Questões de Concurso Público Fundação Cultura de Timbó - SC 2026 para Instrutor de Teatro - Edital nº 5

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Q4299444 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...]

(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Após a leitura atenta do texto e mobilizando seus conhecimentos prévios, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)De acordo com o texto, considerar as pessoas negras e indígenas como "monstros" é parte de um projeto de negar-lhes dignidade humana, de não reconhecê-las em igualdade com as pessoas brancas e de não conferir-lhes a mesma humanidade que se confere a uma pessoa branca.
(__)A segregação do corpo negro do espaço público deu-se como parte do processo pós-abolição. Naquele momento, segregar esse corpo era importante para prevenir violências diante do fim da escravização. Hoje, essa segregação não é mais uma realidade.
(__)Faz parte do projeto de construção de um Brasil ideal o rótulo de "monstro" às pessoas negras e indígenas, colocando-as como inimigas desse projeto. Para se alcançar esse Brasil ideal, aumenta-se a agressão e opressão, desacreditando, silenciando, esmagando e extinguindo esses corpos da sociedade.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299445 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

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(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
De acordo com Cunha e Cintra, os pronomes demonstrativos são empregados para lembrar a quem ouve ou a quem lê o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar. É o que acontece em vários momentos do texto para se construir a coesão textual. A respeito disso, analise as sentenças a seguir:

I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.
II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que o Estado está a serviço da elite burguesa.
III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299446 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

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(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
No parágrafo a seguir, a vírgula foi usada várias vezes. Analise as sentenças a respeito do uso de vírgula:

"Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico."

I.A vírgula após "periferia" foi usada para indicar o deslocamento de um termo da ordem direta da oração (Tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal para jovens negros da periferia).
II.As vírgulas antes e depois de "reforço" são opcionais. Sem elas, a construção da oração não fica comprometida.
III.As vírgulas antes e depois de "admitido pelo direito posto" são necessárias porque delimitam um aposto explicativo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299447 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...]

(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir que tratam da pontuação. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O travessão tem três empregos básicos. Entre eles o de servir para delimitar um adendo, um comentário, uma ponderação que se intercala no discurso. É o que acontece nos parágrafos 1, 3 e 4.
(__)As aspas, especialmente as duplas, têm a função de delimitar palavras, expressões e trechos, de acordo com o que o autor deseja indicar. No caso do parágrafo 2, as aspas foram utilizadas para abrir e fechar uma citação.
(__)O autor lançou mão dos parênteses em duas situações, nos parágrafos 1 e 3. Esse sinal de pontuação tem como função intercalar num texto qualquer indicação acessória. No caso do parágrafo 1, eles foram usados para inserir no texto um comentário, uma ressalva, uma ponderação, uma explicação. No parágrafo 3, os parênteses foram usados para esclarecer ou informar o sentido de uma palavra ou expressão.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299448 Português
Analise as sentenças a seguir a respeito do emprego do acento grave (crase) e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Na frase "Estava tão cansada que a única coisa que queria era tomar um banho quente, tomar um chá e ler seu livro a meia luz", não há acento grave antes de "meia luz" porque não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo "meia".
(__)Na frase "Ao ler o primeiro capítulo, custou a compreender o que aquelas palavras queriam dizer", a ausência de crase na preposição "a" dá-se porque ela está seguida de verbo no infinitivo, logo, não é possível o acento grave.
(__)Na frase "De capa à capa, fez inúmeras anotações. Era assim que lia", a crase está correta porque a expressão "capa à capa" é uma locução formada por palavras femininas repetidas. O mesmo acontece em "face à face", "cara à cara", "gota à gota".
(__)Na frase "À medida que lia, entranhava naquela biografia como se fosse a sua própria história escrita ali", a crase em "à medida que" está correta porque essa expressão é uma locução conjuntiva formada por palavras femininas e consagrada pelo uso com o acento indicativo de crase. O mesmo ocorre em "à proporção que". Já em expressões como "à prestação", "à frente" e "à vista", a crase também é empregada, por se tratarem de locuções formadas por termos femininos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299449 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está corretamente feita:
Alternativas
Q4299450 Português
Leia o texto e complete as lacunas:

Conheça benefícios e saiba _________ a leitura é importante
A leitura é uma habilidade social, uma ponte de acesso ao mundo e às outras pessoas. Para a neurociência, é uma das habilidades mais incríveis que a humanidade já desenvolveu. Principalmente _________ a leitura é capaz de transformar nosso cérebro. [...] Afinal, precisamos ser apresentados a um conjunto de códigos para, finalmente, aprendermos essa habilidade. Assim, a leitura é importante __________?
Um importante __________ é o fato de a leitura promover novas descobertas, posicionamentos e discussões, possibilitando o desenvolvimento de empatia e sensibilidade sobre o outro. E também __________ a leitura possibilita ao estudante uma jornada de desenvolvimento mais autônoma em que poderá encontrar muito mais facilidade para falar, perguntar, opinar e formular perguntas, bem como encontrar caminhos para respondê-las.

(Disponível em: https://www.arvore.com.br/blog/por-que-leitura-e-importante. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
Alternativas
Q4299451 Português
Analise as concordâncias dos verbos destacados a seguir e as justificativas. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Em "Era um abrir e fechar de livros e não decidia qual leria", a concordância está correta porque o verbo pode ficar no singular se os substantivos formam uma noção única.
(__)Em "Tanto ficção científica quanto romance de fantasia eram lidos com voracidade", há duas possibilidades de concordância porque, se o sujeito composto tem os seus núcleos ligados por série aditiva enfática, o verbo concorda com o mais próximo ou vai para o plural.
(__)Em "Cada um daqueles livros seria lido com tempo e dedicação", o verbo fica no singular porque o sujeito é representado pela expressão "cada um de".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299452 Português
Analise as sentenças quanto à concordância nominal das palavras destacadas:

I.Concentrados , a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.
II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.
III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos .

Eram crianças. IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado. É c
Alternativas
Q4299453 Português
Conhecer a escrita correta das palavras é fundamental para evitar confusão de entendimento daquilo que se lê. Analise as sentenças a seguir, considerando o contexto, e assinale a alternativa em que a palavra destacada está corretamente escrita:
Alternativas
Q4299454 Atualidades
Em 2025, mais de 90% da população brasileira com 10 anos ou mais utilizou a internet. Entretanto, 59,2% dos domicílios não possuíam computador ou tablet, e 10,7% dependiam exclusivamente dos dados da telefonia móvel para acessar serviços públicos, estudar, trabalhar, realizar operações bancárias e comunicar-se. Considerando esses dados, para avaliar de forma consistente a inclusão digital, é preciso:
Alternativas
Q4299455 Saúde Pública
Um levantamento identificou cerca de 150 mil episódios de violência contra pessoas em situação de rua entre 2014 e 2023. A pesquisa também apontou que parcela expressiva das vítimas não busca atendimento, em razão de medo, discriminação, desconfiança e barreiras de acesso. Para planejar políticas públicas e distribuir recursos, a utilização mais adequada dessas informações é:
Alternativas
Q4299456 Meteorologia
O El Niño é um fenômeno climático que provoca alterações nos padrões de temperatura e de chuva em diferentes regiões do mundo, podendo influenciar as condições meteorológicas em Santa Catarina. Nesse contexto, as previsões climáticas para o estado indicam maior probabilidade de chuvas acima da média, temperaturas elevadas e eventos extremos associados ao fenômeno. Entretanto, não é possível determinar com grande antecedência a localização e a intensidade de cada episódio, além de que os municípios apresentam diferenças de relevo, ocupação urbana, drenagem, população exposta e capacidade de resposta. Nesse cenário, a estratégia pública mais consistente é:
Alternativas
Q4299457 Sociologia
O Atlas da Mobilidade Social identificou diferenças na ascensão econômica relacionadas à origem familiar, ao gênero, à raça e ao território. Entre os indicadores analisados, os melhores resultados educacionais apresentaram a associação mais forte com a mobilidade ascendente. Diante desses achados, a interpretação metodologicamente mais defensável é:
Alternativas
Q4299458 Saúde Pública
Entre janeiro de 2023 e maio de 2026, foram registrados mais de 1,8 milhão de acidentes de trabalho no Brasil. Sudeste e Sul concentraram 72,6% das notificações. Em 2023, a notificação foi ampliada para todos os acidentes atendidos nos serviços de saúde.

(Fonte: Agência Brasil. Brasil registra mais de 1,8 milhão de acidentes de trabalho desde 2023. Rio de Janeiro, 2026.)

Diante dessas informações, é correto concluir que:
Alternativas
Q4299459 Artes Cênicas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O núcleo do pré-expressivo concerne ao caráter real da ação do ator, independentemente dos efeitos de dança ou teatro, de realismo ou não realismo que podem ser obtidos com esta ação.

O caráter real da ação se refere à qualidade do processo. É o que faz o ator existir enquanto ator. Não é o que caracteriza o seu estilo representativo. Não é uma escolha de estilo. Fundamenta a escolha deste ou daquele estilo. Repito, mesmo correndo risco de aborrecer: dizer que a ação do ator deve ser real não quer dizer que deva ser realista.

A ação do ator é real se está disciplinada por uma partitura.


BARBA, Eugenio. A canoa de papel: tratado de antropologia teatral. São Paulo: Hucitec, 1994. p. 174. 
Com base no excerto de Eugenio Barba, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Segundo o autor, o caráter real da ação do ator está relacionado à qualidade do processo de atuação, e não à adoção de um estilo realista de representação.
(__)De acordo com o excerto, uma ação cênica é considerada real quando reproduz fielmente comportamentos cotidianos observáveis.
(__)Conforme o texto, a ação do ator é real quando está disciplinada por uma partitura.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299460 Artes Cênicas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O núcleo do pré-expressivo concerne ao caráter real da ação do ator, independentemente dos efeitos de dança ou teatro, de realismo ou não realismo que podem ser obtidos com esta ação.

O caráter real da ação se refere à qualidade do processo. É o que faz o ator existir enquanto ator. Não é o que caracteriza o seu estilo representativo. Não é uma escolha de estilo. Fundamenta a escolha deste ou daquele estilo. Repito, mesmo correndo risco de aborrecer: dizer que a ação do ator deve ser real não quer dizer que deva ser realista.

A ação do ator é real se está disciplinada por uma partitura.


BARBA, Eugenio. A canoa de papel: tratado de antropologia teatral. São Paulo: Hucitec, 1994. p. 174. 
A partir das ideias apresentadas por Eugenio Barba no excerto, analise as afirmativas a seguir:

I.O caráter real da ação do ator refere-se à qualidade do processo de atuação, não constituindo uma escolha de estilo representativo.
II.A ação do ator pode ser considerada real tanto em propostas realistas quanto em propostas não realistas, pois seu caráter não depende do estilo de representação adotado.
III.A disciplina da ação por meio de uma partitura constitui um princípio organizador da ação do ator, relacionando-se à qualidade do processo de atuação.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299461 Artes Cênicas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O núcleo do pré-expressivo concerne ao caráter real da ação do ator, independentemente dos efeitos de dança ou teatro, de realismo ou não realismo que podem ser obtidos com esta ação.

O caráter real da ação se refere à qualidade do processo. É o que faz o ator existir enquanto ator. Não é o que caracteriza o seu estilo representativo. Não é uma escolha de estilo. Fundamenta a escolha deste ou daquele estilo. Repito, mesmo correndo risco de aborrecer: dizer que a ação do ator deve ser real não quer dizer que deva ser realista.

A ação do ator é real se está disciplinada por uma partitura.


BARBA, Eugenio. A canoa de papel: tratado de antropologia teatral. São Paulo: Hucitec, 1994. p. 174. 
Durante o processo de criação de um espetáculo, uma mesma sequência organizada de ações do ator é utilizada em encenações com diferentes propostas estéticas, sem que sua organização interna seja alterada. Considerando o excerto de Eugenio Barba, essa situação evidencia que:
Alternativas
Q4299462 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


É evidente que aqui se trata de casos verdadeiramente extremos; na verdade, muitas vezes um grupo prepara uma peça de fórum em que a situação é apresentada de tal forma que em tal grau de desenvolvimento que as ações optativas são muito poucas ou nenhuma, e já não se pode fazer mais nada. E quando isso acontece, o efeito que tal modelo produz é sempre negativo. [...] Nesses casos, creio, deve-se voltar atrás no enredo da história e tentar verificar em que momento ainda podia ter optado por outras soluções, em vez de permitir que a história avançasse para o final agressivo.


BOAL, Augusto. Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. (Cap. IV − Vinte temas fundamentais, p. 320−321.)
Durante os ensaios de um espetáculo criado coletivamente, um grupo desenvolve uma cena em que as decisões tomadas pelos personagens conduzem rapidamente a um único desfecho possível. Ao acompanhar o trabalho, o instrutor percebe que os participantes deixam de investigar alternativas para o conflito e passam a concentrar-se apenas no aperfeiçoamento da execução da cena. Considerando o texto apresentado e a condução de processos criativos em teatro, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4299463 Artes Cênicas
Uma Fundação Cultural desenvolve um projeto teatral em um bairro do município, reunindo participantes de diferentes idades, trajetórias e experiências com o objetivo de criar uma intervenção cênica inspirada nas memórias e nas vivências da própria comunidade. Considerando o teatro como manifestação artística, educativa, cultural e comunitária, a atuação do instrutor deve priorizar:
Alternativas
Respostas
1: C
2: C
3: E
4: E
5: A
6: D
7: B
8: B
9: A
10: C
11: E
12: E
13: B
14: A
15: D
16: E
17: D
18: B
19: D
20: E