Questões de Concurso Público Prefeitura de Foz do Iguaçu - PR 2016 para Secretário de Escola Júnior
Foram encontradas 50 questões
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
As lacunas das linhas 17 e 29, respectivamente, só podem ser preenchidas por:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa cujas palavras podem substituir “repertório” (l. 03) e “estático” (l. 11), respectivamente, sem provocar nenhuma alteração no texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Os vocábulos ex-monge e pós-moderna, retirados do texto, devem ser grafados com hífen, segundo as normas de ortografia vigentes. Assinale a alternativa em que a grafia da palavra está correta segundo essas normas.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale V, se verdadeiras ou F, se falsas nas seguintes afirmativas sobre o texto.
( ) Na linha 05 e na linha 08, as palavras “professor” e “filósofo” referem-se, ambas, a Mário Sérgio Cortella (linha 01).
( ) Na linha 08, “seus” refere-se a “pessoas” (linha 06).
( ) Na linha 10, “Isso” refere-se ao fato de a roda ter sido inventada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa INCORRETA sobre o texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Analise as seguintes assertivas sobre o texto.
I. O texto é totalmente embasado nas considerações de alguém que discorre sobre as relações entre ócio e criatividade na vida moderna.
II. No texto, há uma forte contraposição à ideia de que o trabalho dignifica, pois isso é algo defendido pelos nazistas.
III. Segundo o texto, a vida moderna é caracterizada por uma “ocupação contínua”; ou seja, raramente ou nunca ficamos sem fazer alguma coisa.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Considere as seguintes possibilidades de alterações e suas consequências no primeiro parágrafo do texto.
O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
I. A substituição de “ao nos preocuparmos” por à medida que nos preocupamos mantém a correção do texto.
II. A substituição de “Quando desprezamos” por Desprezando mantém a correção do texto.
III. A última frase do parágrafo mantém sua correção e seu sentido se for reescrita assim: Deixamos de ampliar nosso repertório de imagens e a capacidade de criar, enfim, de viver desprezando a paisagem.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa em que as palavras NÃO seguem as mesmas regras de acentuação gráfica, respectivamente, de “ócio” e “ônibus”, retiradas do texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Analise, nas assertivas a seguir, aquelas que propõem uma alteração que traz erro ao texto:
I. Linha 03: Quando desprezamos a paisagem por Quando ignoramos à paisagem.
II. Linha 18: ser obrigado a uma ocupação por ser obrigado à ocupação.
III. Linha 27: quase uma insuportabilidade por quase insuportável à nossa saúde.
Quais estão corretas em relação ao emprego do sinal indicador de crase?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”
- O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
- que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
- com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
- imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
- Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
- tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
- como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
- olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
- ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
- a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
- ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
- vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
- – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
- escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
- Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
- capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
- ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
- vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
- desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
- deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
- grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
- Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
- Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
- protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
- reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
- campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
- livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
- O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
- criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
- fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
- objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
- a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.
Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa correta acerca do emprego de sinais de pontuação no texto.
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, podem existir palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente-se somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Suponha a seguinte situação no Windows 7 (Português): (1) a Área de Trabalho possui apenas a Lixeira; (2) o usuário clica com o botão direito do mouse na Área de Trabalho (não clica em cima da Lixeira); (3) posiciona o cursor do mouse em Novo; (4) clica em Documento de Texto. Um arquivo deve ser criado, com a seguinte sugestão de nome:
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, podem existir palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente-se somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Levando em consideração o uso do Microsoft Word 2003 (Português), suponha a seguinte situação: (1) há um arquivo de texto aberto, contendo apenas um parágrafo e nele quatro frases (obs.: todo o texto não possui as formatações de negrito, itálico nem sublinhado); (2) o cursor está posicionado entre as letras “F” e “u” da palavra Fundatec, na terceira frase; (3) nenhum texto está selecionado. O que pode ser realizado para que apenas as duas primeiras letras (“Fu”) fiquem sublinhadas?
Levando em consideração a utilização do Microsoft Excel 2003 (Português), analise a planilha mostrada na Figura 1 e responda às questões 13 e 14.
A | B | C | D | E | F | |
1 | ||||||
2 | 1 | 8 | 4 | 1 | ||
3 | 3 | 6 | 8 | 0 | ||
4 | 1 | 4 | 4 | 1 | ||
5 | 3 | 2 | 8 | 0 |
Figura 1
Que resultado deve ser obtido com a fórmula =D2+C4*B2?
Levando em consideração a utilização do Microsoft Excel 2003 (Português), analise a planilha mostrada na Figura 1 e responda às questões 13 e 14.
A | B | C | D | E | F | |
1 | ||||||
2 | 1 | 8 | 4 | 1 | ||
3 | 3 | 6 | 8 | 0 | ||
4 | 1 | 4 | 4 | 1 | ||
5 | 3 | 2 | 8 | 0 |
Figura 1
Que resultado deve ser obtido com a fórmula =MÉDIA(C2;C4)?
No menu Ferramentas do Internet Explorer 11, é possível encontrar os seguintes itens:
A década de 1970 é considerada o início de um novo ciclo de desenvolvimento para o Município de Foz do Iguaçu com a:
Muitas metrópoles mundiais já enfrentam a escassez hídrica. Um estudo realizado pela Organização das Nações Unidas revela que, em dez anos, 48 países não terão água suficiente para suprir suas populações. Na lista das 20 metrópoles mais ameaçadas no mundo, _________ é a única representante brasileira.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
País altamente endividado, a Grécia aceitou, em 2015, adotar novas medidas de austeridade para receber mais um pacote de ajuda financeira e evitar sua saída da zona do euro. A crise na Grécia se manifestou através:
I. Da queda do PIB, Produto Interno Bruto.
II. Do aumento das taxas de desemprego.
III. Do crescimento da dívida com outros países da zona do euro.
Quais estão corretas?
A Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal em março de 2014, levantou irregularidades na maior estatal brasileira, a:
Uma das consequências da ação do homem sobre o meio ambiente é a elevação da temperatura média global, provocada pela intensificação do efeito estufa que está sendo reforçado pelo excesso de gás carbônico liberado na atmosfera. Qual o país que é o maior emissor de dióxido de carbono do Planeta?