Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Área de Atuação - Eletrofisiologia Clínica Invasiva
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Câncer e doença cardiovascular estão entre as principais causas globais de morbidade e mortalidade, e a cardio-oncologia é uma área multidisciplinar fundamentada na colaboração entre cardiologistas, oncologistas e outros profissionais envolvidos no cuidado oncológico.
Em relação ao câncer de próstata e à terapia de privação androgênica (TPA), assinale a afirmativa incorreta.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão
Homem de 72 anos, com hipertensão arterial sistêmica e passado de acidente vascular cerebral isquêmico, com quadro de tosse produtiva e mialgia há uma semana, estava em uso de amoxicilina com clavulanato há três dias, sem melhora significativa. Nas últimas 24 horas, evoluiu com febre, cefaleia, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva tônico clônica com liberação esfincteriana, sendo levado à emergência. Na admissão, estava sonolento, taquipneico em ar ambiente, com rigidez de nuca e abalos em membro superior direito.
PA: 138x80 mmHg. FC: 125 bpm, FR: 24 irpm, SatO2: 97% Temperatura axilar: 38,8 C. Ausculta pulmonar com murmúrio reduzido no 1/3 médio do hemitórax direito associado a estertores crepitantes no mesmo local. Ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, com sopro diastólico em foco aórtico 3+/6+. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal.
A radiografia de tórax e o ecocardiograma transtorácico estão abaixo, sendo identificada uma imagem (seta) na válvula aórtica no segundo exame. A tomografia de crânio mostrou uma imagem compatível com evento isquêmico antigo, sem sinais de hipertensão intracraniana.

Nesse contexto, assinale a conduta diagnóstica mais importante, antes do tratamento, para aumentar a chance de adequar a cobertura antimicrobiana e melhorar a resposta terapêutica.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão
Menino de 12 anos é levado à consulta por seus pais devido a cansaço aos esforços associados a dor torácica precordial, que melhoram em repouso. Houve progressão dos sintomas no último mês razão pela qual procuraram atendimento. Os pais relatam que o paciente apresenta bom desempenho escolar, mas nunca se interessou pela prática esportiva, por achar que “não levava jeito”. Nega febre, síncope, palpitações, assim como qualquer outra comorbidade, história familiar de cardiopatia ou uso de medicamentos.
Ao exame: lúcido, orientado, fácies atípica, eupneico em ar ambiente, corado, acianótico. Estatura reduzida para a idade. PA: 100x60 mmHg. FC: 102 bpm, FR: 18 irpm, SatO2: 96%. Ausculta pulmonar sem alterações. Ictus do ventrículo esquerdo palpável na linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B3), com sopro sistólico em foco mitral 2+/6+. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal e com alterações de repolarização sugestivas de isquemia anterolateral. Ecocardiograma transtorácico revelou dilatação do ventrículo esquerdo com fração de ejeção de 40% e insuficiência mitral moderada secundária. Em seguida, foi solicitada uma angiotomografia coronariana, que revelou a seguinte imagem.
