Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Ano Adicional - Cirurgia Torácica
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Caso 1: Mulher de 28 anos apresenta dor discreta e aumento de volume na parede torácica posterior. A tomografia computadorizada demonstra lesão expansiva intramedular envolvendo o arco posterior da sétima costela, com adelgaçamento da cortical, limites bem definidos e aspecto homogêneo em “vidro fosco”, sem reação periosteal ou invasão de partes moles.
Caso 2: Homem de 22 anos refere aumento progressivo de uma massa endurecida na parede torácica anterior desde a adolescência. A tomografia evidencia lesão exofítica pediculada originada da face externa da quarta costela, apresentando continuidade entre a cortical e a medular da lesão com o osso de origem, sem sinais de destruição cortical.
Caso 3: Adolescente de 17 anos apresenta dor progressiva e aumento de volume na parede torácica lateral. A tomografia revela lesão expansiva, insuflativa, multiloculada, predominantemente lítica, com adelgaçamento cortical e múltiplos níveis líquido-líquido em seu interior, sem evidências de metástases. Com base nas características clínico-radiológicas apresentadas, os diagnósticos mais prováveis dos casos 1, 2 e 3 são, respectivamente,
Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural. Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é