Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Ano Adicional - Cirurgia Torácica

Foram encontradas 41 questões

Q4315876 Não definido
Um paciente de 28 anos, vítima de acidente de trânsito como passageiro, dá entrada no pronto-socorro. Apresenta dor torácica severa à direita, dificuldade respiratória progressiva e hipertensão venosa jugular. Ao exame físico, há desvio traqueal para a esquerda, ausência de murmúrio vesicular no hemitórax direito e timpanismo à percussão. A pressão arterial é de 85/50 mmHg e a frequência cardíaca de 130 bpm. A conduta imediata mais apropriada é  
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Q4315878 Não definido
Um paciente de 35 anos, vítima de queda da própria altura, apresenta fratura múltipla de costelas à direita (3ª a 7ª costelas). Ele apresenta dispneia, uso de musculatura acessória e dor severa ao respirar. A radiografia de tórax mostra opacidades pulmonares subjacentes às fraturas. A fisiopatologia primária da insuficiência respiratória nesse paciente, conhecida como "flail chest", envolve
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Q4315880 Não definido
Um paciente de 25 anos, vítima de agressão por arma branca na região axilar do hemitórax direito, foi submetido à drenagem torácica com débito inicial de 1.500 mL de sangue. A pressão arterial é de 90/60 mmHg, e ele continua sangrando a uma taxa de 200 mL/hora nas 2 horas seguintes, apesar de ressuscitação volêmica. A conduta indicada é
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Q4315883 Não definido
Paciente de 50 anos, vítima de queda da própria altura, apresenta deformidade severa na clavícula direita e dor intensa. A radiografia de tórax mostra fratura desviada do terço médio da clavícula. A complicação anatômica mais temida, que exige avaliação cuidadosa e frequentemente está associada a essa fratura é a lesão de
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Q4315885 Não definido
Paciente de 22 anos, vítima de trauma torácico penetrante (projétil de arma de fogo) no hemitórax direito, apresenta lesão do brônquio-fonte direito. A broncoscopia confirma uma laceração completa do brônquio intermediário. O tratamento cirúrgico ideal para esse tipo de lesão traqueobrônquica é  
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Q4315886 Não definido
Um paciente de 55 anos, tabagista de grande porte, apresenta dor torácica lateral à direita e dispneia progressiva. A radiografia de tórax mostra derrame pleural unilateral à direita. A toracocentese diagnóstica revela um líquido amarelado, com pH de 7,20, glicose de 45 mg/dL, LDH de 800 UI/L e predominância de células mononucleares. A relação LDH pleural/sérica é de 0,8. Com base nos critérios de Light e nas características do líquido, a causa mais provável desse derrame pleural é
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Q4315892 Não definido
Um paciente de 55 anos apresenta um derrame pleural exsudativo esquerdo com predominância de linfócitos. A adenosina desaminase (ADA) no líquido pleural está elevada (> 40 UI/L). A biópsia pleural com agulha de Cope foi positiva para granuloma caseoso.  
O diagnóstico mais provável é 
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Q4315894 Não definido
Um paciente de 70 anos apresenta um derrame pleural esquerdo de volume pequeno a moderado. A avaliação clínica sugere insuficiência cardíaca. A conduta inicial mais apropriada para o manejo desse derrame é  
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Q4315897 Não definido
Um homem de 65 anos, ex-tabagista, apresenta lesão pulmonar periférica de 2,8 cm no lobo superior direito, associada a enfisema bolhoso predominante nos lobos superiores, sem evidências de doença metastática. A espirometria demonstra VEF1 de 1,18 L (39% do previsto). A equipe assistente considera o paciente de elevado risco funcional para lobectomia. Nesse cenário, antes de contraindicar o tratamento cirúrgico, a estratégia mais adequada para estimar o risco funcional é 
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Q4315898 Não definido
Um homem de 63 anos apresenta carcinoma pulmonar de não pequenas células no lobo superior esquerdo (cT2N2), tratado com quimiorradioterapia neoadjuvante. O reestadiamento demonstra resposta parcial, sendo considerada ressecção pulmonar com intenção curativa. O paciente apresenta bom desempenho funcional. A espirometria evidencia VEF1 de 2,05 L (72% do previsto) e a capacidade de difusão do monóxido de carbono (DLCO) corresponde a 46% do previsto. Nesse contexto, a avaliação funcional pré-operatória mais adequada para estimar o risco cirúrgico consiste em reconhecer que  
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Q4315899 Não definido
Uma mulher de 34 anos foi submetida à intubação orotraqueal por 18 dias após traumatismo cranioencefálico. Quatro meses após a alta, passou a apresentar dispneia progressiva e estridor inspiratório. A tomografia computadorizada com reconstrução da via aérea e a broncoscopia evidenciam estenose traqueal circunferencial localizada 1,5 cm abaixo das pregas vocais, com extensão de 1,8 cm, reduzindo aproximadamente 75% da luz traqueal, sem sinais de traqueomalácia. A paciente apresenta boas condições clínicas. Considerando as características da lesão e as condições da paciente, a estratégia terapêutica mais adequada é
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Q4315900 Não definido
Uma mulher de 38 anos permaneceu intubada por 21 dias devido a pneumonia grave. Quatro meses após a alta, evoluiu com dispneia progressiva e estridor inspiratório. A tomografia computadorizada com reconstrução da via aérea demonstra estenose circunferencial localizada a menos de 1 cm abaixo das pregas vocais, com extensão de 1,8 cm e redução aproximada de 85% da luz traqueal. A broncoscopia evidencia lesão fibrótica madura, com acometimento da face inferior da cartilagem cricoide, sem traqueomalácia e com mobilidade preservada das articulações cricoaritenoideas. Considerando os achados anatômicos descritos, a principal característica que modifica o planejamento cirúrgico em relação a uma ressecção traqueal convencional é  
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Q4315903 Não definido
Um homem de 61 anos procura o serviço de emergência com dispneia intensa, estridor inspiratório e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente. A tomografia computadorizada evidencia massa intraluminal localizada a 2 cm da carina, reduzindo aproximadamente 90% da luz traqueal. Diante desse quadro, a conduta inicial mais adequada é  
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Q4315904 Não definido
Durante o planejamento de uma ressecção traqueal por estenose benigna do terço médio da traqueia, a equipe cirúrgica discute a estratégia ventilatória para o período de reconstrução da via aérea. Nesse contexto, as estratégias ventilatórias atualmente recomendadas recomendam 
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Q4315905 Não definido
Uma mulher de 59 anos apresenta dispneia progressiva, dificuldade para eliminar secreções e infecções respiratórias recorrentes. A tomografia inspiratória não evidencia estenose fixa. A tomografia dinâmica demonstra colapso expiratório superior a 70% da luz traqueal, confirmado à broncoscopia dinâmica, com acometimento da traqueia e dos brônquios principais. Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em  
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Q4315906 Não definido
Um homem de 58 anos, internado em ventilação mecânica por traumatismo cranioencefálico, foi submetido à traqueostomia há 12 dias. Após um pequeno sangramento autolimitado pela cânula, evoluiu seis horas depois com hemorragia maciça pela traqueostomia, associada à hipotensão arterial e taquicardia. A equipe inicia reposição volêmica e aciona imediatamente o cirurgião torácico. A conduta imediata mais apropriada para controlar temporariamente a hemorragia é 
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Q4315907 Não definido
Um adolescente de 15 anos é encaminhado ao ambulatório de cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da parede anterior do tórax, percebida desde os 12 anos e acentuada durante o estirão puberal. Ele refere desconforto estético, sem limitação para atividades físicas. Ao exame físico, observa-se projeção anterior do gládio com preservação do alinhamento do manúbrio. Não há escoliose significativa nem outras malformações associadas. Com base nessas características anatômicas, essa deformidade é classificada como pectus carinatum condrogladiolar porque consiste em  
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Q4315908 Não definido
Um adolescente de 16 anos é encaminhado ao ambulatório de cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da parede anterior do tórax desde a infância, com acentuação durante a puberdade. Relata desconforto estético importante e dispneia aos esforços intensos. Ao exame físico observa-se um afundamento da região central do tórax. Não há sinais clínicos de síndrome do tecido conjuntivo. O cirurgião classificou a deformidade como pectus excavatum, a qual consiste em  
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Q4315910 Não definido
Três pacientes foram encaminhados para avaliação de lesões primárias da parede torácica.
Caso 1: Mulher de 28 anos apresenta dor discreta e aumento de volume na parede torácica posterior. A tomografia computadorizada demonstra lesão expansiva intramedular envolvendo o arco posterior da sétima costela, com adelgaçamento da cortical, limites bem definidos e aspecto homogêneo em “vidro fosco”, sem reação periosteal ou invasão de partes moles.
Caso 2: Homem de 22 anos refere aumento progressivo de uma massa endurecida na parede torácica anterior desde a adolescência. A tomografia evidencia lesão exofítica pediculada originada da face externa da quarta costela, apresentando continuidade entre a cortical e a medular da lesão com o osso de origem, sem sinais de destruição cortical.
Caso 3: Adolescente de 17 anos apresenta dor progressiva e aumento de volume na parede torácica lateral. A tomografia revela lesão expansiva, insuflativa, multiloculada, predominantemente lítica, com adelgaçamento cortical e múltiplos níveis líquido-líquido em seu interior, sem evidências de metástases. Com base nas características clínico-radiológicas apresentadas, os diagnósticos mais prováveis dos casos 1, 2 e 3 são, respectivamente, 
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Q4315911 Não definido
Uma mulher de 54 anos foi submetida à ressecção em bloco de um tumor da parede torácica envolvendo a 4ª à 6ª costelas esquerdas. Permaneceu defeito ântero-lateral de 12 × 10 cm, com exposição parcial do pulmão e sem sinais de infecção. Considerando esse cenário, a reconstrução mais adequada consiste em  
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Respostas
1: E
2: A
3: C
4: B
5: A
6: B
7: D
8: E
9: D
10: D
11: D
12: C
13: C
14: C
15: E
16: D
17: A
18: C
19: B
20: D