Uma paciente de 45 anos, que tem insuficiência hepática
terminal e que está inscrita na lista única para transplante
hepático, está em sua enfermaria. Seu irmão, de 43 anos,
manifesta espontaneamente o desejo de doar parte do fígado.
Durante a avaliação, ele demonstra plena capacidade civil, está
ótimas condições clínicas, compatibilidade clínica e compreensão
dos riscos do procedimento. Paralelamente, um potencial doador
falecido é identificado em outro hospital, com diagnóstico de
morte encefálica confirmada conforme a legislação vigente e
autorização familiar para doação.
Em reunião, a equipe multiprofissional conclui que a seguinte
afirmativa sobre a conduta está de acordo com os princípios
éticos e legais que regem os transplantes de órgãos no Brasil: