Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Ano Adicional - Transplante de Rim (Urologia)
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Exame Físico: PA: 118/74 mmHg; FC: 104 bpm; FR: 20 irpm; SatO2: 98%.
Achados: dor importante no flanco esquerdo; equimose lombar esquerda; Glasgow 15.
Exames: hemoglobina: 12,8 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL.
Tomografia com contraste:
laceração renal profunda; atinge sistema coletor; extravasamento urinário perirrenal; hematoma perirrenal contido; sem sangramento arterial ativo.
Classificação: trauma renal grau IV (AAST).
A melhor conduta inicial é
História: febre acima de 39°C; disúria; dor abdominal; tratamento antibiótico prévio.
Antecedentes: gestação sem intercorrências; desenvolvimento normal.
Exame Físico: peso adequado para idade; PA normal para faixa etária; sem alterações ao exame abdominal.
Ultrassonografia: rim direito normal; discreta dilatação pielocalicial à esquerda.
DMSA: cicatriz cortical polar superior esquerda.
Função renal diferencial: Rim direito 54%; Rim esquerdo 46%.
Uretrocistografia miccional: refluxo vesicoureteral esquerdo grau IV; sem válvula de uretra posterior.
A conduta mais adequada é
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem uso de anabolizantes; sem história de criptorquidia.
Exame Físico: IMC: 25 kg/m².
Exame genital: testículos tópicos bilateralmente; volume testicular direito: 18 mL; volume testicular esquerdo: 16 mL; varicocele esquerda grau III.
Espermograma (2 exames): concentração: 10 milhões/mL; motilidade progressiva reduzida; morfologia estrita: 2%.
Avaliação hormonal: FSH discretamente elevado; testosterona total normal; prolactina normal.
A melhor conduta é
Creatinina basal pós-transplante: 1,2 mg/dL.
Sintomas: mal-estar discreto; fadiga leve.
Nega: febre; disúria; hematúria.
Imunossupressão: tacrolimo; micofenolato mofetil; prednisona; relata falhas frequentes na adesão medicamentosa.
Exame físico: PA: 146/92 mmHg; FC: 84 bpm; temperatura: 36,7°C.
Exame abdominal: enxerto discretamente sensível.
Exames: creatinina atual: 2,4 mg/dL; ureia: 68 mg/dL.
EAS: sem bacteriúria; sem piúria significativa.
Ultrassonografia Doppler: boa perfusão; sem hidronefrose; sem trombose vascular.
Biópsia do enxerto: infiltrado linfocitário intersticial; tubulite significativa; compatível com rejeição aguda celular.
A melhor conduta inicial é
Exame Físico: bom estado geral; desenvolvimento adequado para a idade.
Exame genital: testículo direito tópico; hemiescroto esquerdo hipodesenvolvido; testículo esquerdo palpável em região inguinal baixa; não é possível mantê-lo na bolsa escrotal após tração.
A melhor conduta é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; depressão.
Medicações: trazodona; losartana.
Exame Físico: PA: 132/84 mmHg; FC: 86 bpm; temperatura: 36,5°C.
Exame genital: corpos cavernosos intensamente rígidos; dor importante à palpação; glande parcialmente flácida; ausência de trauma.
Gasometria cavernosa: pH: 7,08; pO2: 24 mmHg; pCO2: 78 mmHg.
Doppler peniano: fluxo arterial reduzido; sem fístula arteriocavernosa.
A melhor conduta inicial é
Relata: curvatura dorsal importante; dificuldade de penetração vaginal; ereções rígidas preservadas; impacto significativo na vida sexual.
Antecedentes: diabetes mellitus tipo 2; hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia.
Exame Físico: placa fibrosa palpável na face dorsal da haste peniana; ausência de dor à palpação; testículos sem alterações.
Avaliação fotográfica da ereção: curvatura dorsal de aproximadamente 60 graus; sem deformidade em ampulheta importante; ereção preservada.
A melhor conduta terapêutica é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; dislipidemia.
Medicações: losartana; metformina; sinvastatina; tansulosina há 12 meses.
Exame Físico: PA: 138/82 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: próstata aumentada; consistência fibroelástica; sem nódulos; volume estimado de 80 g.
Exames: PSA: 3,8 mg/mL; creatinina: 1,4 mg/dL.
Ultrassonografia: volume prostático: 85 g; resíduo pós-miccional: 220 mL.
Urofluxometria: qmáx: 7 mL/s.
A melhor conduta é
Antecedentes: criptorquidia direita corrigida aos 8 anos; sem outras comorbidades.
Exame Físico: massa sólida intratesticular direita; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia: lesão sólida intratesticular direita; 3,2 cm; hipoecoica; hipervascularizada.
Marcadores pré-operatórios: AFP: normal; β-HCG: discretamente elevado; LDH: elevado.
Tratamento realizado: orquiectomia radical inguinal direita.
Anatomopatológico: seminoma clássico; restrito ao testículo; margens livres; sem invasão do cordão espermático.
Estadiamento pós-operatório: tomografia de tórax: sem metástases; tomografia de abdome e pelve: sem linfonodomegalias; marcadores tumorais: normalizados.
A melhor conduta é
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem história de litíase urinária.
Exame Físico: PA: 118/74 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Achados: dor leve à palpação profunda do flanco esquerdo.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL.
EAS: sem sinais de infecção; sem hematúria significativa.
Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; ausência de cálculos.
Urotomografia: dilatação da pelve renal esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; presença de vaso polar inferior cruzando a junção.
Cintilografia renal MAG3: rim direito: 56%; rim esquerdo: 44%; obstrução funcional significativa.
A melhor conduta é
Refere perda urinária principalmente: ao tossir; ao espirrar; ao levantar peso; durante atividades físicas.
Nega: urgência miccional importante; perdas precedidas por forte desejo miccional; dor pélvica.
Antecedentes: três partos vaginais; menopausa aos 50 anos; hipertensão arterial sistêmica.
Exame Físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 74 bpm.
Exame ginecológico: trofismo genital discretamente reduzido; sem prolapso genital significativo.
Teste de esforço: positivo para perda urinária.
Exames Complementares: EAS: sem infecção urinária.
Ultrassonografia: sem alterações significativas; resíduo pós-miccional: 20 ml.
Após tentativa adequada de fisioterapia do assoalho pélvico sem melhora clínica relevante, a melhor opção terapêutica é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; obesidade grau I; menopausa aos 52 anos.
Tratamentos prévios: treinamento vesical; fisioterapia do assoalho pélvico; oxibutinina; solifenacina; mirabegrona; sem melhora clínica satisfatória.
Exame Físico: PA: 128/76 mmHg; FC: 70 bpm.
Exames: EAS normal; urocultura negativa; ultrassonografia sem alterações; resíduo pós-miccional: 30 mL.
Estudo urodinâmico: hiperatividade detrusora; contrações involuntárias durante enchimento; capacidade vesical reduzida.
A melhor opção terapêutica é
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem cirurgias urológicas prévias.
Exame Físico: PA: 112/68 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 22 irpm; SatO2: 97%.
Achados: distensão suprapúbica dolorosa; equimose perineal extensa; sangue no meato uretral; próstata elevada ao toque retal.
Exames Complementares: radiografia de pelve: fratura instável do anel pélvico.
FAST: negativo para líquido livre abdominal.
A melhor conduta inicial deve ser
Refere: dor tipo cólica intensa; irradiação para região inguinal esquerda; náuseas; dois episódios de vômitos.
Nega: febre; calafrios; disúria importante.
Antecedentes: episódio prévio de cálculo ureteral há 4 anos; sem cirurgias urológicas.
Exame Físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 82 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Achados: dor à palpação profunda do flanco esquerdo; giordano positivo à esquerda; sem sinais de irritação peritoneal.
Exames: hemograma sem leucocitose; creatinina: 1,0 mg/dL.
EAS: hematúria microscópica; ausência de piúria.
Tomografia sem contraste: cálculo ureteral distal esquerdo; 6 mm; hidronefrose discreta; sem sinais de infecção.
A melhor conduta inicial é
História: vasectomia realizada há 8 anos; ausência de filhos com a atual parceira; relações sexuais regulares sem contracepção há 12 meses.
Parceira: 34 anos; avaliação ginecológica sem alterações relevantes.
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem criptorquidia; sem infecções genitais prévias.
Exame Físico: estado geral preservado.
Exame genital: testículos tópicos bilateralmente; volume testicular normal; epidídimos discretamente ingurgitados; falha palpável compatível com vasectomia bilateral.
Exames Complementares: Espermograma (2 amostras): azoospermia; perfil hormonal: FSH: normal; LH: normal; testosterona total: normal; ultrassonografia escrotal: ecotextura testicular preservada; sem lesões focais; sem varicocele significativa.
O diagnóstico mais provável e a melhor estratégia inicial são, respectivamente,
Refere: náuseas; vômitos; calafrios; redução do volume urinário; piora importante do estado geral nas últimas 24 horas.
Antecedentes: diabetes mellitus tipo 2 mal controlado; hipertensão arterial sistêmica; dois episódios prévios de pielonefrite no último ano.
Exame Físico: estado geral: toxemiada; sonolenta, porém responsiva.
Sinais vitais: PA: 86/52 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 26 irpm; temperatura: 39,2°C; SatO2: 94%.
Exame abdominal: dor intensa no flanco direito; giordano fortemente positivo à direita; sem sinais de peritonite.
Exames Laboratoriais: leucócitos: 24.800/mm³; bastonetes: 14%; creatinina: 2,6 mg/dL; lactato: 4,8 mmol/L; glicemia: 358 mg/dL.
EAS: piúria intensa; bacteriúria abundante.
Tomografia Computadorizada: gás no parênquima renal direito; gás no sistema coletor; inflamação perirrenal extensa; pequena coleção perirrenal.
A melhor conduta inicial é
Medicações: tacrolimo; micofenolato mofetil; prednisona.
Exame Físico: PA: 148/92 mmHg; FC: 84 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame abdominal: enxerto renal indolor; sem sinais flogísticos locais.
Exames Laboratoriais: creatinina basal: 1,2 mg/dL; creatinina atual: 2,4 mg/dL; ureia: 78 mg/dL; hemograma: sem leucocitose;
PCR: normal.
Dosagem de tacrolimo: abaixo da faixa terapêutica.
Ultrassonografia Doppler do enxerto: fluxos preservados; ausência de hidronefrose; ausência de trombose vascular. Biópsia do enxerto: infiltrado linfocitário intersticial; tubulite significativa; compatível com rejeição aguda celular segundo critérios de Banff.
A melhor conduta inicial é
História: tentativa de gestação há 2 anos; relações sexuais regulares; ausência de uso de métodos contraceptivos; desconforto escrotal esquerdo ao final do dia.
Parceira: 31 anos; investigação ginecológica sem alterações.
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem cirurgias urológicas prévias; sem história de criptorquidia.
Exame Físico: estado geral preservado.
Exame genital: testículos tópicos bilateralmente; volume testicular preservado; dilatação venosa palpável acima do testículo esquerdo; varicocele palpável em ortostatismo e sem necessidade de manobra de Valsalva.
Classificação: varicocele Grau III à esquerda.
Exames Complementares: espermograma (duas amostras): volume: normal; concentração: 9 milhões/mL; motilidade progressiva: 24%; morfologia normal: 2%.
Ultrassonografia Doppler Escrotal: refluxo venoso significativo à esquerda; veias do plexo pampiniforme dilatadas; testículos sem lesões focais.
A melhor conduta é
História: dois episódios de febre alta desde o nascimento; urina com odor forte; irritabilidade importante; hidronefrose bilateral identificada na gestação; jato urinário fraco; gotejamento miccional; baixo ganho ponderal.
Exame Físico: temperatura: 37,8°C; FC: 138 bpm.
Abdome: bexiga palpável após micção.
Genitália: masculina típica; testículos tópicos bilateralmente.
Exames Laboratoriais: creatinina: 0,7 mg/dL.
EAS: piúria moderada; bacteriúria.
Urocultura: escherichia coli >100.000 UFC/mL.
Ultrassonografia: hidronefrose bilateral; espessamento da parede vesical; dilatação da uretra posterior; resíduo pós-miccional aumentado.
Uretrocistografia Miccional: dilatação da uretra posterior; bexiga trabeculada; refluxo vesicoureteral bilateral; achados compatíveis com válvula de uretra posterior.
A melhor conduta é
Relata: hematúria total com coágulos; resolução espontânea após dois dias; ausência de disúria; ausência de febre.
Antecedentes: tabagismo ativo (50 maços-ano); hipertensão arterial sistêmica; DPOC leve.
Exame Físico: PA: 142/84 mmHg; FC: 80 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exames Complementares: tomografia de abdome e pelve: lesão papilífera vesical única; parede lateral esquerda; aproximadamente 2,5 cm; sem hidronefrose; cistoscopia: lesão papilar única suspeita para neoplasia urotelial.
Tratamento inicial: ressecção transuretral completa da lesão.
Anatomopatológico: carcinoma urotelial de alto grau; estádio pT1; invasão da lâmina própria; sem invasão muscular própria.
Nova ressecção (Re-RTU): ausência de tumor residual; muscular própria presente e livre de neoplasia.
A melhor estratégia terapêutica subsequente é