No Brasil, na década de 1980, com a criação dos órgãos
de controle ambiental, foram surgindo de forma
crescente os efeitos das políticas de "progresso a
qualquer custo". Na ocasião, as áreas contaminadas por
emissões de empreendimentos em operação e de
atividades abandonadas passaram a ser identificadas e
dadas ao conhecimento público. Esses casos ficaram
conhecidos como "passivo ambiental". Dando resposta a
essa situação, o Ministério da Saúde, com apoio da
Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS),
desenvolveu uma metodologia de avaliação de risco à
saúde derivada da Agency for Toxic Substances and
Disease Registry (ATSDR) e adaptada às nossas
realidades e aos princípios e critérios do Sistema Único
de Saúde (SUS). A metodologia brasileira se denomina
"Diretrizes para elaboração de estudo de avaliação de
risco à saúde humana por exposição a contaminantes
químicos", mais conhecida como Estudos de ARSH.
Na avaliação das implicações à saúde pública,
decorrentes de exposição a contaminantes ambientais, o
avaliador deve obter e avaliar os dados e informações
sobre:
I.Os tipos e níveis de contaminação, os mecanismos de
transporte ambientais específicos.
II.As vias de exposição humana.
III.Os parâmetros pertinentes aos efeitos na saúde.
IV.As implicações toxicológicas e médicas dos
contaminantes do local de risco.
Fonte: BRASIL. Diretrizes para elaboração de estudo de avaliação de
risco à saúde humana por exposição a contaminantes químicos.
Brasília: DF, 2010.
É correto o que se afirma em: