Questões de Concurso Público CREA-MG 2026 para Técnico Administrativo
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TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
TEXTO 1
O PARADOXO DA SORORIDADE: AMIGAS OU RIVAIS?
"Mirian, o que é sororidade? Fico confusa, porque, na realidade, é frequente encontrar mulheres tentando diminuir e desqualificar outras mulheres. Algumas mulheres são mais competitivas do que os homens, não só no meu lugar de trabalho, mas até mesmo na minha família. Afinal, o que é sororidade na prática?", uma jornalista me perguntou.
Respondi que a reflexão que prefiro fazer não é sobre a definição do termo, mas sobre até que ponto estamos praticando a sororidade em nossas vidas cotidianas.
Nos anos 1960 e 1970, mulheres feministas, especialmente nos Estados Unidos, passaram a usar o termo "sisterhood" (irmandade entre mulheres) para incentivar a solidariedade, a amizade e a união entre as mulheres.
No Brasil, a palavra "sororidade" (do latim soror, que significa irmã) passou a ser usada a partir dos anos 2000, com o impacto dos debates feministas no mundo acadêmico e nos movimentos sociais.
Recentemente, no programa Revista CBN, conversei sobre sororidade com minha querida amiga Petria Chaves.
Revelei a contradição entre o discurso de sororidade e a prática de rivalidade entre mulheres. E como essa tensão reforça a lógica da dominação masculina.
"Nós denunciamos o machismo, o patriarcado, a dominação masculina, e parece que as mulheres estão fora dessa lógica. Infelizmente não é assim porque a lógica cultural é a da competição, da comparação e da inveja. O que mais me entristece é constatar que, apesar do discurso de sororidade, algumas mulheres, consciente ou inconscientemente, reproduzem a lógica da dominação masculina. Em meio a tanta competição tóxica, é difícil fazer uma amizade verdadeira porque elas enxergam a outra mulher como uma inimiga a ser destruída."
"Por que tantas mulheres reproduzem essa lógica que aprisiona as próprias mulheres?", Petria perguntou.
"Talvez porque aprenderam, desde muito cedo, que no jogo de dominação só há espaço para uma mulher no mercado profissional e até mesmo no chamado mercado afetivo e sexual. Por isso, competem entre si para serem as únicas, a número um", respondi.
Desde o início das minhas pesquisas, com a publicação do livro "A Outra: Um Estudo Antropológico sobre a Identidade da Amante do Homem Casado", em 1990, tenho enfatizado a importância da amizade entre as mulheres.
Na minha pesquisa sobre envelhecimento, autonomia e felicidade, quando perguntei "Quem vai cuidar de você na velhice?", as respostas femininas foram "eu mesma" e, em seguida, "minhas amigas".
As respostas da maior parte das mulheres, inclusive das que são casadas e têm filhos, reforçam a ideia de que a amizade entre mulheres é a nossa maior riqueza, em todas as fases da vida. Mais valiosa do que qualquer status, fama ou notoriedade. Acredito que a união entre mulheres é uma estratégia de sobrevivência e de resistência frente à lógica da dominação masculina, que aprisiona mulheres de todas as idades.
Apoiar, fortalecer e celebrar as mulheres não pode ser apenas um discurso politicamente correto; deve se tornar uma prática cotidiana.
Sozinha, nenhuma de nós consegue sobreviver física e emocionalmente.
Sororidade se constrói na prática, não no discurso.
Em tempos de tanta violência contra as mulheres, a amizade verdadeira é um patrimônio. É, acima de tudo, um ato revolucionário.
Será que estamos praticando a sororidade? Ou estamos reproduzindo, entre nós, a mesma lógica que precisamos combater?
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2026/05/o-paradoxo-da-sororidade-amigas-ou-rivais.shtml Acesso em: 20 jul. 2026
Uma senha é formada por uma sequência de cinco letras do alfabeto, obedecendo às seguintes regras:
• a primeira letra é A;
• para obter a segunda letra, avançam-se 2 posições no alfabeto em relação à letra anterior, obtendo a letra C;
• para obter a terceira letra, avançam-se 3 posições no alfabeto em relação à letra anterior;
• para obter a quarta letra, avançam-se 4 posições no alfabeto em relação à letra anterior;
• para obter a quinta letra, avançam-se 5 posições no alfabeto em relação à letra anterior.
Qual é a quinta letra dessa sequência?
Considere as seguintes afirmações:
• Todo servidor efetivo participa do plano de capacitação.
• Alguns participantes do plano de capacitação são gestores.
• Nenhum gestor ocupa cargo temporário.
Com base exclusivamente nessas informações, é possível inferir logicamente que
Considere um conjunto A formado por números naturais. Embora não sejam conhecidos quais são os elementos que pertencem a esse conjunto, sabe-se que:
• 24 elementos do conjunto A são números pares;
• 18 elementos do conjunto A são números ímpares;
• 8 elementos do conjunto A são maiores que 90;
• 4 elementos do conjunto A são menores que 10.
Com base exclusivamente nas informações apresentadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente a quantidade de elementos do conjunto A.
Durante um semestre, três estudantes — Ana, Beatriz e Carlos — realizaram empréstimos em uma biblioteca. Ao final do período, foram registradas as seguintes informações:
• A soma dos empréstimos realizados por Ana e Beatriz foi igual a 40 empréstimos.
• Carlos realizou 5 empréstimos a mais do que Beatriz.
• Considerando os três estudantes, foram realizados 60 empréstimos ao todo.
Com base nessas informações, assinale qual dentre os três estudantes realizou o maior número de empréstimos nessa biblioteca durante o semestre.
Na Lógica Proposicional, o conectivo bicondicional, representado pelo símbolo ↔, corresponde à expressão "se, e somente se".
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a condição para que a bicondicional p ↔ q seja verdadeira.
Considere as seguintes premissas:
• Cada membro da equipe de pesquisa realiza a coleta de dados ou analisa os resultados obtidos.
• Nenhum membro da equipe de pesquisa realiza as duas atividades simultaneamente.
• Fernanda realiza a coleta de dados e analisa os resultados obtidos.
Com base nessas premissas, é possível inferir logicamente que
Considere as seguintes premissas:
• O conjunto A representa o conjunto dos retângulos.
• O conjunto B representa o conjunto dos quadrados.
• Todo quadrado também é um retângulo.
Com base exclusivamente nas premissas apresentadas, assinale a alternativa que representa corretamente a relação entre os conjuntos A e B.
Na Lógica Proposicional, uma contingência é uma proposição que pode apresentar valor lógico verdadeiro ou falso, dependendo dos valores lógicos atribuídos às proposições simples.
Considere duas proposições simples p e q. A partir da análise dos possíveis valores lógicos de p e q, assinale a alternativa que apresenta uma proposição composta que representa uma contingência.
Considere a proposição composta:
p: Se o usuário informar a senha correta, então ele terá acesso ao sistema.
Com base nos princípios da Lógica Proposicional, assinale a alternativa que apresenta a situação em que a proposição p é falsa.
Em uma pesquisa sobre hábitos de leitura, um grupo de pessoas foi questionado sobre os formatos utilizados para ler livros:
( ) Leio livros em mídias físicas.
( ) Leio livros em mídias digitais.
( ) Nenhuma das anteriores.
Sabe-se que:
• 180 pessoas entrevistadas realizam leitura de livros em mídias físicas;
• 150 pessoas entrevistadas realizam leitura de livros em mídias digitais;
• 70 pessoas entrevistadas utilizam os dois formatos de leitura.
Com base nos dados apresentados, assinale o número de pessoas entrevistadas que realizam leitura de livros somente em mídias físicas.