. Sozinhos, os governos não vão conseguir apresentar respostas a esses desafios. Diante desse mundo cada vezmais complexo, faz sentido que a razão de ser de uma empresa vá além de comprar e vender de maneira eficiente elucrativa. As empresas privadas são grandes centralizadoras de interesses. Elas interferem na vida de seus funcionários, consumidores e comunidades. É importante que abracem responsabilidades relacionadas a todos esses atores. De modo acriar ambientes mais sustentáveis, do ponto de vista ambiental e também social. De modo a criar sociedades mais justas.
    Não se trata de uma boa ação. É algo essencial para a sobrevivência dessas companhias. Ao assumir responsabilidades pela vida em seu entorno, elas garantirão a continuidade do próprio negócio. Serão premiadas pelos consumidores, que vão preferir comprar de empresas que fazem o bem. E poderão contribuir para evitar um colapsoambiental, uma ameaça a cada dia mais palpável. Ao distribuir presentes para as crianças, meu avô e eu fazíamos mais que um ato de caridade. Aquele pequeno gesto nos enriquecia. E eu, pessoalmente, me divertia muito. A vizinhança, daqual fazíamos parte, se tornava mais feliz. Por um breve instante, a vida melhorava para todos. É assim a vida emcomunidade. Vale para pessoas. E vale também para grandes corporações. 


*Miguel Krigsner é fundador do Grupo Boticário e da Fundação Grupo Boticário e quer um mundo melhor para seus netos
KRIGSNER, M. O melhor presente do meu avô. [Adaptado]. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/blog/opiniao/o- melhor-presente-do-meu-avo/>. Acesso em: 19 dez 2019
A regra de acentuação gráfica utilizada em “única” é a mesma em:
Alternativas
Q4271087 Não definido
Leia o texto e responda a questão.

O melhor presente do meu avô

    Quando eu era criança, lá pelos idos dos anos 1950, morávamos em uma casa modesta. Ainda que pequena, acasa era mais estruturada do que a vizinhança: o entorno era um conjunto de residências muito simples e pobres. Todo final de ano, meu avô - um homem muito sensível - comprava doces, balas e outras tantas lembranças miúdas. Sem medar muitas explicações, me vestia de Papai Noel e, juntos, saíamos pelo bairro, distribuindo esses pequenos presentes entre a garotada alvoroçada.
    Ainda que seja uma tradição cristã, o Natal celebrado pelo meu avô me ajudou a aprender um importanteensinamento judaico: o tzedacá. A palavra é, muitas vezes, erroneamente entendida como “caridade”. Não se trata disso. Tzedacá é o sentimento de satisfação provocado por uma boa ação. É a noção de que, ao fazer o bem a alguém, quemsebeneficia é você.
    Levo esse ensinamento por toda a vida, e o aplico à condução dos meus negócios no Grupo Boticário. Foi ele queorientou, por exemplo, a decisão de destinar 1% das receitas do grupo à manutenção da Fundação Grupo Boticário deProteção à Natureza - que, por sua vez, direciona esses recursos a projetos socioambientais e pesquisas científicas. Foi por isso que criamos a maior fundação empresarial de conservação ambiental do Brasil.
    Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable, uma associaçãosediada em Washington que reúne os diretores executivos das maiores empresas americanas. Depois de deliberações entre os executivos dessas grandes empresas, a Business Roundtable emitiu uma nota, no final de agosto, com umasinalização importante e, para alguns, até surpreendente. Nela, os executivos declaram que suas empresas deveriam“perseguir o bem maior”. Segundo eles, os objetivos dessas grandes corporações deveriam incluir melhores práticas socioambientais, que beneficiassem funcionários, consumidores, comunidades locais e o meio-ambiente de maneira geral. Em outras palavras, segundo a nota, gerar lucro para os acionistas não deveria ser a razão única da existência dessas companhias.
    As reações à nota foram diversas. Admito que parece mesmo uma inversão de valores - ou uma promessa boademais para ser verdade. Mas vejo nas conclusões desses executivos somente um passo lógico.
      [...]
    Hoje, vivemos uma crise ambiental que se agrava. Em todo o mundo, milhões de pessoas vivem abaixo da linha damiséria. Sozinhos, os governos não vão conseguir apresentar respostas a esses desafios. Diante desse mundo cada vezmais complexo, faz sentido que a razão de ser de uma empresa vá além de comprar e vender de maneira eficiente elucrativa. As empresas privadas são grandes centralizadoras de interesses. Elas interferem na vida de seus funcionários, consumidores e comunidades. É importante que abracem responsabilidades relacionadas a todos esses atores. De modo acriar ambientes mais sustentáveis, do ponto de vista ambiental e também social. De modo a criar sociedades mais justas.
    Não se trata de uma boa ação. É algo essencial para a sobrevivência dessas companhias. Ao assumir responsabilidades pela vida em seu entorno, elas garantirão a continuidade do próprio negócio. Serão premiadas pelos consumidores, que vão preferir comprar de empresas que fazem o bem. E poderão contribuir para evitar um colapsoambiental, uma ameaça a cada dia mais palpável. Ao distribuir presentes para as crianças, meu avô e eu fazíamos mais que um ato de caridade. Aquele pequeno gesto nos enriquecia. E eu, pessoalmente, me divertia muito. A vizinhança, daqual fazíamos parte, se tornava mais feliz. Por um breve instante, a vida melhorava para todos. É assim a vida emcomunidade. Vale para pessoas. E vale também para grandes corporações. 


*Miguel Krigsner é fundador do Grupo Boticário e da Fundação Grupo Boticário e quer um mundo melhor para seus netos
KRIGSNER, M. O melhor presente do meu avô. [Adaptado]. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/blog/opiniao/o- melhor-presente-do-meu-avo/>. Acesso em: 19 dez 2019
A argumentação no texto é construída com a finalidade intencional de:
Alternativas
Q4271088 Não definido
Leia o texto e responda a questão.

O melhor presente do meu avô

    Quando eu era criança, lá pelos idos dos anos 1950, morávamos em uma casa modesta. Ainda que pequena, acasa era mais estruturada do que a vizinhança: o entorno era um conjunto de residências muito simples e pobres. Todo final de ano, meu avô - um homem muito sensível - comprava doces, balas e outras tantas lembranças miúdas. Sem medar muitas explicações, me vestia de Papai Noel e, juntos, saíamos pelo bairro, distribuindo esses pequenos presentes entre a garotada alvoroçada.
    Ainda que seja uma tradição cristã, o Natal celebrado pelo meu avô me ajudou a aprender um importanteensinamento judaico: o tzedacá. A palavra é, muitas vezes, erroneamente entendida como “caridade”. Não se trata disso. Tzedacá é o sentimento de satisfação provocado por uma boa ação. É a noção de que, ao fazer o bem a alguém, quemsebeneficia é você.
    Levo esse ensinamento por toda a vida, e o aplico à condução dos meus negócios no Grupo Boticário. Foi ele queorientou, por exemplo, a decisão de destinar 1% das receitas do grupo à manutenção da Fundação Grupo Boticário deProteção à Natureza - que, por sua vez, direciona esses recursos a projetos socioambientais e pesquisas científicas. Foi por isso que criamos a maior fundação empresarial de conservação ambiental do Brasil.
    Lembrei do tzedacá recentemente, quando vi uma das conclusões da Business Roundtable, uma associaçãosediada em Washington que reúne os diretores executivos das maiores empresas americanas. Depois de deliberações entre os executivos dessas grandes empresas, a Business Roundtable emitiu uma nota, no final de agosto, com umasinalização importante e, para alguns, até surpreendente. Nela, os executivos declaram que suas empresas deveriam“perseguir o bem maior”. Segundo eles, os objetivos dessas grandes corporações deveriam incluir melhores práticas socioambientais, que beneficiassem funcionários, consumidores, comunidades locais e o meio-ambiente de maneira geral. Em outras palavras, segundo a nota, gerar lucro para os acionistas não deveria ser a razão única da existência dessas companhias.
    As reações à nota foram diversas. Admito que parece mesmo uma inversão de valores - ou uma promessa boademais para ser verdade. Mas vejo nas conclusões desses executivos somente um passo lógico.
      [...]
    Hoje, vivemos uma crise ambiental que se agrava. Em todo o mundo, milhões de pessoas vivem abaixo da linha damiséria. Sozinhos, os governos não vão conseguir apresentar respostas a esses desafios. Diante desse mundo cada vezmais complexo, faz sentido que a razão de ser de uma empresa vá além de comprar e vender de maneira eficiente elucrativa. As empresas privadas são grandes centralizadoras de interesses. Elas interferem na vida de seus funcionários, consumidores e comunidades. É importante que abracem responsabilidades relacionadas a todos esses atores. De modo acriar ambientes mais sustentáveis, do ponto de vista ambiental e também social. De modo a criar sociedades mais justas.
    Não se trata de uma boa ação. É algo essencial para a sobrevivência dessas companhias. Ao assumir responsabilidades pela vida em seu entorno, elas garantirão a continuidade do próprio negócio. Serão premiadas pelos consumidores, que vão preferir comprar de empresas que fazem o bem. E poderão contribuir para evitar um colapsoambiental, uma ameaça a cada dia mais palpável. Ao distribuir presentes para as crianças, meu avô e eu fazíamos mais que um ato de caridade. Aquele pequeno gesto nos enriquecia. E eu, pessoalmente, me divertia muito. A vizinhança, daqual fazíamos parte, se tornava mais feliz. Por um breve instante, a vida melhorava para todos. É assim a vida emcomunidade. Vale para pessoas. E vale também para grandes corporações. 


*Miguel Krigsner é fundador do Grupo Boticário e da Fundação Grupo Boticário e quer um mundo melhor para seus netos
KRIGSNER, M. O melhor presente do meu avô. [Adaptado]. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/blog/opiniao/o- melhor-presente-do-meu-avo/>. Acesso em: 19 dez 2019
No enunciado “meu avô - um homem muito sensível”, o processo de adjetivação é construído pelo:
Alternativas
Q4271089 Não definido

Leia o texto e responda a questão.


Saber viver


Cora Coralina

Não sei…

se a vida é curta

ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos

tem sentido,

se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

colo que acolhe,

braço que envolve,

palavra que conforta,

silêncio que respeita,

alegria que contagia,

lágrima que corre,

olhar que sacia,

amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela

não seja nem curta,

nem longa demais,

mas que seja intensa,

verdadeira e pura…

enquanto durar. 



CORALINA, C. Saber viver. Disponível em: <https://www.culturagenial.com/cora-coralina-poemas-essenciais/> Acesso em: 02 jan 2020

Na primeira estrofe, o eu lírico assinala o valor de uma vida:
Alternativas
Q4271090 Não definido

Leia o texto e responda a questão.


Saber viver


Cora Coralina

Não sei…

se a vida é curta

ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos

tem sentido,

se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

colo que acolhe,

braço que envolve,

palavra que conforta,

silêncio que respeita,

alegria que contagia,

lágrima que corre,

olhar que sacia,

amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela

não seja nem curta,

nem longa demais,

mas que seja intensa,

verdadeira e pura…

enquanto durar. 



CORALINA, C. Saber viver. Disponível em: <https://www.culturagenial.com/cora-coralina-poemas-essenciais/> Acesso em: 02 jan 2020

No verso “É o que faz com que ela”, o termo “ela” retoma anaforicamente o substantivo:
Alternativas
Q4271091 Não definido

Leia o texto e responda a questão.


Saber viver


Cora Coralina

Não sei…

se a vida é curta

ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos

tem sentido,

se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

colo que acolhe,

braço que envolve,

palavra que conforta,

silêncio que respeita,

alegria que contagia,

lágrima que corre,

olhar que sacia,

amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela

não seja nem curta,

nem longa demais,

mas que seja intensa,

verdadeira e pura…

enquanto durar. 



CORALINA, C. Saber viver. Disponível em: <https://www.culturagenial.com/cora-coralina-poemas-essenciais/> Acesso em: 02 jan 2020

O principal recurso para construção de sentido na segunda estrofe do poema é a:
Alternativas
Q4271092 Não definido
Em uma fábrica de peças automotivas, 10 funcionários levam 60 horas para realizar a inspeção de 200 filtros de ar- condicionado. Seis funcionários que trabalham de maneira similar precisarão de quantas horas para finalizar a mesma inspeção?
Alternativas
Q4271094 Não definido
Considere uma caixa com 100 bolas.

Dessas, 40 bolas são azuis e estão numeradas de 1 a 40;
35 bolas são verdes e estão numeradas de 1 a 35;
25 bolas são amarelas e estão numeradas de 1 a 25.

Retirando ao acaso uma bola da caixa, qual é a probabilidade de a bola ser verde ou que tenha um número ímpar?
Alternativas
Q4271095 Não definido
Uma multa ambiental de R$ 12.000,00 será aplicada a dois proprietários de determinada área. Para que o valor da multa não aumentasse, o proprietário A já replantou 4 hectares da área desmatada e o proprietário B, 2 hectares. Quanto maior a área replantada, menor a multa. Os proprietários resolveram, então, dividir a multa em partes inversamente proporcionais às áreas replantadas.

Quanto coube a cada um deles, respectivamente?
Alternativas
Q4271096 Não definido
Um trabalhador rural colheu várias caixas de caqui e as levou para a feira local. No translado, houve uma perda de 3%do total colhido. Durante a exposição na barraca de frutas, ao escolher os melhores frutos, o consumidor acaba apertando cada um. Dessa forma, ocorreu novamente uma perda, agora de 7% dos caquis expostos. Qual é a porcentagem do total de caquis que pode ser comercializada?
Alternativas
Q4271097 Não definido
Observe a imagem.

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Leia o fragmento.

"Canudos não se rendeu [...] Resistiu até o esgotamento completo [...] Caiu no dia 5 ao entardecer, quando caíram seus últimos defensores [...]. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5.000 soldados." (Euclides da Cunha. Os Sertões).

Sobre Canudos, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q4271098 Não definido
Observe a imagem.

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Com a Revolução de 1930 no Brasil, encerra-se o período da República Velha, e inicia-se a Era Vargas (1930-1945). Esse movimento revolucionário provocou uma série de mudanças que influenciaram os rumos do País, até aproximadamente o final da década de 1980. Sobre esse assunto, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4271100 Não definido
Observe as afirmativas sobre a história de Goiás:

I. O território goiano foi administrado no período colonial, pela Capitania de São Paulo. Todavia, seu poder não era tão extenso e proeminente, ficando distante das populações litorâneas e, também, dos rendimentos econômicos.
II. Quando o Brasil conquistou a independência, em 1822, a Capitania de Goyaz foi elevada à categoria de província. Todavia, essa mudança pouco alterou sua realidade socioeconômica, pois enfrentava um cenário de pobreza e isolamento geográfico.
III. Os ideais de "progresso e desenvolvimento", abordados no decorrer da revolução de 1930, foram os principais impulsionadores da mudança da capital goiana, proposta que já havia sido pensada em governos anteriores. A região onde se encontra a atual capital foi escolhida por apresentar melhores condições hidrográficas, topográficas, climáticas e pela proximidade da estrada de ferro.
IV. Em 23 de março de 1937, Goiânia torna-se a nova Capital goiana. O município de Goiás perdeu o posto de sede estadual por meio do Decreto 1.816. Cinco anos após sua instalação como capital, Goiânia já registrava 15 mil habitantes, provindos do norte de Goiás e de estados próximos, como Minas Gerais, Piauí, Bahia e Maranhão.

Estão corretas as afirmações:
Alternativas
Q4271101 Não definido
Observe a imagem.

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Analise as afirmativas sobre o munícipio de Araçu no estado de Goiás, quanto a sua formação administrativa. 
(Disponível em: <https://www.cidadesdomeubrasil.com.br/go/aracu>. Acesso em 17 de dezembro de 2019).

I. O distrito de Araçu, era um pequeno povoado de São Sebastião do Salobro, subordinado ao município de Itauçu, criado pela lei municipal n° 14, de 31/08/1953.
II. Através da lei estadual nº 2106, de 14/11/1958, Araçu foi elevado à categoria de município. Sua instalação ocorreu em1959. Sua divisão territorial ocorreu em 2001, quando foi constituído como distrito sede.
III. Araçu fica localizada na micro região n° 354, Mato Grosso Goiano, estabelecendo limites ao norte com Itauçu e Itaberaí, ao leste com Inhumas, ao sul com Avelinópolis e Caturaí e ao oeste com Itaberaí, sem fronteiras interestaduais.
IV. Araçu é um dos municípios goianos que a taxa de crescimento populacional desde o ano 2000 é negativa, ou seja, vem ocorrendo o decrescimento populacional no município.

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: B
4: A
5: C
6: D
7: B
8: B
9: D
10: C
11: B
12: C
13: D
14: B
15: A
16: A
17: B
18: C
19: D
20: A