Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Área de Atuação - Cirurgia Bariátrica

Foram encontradas 27 questões

Q4312801 Medicina
Na sessão clínica do seu hospital é apresentado o caso de um homem de 63 anos com disfagia progressiva há cinco meses. Inicialmente, ele apresentava dificuldade para deglutir carnes e pães, evoluindo posteriormente para dificuldade com alimentos pastosos e, nas últimas semanas, até mesmo com líquidos. Refere perda ponderal de 15 kg nos últimos seis meses, anorexia, fadiga progressiva e episódios ocasionais de dor retroesternal não relacionada ao esforço. Relata tabagismo de 50 maços-ano e etilismo pesado desde a juventude. Nega hematêmese.
Ao exame físico está emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+) e discreta atrofia muscular. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tem auscultas pulmonar e cardíaca normais. O abdome não apresenta alterações.
Uma endoscopia digestiva alta evidencia lesão vegetante e ulcerada localizada no terço médio do esôfago, causando redução luminal significativa. A biópsia demonstra carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
O estadiamento prossegue com tomografia computadorizada de tórax e abdome, que não demonstra metástases à distância. A ecoendoscopia identifica invasão da camada muscular própria e da adventícia, sem invasão de estruturas adjacentes. Observam-se três linfonodos periesofágicos suspeitos, confirmando doença regional linfonodal.
O paciente apresenta bom desempenho funcional (ECOG 0) e avaliação cardiopulmonar favorável para tratamento multimodal.
Diante desse caso clínico, a conduta mais apropriada é
Alternativas
Q4312802 Medicina
Você atende, no seu ambulatório, a uma mulher de 68 anos, que vem referenciada de uma Unidade Básica de Saúde. Quando da anamnese, queixa-se de episódios progressivos de desconforto retroesternal pós-prandial, sensação de plenitude após pequenas refeições, regurgitação de alimentos não digeridos e disfagia intermitente para sólidos há aproximadamente dois anos. Nos últimos seis meses, passou a apresentar episódios ocasionais de dispneia após refeições volumosas e relata duas internações por anemia ferropriva sem causa evidente. Refere perda ponderal de 6 kg no último ano. Nega pirose importante. Possui antecedente de hipertensão arterial e obesidade grau I.
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada (+/4+), hidratada, afebril e hemodinamicamente estável. O exame cardiopulmonar é normal. O abdome é flácido, indolor e sem massas palpáveis.
Um hemograma mostra hemoglobina de 9,8 g/dL com padrão compatível com anemia ferropriva.
Tem uma endoscopia digestiva alta que evidencia grande hérnia hiatal, com parte significativa do fundo gástrico herniado para o mediastino. Observam-se erosões lineares na mucosa gástrica ao nível do diafragma compatíveis com lesões de Cameron. Não existe esofagite significativa.
Um esofagograma contrastado demonstra migração intratorácica de aproximadamente 50% do estômago, com a junção esofagogástrica permanecendo em posição anatômica normal. Uma tomografia de tórax confirma hérnia paraesofágica volumosa, tipo III, sem sinais de perfuração ou isquemia.
Para essa paciente, a conduta mais apropriada será 
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Q4312803 Medicina
Sua equipe cirúrgica discute a conduta a ser instituída para um paciente de 61 anos que apresenta fadiga progressiva, plenitude pós-prandial e desconforto epigástrico inespecífico há aproximadamente seis meses. Relata episódios intermitentes de melena nas últimas semanas e perda ponderal de 7 kg nos últimos seis meses. Nega vômitos, disfagia ou alteração do hábito intestinal.
Ao exame físico, está em bom estado geral, porém discretamente emagrecido. Apresenta mucosas hipocoradas (++/4+). O abdome é plano, flácido, indolor à palpação superficial, mas palpa-se massa pouco móvel e mal delimitada no epigástrio. Não há sinais de irritação peritoneal e não se observa linfonodomegalias.
O hemograma mostra hemoglobina de 8,7 g/dL, compatível com anemia ferropriva. Uma endoscopia digestiva alta evidencia abaulamento subepitelial na parede posterior do corpo gástrico, medindo aproximadamente 8 cm, com área central ulcerada. A ecoendoscopia demonstra lesão originada da muscular própria. A tomografia computadorizada de abdome evidencia massa gástrica exofítica de 8,5 cm, sem invasão de órgãos adjacentes e sem metástases hepáticas ou peritoneais.
Foi realizada biópsia guiada por ecoendoscopia, cujo resultado da imuno-histoquímica revela: CD117 (KIT): positivo; DOG1: positivo e CD34: positivo.
Diante desse quadro clínico a conduta mais apropriada será 
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Q4312804 Medicina
Na sua Unidade de Emergência dá entrada um homem de 62 anos, após episódio súbito de hematêmese volumosa, seguido de tontura e síncope transitória. Relata história de dor epigástrica em queimação há vários meses, parcialmente aliviada pela alimentação, mas nunca investigada. Refere uso diário de antiinflamatórios não esteroidais para osteoartrose dos joelhos nos últimos três anos. Nega doença hepática ou etilismo importante.
Nas últimas 24 horas, apresentou dois episódios de melena e um episódio de hematêmese com eliminação de grande quantidade de sangue vermelho vivo.
Ao exame físico, encontra-se consciente, porém pálido, sudorético e ansioso. Pressão arterial: 90/60 mmHg; frequência cardíaca: 120 bpm; frequência respiratória: 22 irpm. Extremidades frias e tempo de enchimento capilar prolongado. O abdome é plano, com discreta dor à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de irritação peritoneal. O toque retal confirma presença de melena.
Após reposição volêmica inicial, o paciente é submetido à endoscopia digestiva alta. O exame evidencia úlcera duodenal de aproximadamente 1,5 cm na parede posterior do bulbo duodenal, apresentando vaso visível não sangrante (Forrest IIa), sem sangramento ativo no momento do exame.
Considerando as recomendações atuais, a conduta mais apropriada para o caso será
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Q4312806 Medicina
Um homem de 42 anos foi encaminhado a seu ambulatório de cirurgia do aparelho digestivo por disfagia progressiva há quatro meses. Relata que, há aproximadamente seis meses, ingeriu acidentalmente grande quantidade de um produto de limpeza alcalino industrial armazenado inadequadamente em uma garrafa de refrigerante. Na ocasião, apresentou intensa odinofagia, sialorreia, dor retroesternal e queimaduras orais, sendo internado por vários dias. Evoluiu sem necessidade de cirurgia de emergência.
Recebeu alta hospitalar e após melhora inicial, começou a apresentar dificuldade para deglutir, a princípio, para alimentos sólidos, com progressão gradual para alimentos pastosos. Nas últimas semanas, passou a tolerar apenas líquidos. Refere perda ponderal de 14 kg nesse período, refere episódios frequentes de regurgitação alimentar e importante comprometimento nutricional. Não há história de hematêmese, melena ou sintomas respiratórios.
Ao exame físico encontra-se emagrecido, com índice de massa corporal de 17 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+), discreta atrofia muscular e sinais clínicos de desnutrição proteico-calórica. O exame cervical é normal. Não há linfonodomegalias palpáveis no pescoço. O exame cardiopulmonar e abdominal não apresenta alterações.
Uma seriografia do esôfago demonstra estenose longa, irregular, localizada no terço médio e distal do esôfago, com importante redução luminal. A endoscopia digestiva alta revela estenose cicatricial extensa, permitindo passagem apenas de endoscópio ultrafino. As biópsias não demonstram malignidade.
Considerando as diretrizes cirúrgicas atuais para o manejo da estenose cáustica do esôfago, a conduta mais apropriada nesse momento, será 
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Q4312807 Medicina
Seu paciente tem 62 anos, foi admitido para hemicolectomia direita eletiva por adenocarcinoma de cólon ascendente, diagnosticado durante investigação de anemia ferropriva. Durante a avaliação pré-operatória apresenta hipertensão arterial controlada, diabetes mellitus tipo 2 e índice de massa corporal (IMC) de 32 kg/m². Refere alergia grave à cefalosporina, previamente associada a episódio de anafilaxia, que necessitou de assistência respiratória. Os exames pré-operatórios demonstram hemoglobina de 12,3 g/dL, creatinina normal e glicemia adequadamente controlada com esquema de insulina regular.
Na manhã da cirurgia, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico. Durante a preparação anestésica, o primeiro auxiliar observa que a prescrição de profilaxia antimicrobiana contém cefazolina. Simultaneamente, a enfermagem identifica divergência entre a lateralidade registrada no prontuário eletrônico e a anotação da programação cirúrgica. O paciente já se encontra na sala operatória, porém ainda não foi realizada a indução anestésica.
O cirurgião principal está presente e argumenta que a divergência é um erro administrativo sem relevância clínica e que a cirurgia deve prosseguir para evitar atrasos na programação do centro cirúrgico.
De acordo com os princípios de segurança do paciente descritos na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (OMS), a conduta mais apropriada nesse momento será 
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Q4312808 Medicina
No Serviço de Emergência de seu hospital dá entrada um homem de 24 anos, com dor abdominal iniciada há 22 horas, que, em princípio, era na região periumbilical, migrando posteriormente para a fossa ilíaca direita. Relata anorexia, náuseas e um episódio de vômito. Não há história de cirurgias prévias.
Ao exame físico, encontra-se afebril, com frequência cardíaca de 98 bpm e pressão arterial de 120/70 mmHg. O abdome apresenta dor localizada em fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e sinal de Blumberg positivo no ponto de McBurney. Os exames laboratoriais demonstram leucocitose de 15.600/mm³ com desvio à esquerda. Realizou-se uma tomografia computadorizada evidencia apendicite aguda supurativa sem perfuração.
Durante uma apendicectomia aberta, após a ligadura do mesoapêndice e secção do apêndice, o cirurgião solicita ao residente que identifique qual técnica corresponde ao tempo cirúrgico de síntese do coto apendicular, após a realização da exérese.
Uma técnica clássica de síntese utilizada nesse momento da operação é a de
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Q4312817 Medicina
Homem de 38 anos procura atendimento no ambulatório de cirurgia devido a dor anal intensa há quatro semanas. Refere início após evacuação de fezes endurecidas, seguida de sangramento vivo em pequena quantidade no papel higiênico. Desde então passou a evitar evacuar devido à dor, evoluindo com piora da constipação.
Relata que a dor inicia durante a evacuação e persiste por várias horas após o ato evacuatório. Nega febre, perda ponderal ou drenagem purulenta.
Ao exame físico: Estado geral preservado; Sinais vitais normais; Inspeção anal evidenciando plicoma sentinela posterior; Espasmo importante do esfíncter anal interno; Dor intensa à tentativa de afastamento das nádegas; Toque retal prejudicado pela dor; Anuscopia não tolerada adequadamente.

A melhor interpretação diagnóstica, propedêutica e tratamento para o caso, será:
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Q4312820 Medicina
Paciente de 60 anos é submetido a uma hepatectomia direita por colangiocarcinoma hilar (tumor de Klatskin). Durante o procedimento, o cirurgião necessita expor a bifurcação dos ductos hepáticos direito e esquerdo para realizar a ressecção biliar proximal. Para isso, realiza uma incisão na base do segmento IV, elevando o fígado das estruturas biliares sobrejacentes – técnica conhecida como "rebaixamento da placa hilar".
Com base na anatomia descrita, o fundamento anatômico que torna essa técnica segura e viável nessa região específica se deve ao fato de que
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Q4312821 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo feminino, é atendida no prontosocorro com dor em cólica no hipocôndrio direito há 2 dias, associada a colúria, icterícia escleral e leve acolia fecal. Nega febre. Ao exame laboratorial, apresenta elevação de bilirrubinas e fosfatase alcalina. A ultrassonografia abdominal evidencia colelitíase e dilatação do colédoco (10 mm), sem sinais de complicação adicional.
Diante desse quadro clínico e ultrassonográfico, a principal hipótese diagnóstica é 
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Q4312823 Medicina
Durante uma colecistectomia videolaparoscópica eletiva por colelitíase sintomática, para que a visão crítica de segurança seja considerada adequadamente obtida, o seguinte critério deve ser satisfeito:
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Q4312827 Medicina
Durante endoscopia de vigilância de esôfago de Barrett, é identificada uma lesão nodular de 1,2 cm. A ressecção endoscópica de mucosa (EMR) é realizada, e o exame histopatológico revela adenocarcinoma limitado à lâmina própria (T1a), bem diferenciado, sem invasão linfovascular.
Com base nesses achados histopatológicos, a conduta terapêutica mais apropriada é 
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Q4312831 Medicina
Paciente de 59 anos, obesa (IMC 38 kg/m²), diabética e tabagista, com hérnia incisional mediana de 12 cm de diâmetro, é avaliada para reconstrução eletiva da parede abdominal. Não há evidência de contaminação ativa nem infecção de sítio cirúrgico.
Diante da complexidade do planejamento cirúrgico dessa hérnia, o conjunto de variáveis utilizado para estratificar o risco de ocorrência no sítio cirúrgico (SSO) e de recidiva é 
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Q4312832 Medicina
Paciente de 61 anos apresenta hérnia inguinoescrotal volumosa e crônica, com grande saco herniário contendo praticamente todo o intestino delgado e parte do cólon, associada a um defeito de parede relativamente pequeno. Ao avaliar o caso, o cirurgião conclui que o conteúdo herniário não pode ser reduzido diretamente para a cavidade abdominal sem risco de síndrome compartimental abdominal e insuficiência respiratória aguda no pós operatório.
Diante desse cenário, a técnica pré-operatória que tem sido historicamente utilizada para permitir o progressivo alongamento da parede abdominal e viabilizar o fechamento primário é
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Q4312837 Medicina
Paciente de 65 anos é submetido a gastrectomia subtotal com linfadenectomia por adenocarcinoma gástrico localmente avançado (T3N1). A peça cirúrgica é enviada para análise histopatológica, que confirma ausência de tumor residual macro ou microscópico nas margens cirúrgicas.
De acordo com a classificação de status de ressecção (R) descrita por Hermanek, esse resultado corresponde à seguinte categoria e implicação prognóstica:
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Q4312838 Medicina
Paciente de 55 anos realiza endoscopia digestiva alta de rotina, que identifica uma lesão submucosa arredondada, de aspecto liso, medindo 1,5 cm, na parede posterior do corpo gástrico, sem ulceração central. A ecoendoscopia (EUS) confirma origem na muscular própria, sem bordas irregulares, sem focos ecogênicos e sem heterogeneidade. A imunohistoquímica mostra que a lesão é positiva para cKit e DOG 1.
Considerando que a lesão é de menos de 2 cm e não apresenta características de alto risco à EUS, a conduta mais apropriada é
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Q4312842 Medicina
Na rotina de visita ao leito da sua paciente, que está no sexto dia de pós-operatório, de hemicolectomia esquerda para tratamento de diverticulite, quando da inspeção da ferida operatória, observa: dor na incisão, hiperemia que se estende por cerca de 3 cm das bordas da ferida, edema local e drenagem espontânea de secreção purulenta em pequena quantidade.
O exame físico mostra que a paciente está hemodinamicamente estável, sem sinais de peritonite ou sepse e com trânsito intestinal presente.
Considerando o diagnóstico e o tratamento das feridas pós-operatórias, a conduta mais adequada é 
Alternativas
Q4312846 Medicina
Sua equipe multidisciplinar atende a um paciente de 31 anos, atlético, que foi admitido no serviço de emergência 35 minutos após ferimento por arma branca na região paraumbilical esquerda. Encontra-se consciente, ansioso, pálido e sudorético. Refere dor abdominal intensa e progressiva.
Ao exame físico, apresenta PA 88/56 mmHg, FC 122 bpm, FR 28 irpm, SpO₂ 96% com oxigênio suplementar por cateter, enchimento capilar lentificado e extremidades frias, caracterizando o quadro de choque hemorrágico classe II.
O abdome está distendido, com defesa involuntária difusamente, dor à descompressão brusca e exteriorização de pequena quantidade de conteúdo entérico pela ferida. Após o protocolo inicial do ATLS, são obtidos dois acessos venosos calibrosos, inicia-se reposição volêmica balanceada e são coletados exames laboratoriais.
Com base no quadro clínico, a conduta mais apropriada é 
Alternativas
Q4312847 Medicina
Em relação aos marcadores séricos na avaliação do estado nutricional no pré-operatório, é correto afirmar que
Alternativas
Q4312851 Medicina
Uma ambulância do SUS traz, a seu plantão de emergência, um paciente de 67 anos, hipertenso e diabético, com história de abaulamento doloroso na região inguinal direita, conhecido há mais de 8 anos, que se tornou irredutível há cerca de 10 horas. Refere dor intensa e contínua, náuseas, dois episódios de vômitos biliosos e interrupção da eliminação de fezes e flatos desde o início do quadro.
Ao exame físico, apresenta-se desidratado, PA 100/65 mmHg, FC 112 bpm, temperatura de 38,2 oC. O abdome está discretamente distendido, com ruídos hidroaéreos aumentados. Na região inguinal direita observa-se massa endurecida, extremamente dolorosa à palpação, irredutível, sem impulso à tosse e com hiperemia cutânea local. Exames laboratoriais realizados em urgência revelam leucocitose de 18.500/mm³ e lactato sérico elevado.
Considerando o quadro clínico, o diagnóstico e a conduta mais adequados serão:
Alternativas
Respostas
1: A
2: A
3: B
4: D
5: C
6: E
7: B
8: A
9: C
10: B
11: D
12: A
13: C
14: B
15: C
16: C
17: A
18: B
19: B
20: B