Questões de Concurso Público EBSERH 2025 para Pré-Requisito - Pneumologia

Foram encontradas 73 questões

Q3723693 Medicina

Uma mulher de 37 anos apresenta diarreia com episódios recorrentes, distensão abdominal constante e mialgia associada à fadiga, episódios que causam dificuldades em seu trabalho e em sua vida pessoal. O clínico assistente solicitou um exame laboratorial que mostrou níveis séricos aumentados de anticorpos antitranglutaminase IgA e IgG elevados.



A condição clínica presente é a

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Q3723694 Medicina

Uma pessoa de 55 anos, que vive com HIV (PVHIV), faz uso de esquema antirretroviral com tenofovir-lamivudina-dolutegravir. A carga viral se mantém indetectável há mais de 8 anos e a contagem de linfócitos TCD4 é normal.



Uma medida atualmente utilizada no tratamento de pacientes estáveis é

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Q3723695 Medicina

Em relação à dislipidemia, drogas mais recentes, com mecanismos de ação variados, surgiram, além das já sacramentadas estatinas e fibratos.



Um exemplo de droga recentemente surgida é o(a)

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Q3723696 Medicina
A característica mais marcante em relação à diferença entre as afasias de Broca e de Wernicke é a
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Q3723697 Medicina

Uma mulher de 45 anos apresenta quadro de síndrome vertiginosa bastante acentuada. O médico assistente, após o diagnóstico do tipo de doença, prescreveu hidroclorotiazida.



A síndrome vertiginosa em questão é gerada por

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Q3723698 Medicina

Um paciente de 42 anos, em exames laboratoriais de rotina, foi diagnosticado com infecção assintomática pelo HTLV-1. Nunca havia sido testado antes para tal agente.



Em relação a esse vírus, é correto afirmar que

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Q3723699 Medicina

Um homem de 41 anos, lavrador, apresenta quadro de artrite inflamatória oligoarticular migratória intermitente de grandes articulações e coluna vertebral. Apresenta associadas diarreia crônica e alterações visuais.



A doença que mais provavelmente o paciente apresenta é a

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Q3723700 Medicina

Paciente masculino de 38 anos procurou atendimento médico com história de 3 meses de evolução de cansaço e dispneia aos grandes esforços, que posteriormente evoluiu com cefaleia, tinnitus, redução da acuidade auditiva e edema de face. Ao exame físico, apresentava edema das fossas supraclaviculares, circulação colateral em pelerine, varizes do freio lingual e murmúrio vesicular reduzido em região paraesternal bilateralmente. O paciente relatava piora dos sintomas ao assumir o decúbito dorsal. Negava tabagismo e comorbidades prévias. A radiografia de tórax evidenciou alargamento do mediastino anterior e superior.



Considerando a apresentação clínica descrita, o diagnóstico mais provável é 

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Q3723703 Medicina

Maria, 28 anos, procura atendimento médico relatando diarreia crônica há 8 meses, com 4-5 evacuações diárias de consistência pastosa, associada a perda ponderal de 6 kg no período. Refere também fadiga, distensão abdominal pós-prandial e flatulência excessiva. Apresenta Diabetes Mellitus tipo 1 diagnosticado há 15 anos, em uso de insulina. Ao exame físico, apresenta IMC de 19 kg/m², palidez cutânea discreta e distensão abdominal leve. Exames laboratoriais mostram hemoglobina de 10,2 g/dL, ferro sérico baixo e ferritina reduzida.



A abordagem diagnóstica mais adequada para investigar doença celíaca nessa paciente é

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Q3723704 Medicina

Roberto, 68 anos, é internado eletivamente para ressecção anterior baixa de reto por adenocarcinoma, com tempo cirúrgico estimado de 3 horas sob anestesia geral. Apresenta hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana e Diabetes Mellitus tipo 2 em uso de metformina, com hemoglobina glicada de 7,1%.


Ao exame físico, encontra-se estável, normocorado, com pressão arterial de 140/85 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm. Nega dispneia aos esforços habituais e refere conseguir subir dois lances de escada sem limitação. Não apresenta história de doença coronariana, insuficiência cardíaca ou doença cerebrovascular. Eletrocardiograma mostra ritmo sinusal sem alterações isquêmicas.


A conduta mais apropriada para avaliação pré-operatória do risco cardiovascular nesse paciente é 

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Q3723705 Medicina

Antônio, 82 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, é acompanhado no ambulatório de geriatria. Nos últimos 18 meses, apresentou perda ponderal não intencional de 8 kg, com IMC atual de 19,5 kg/m². A família relata episódios recorrentes de quedas domiciliares e diagnóstico recente de doença de Alzheimer moderada. Ao exame físico, evidencia-se sarcopenia com redução significativa da massa muscular e força de preensão palmar diminuída. Atualmente em uso de metformina 1 g duas vezes ao dia, com hemoglobina glicada de 7,8% e glicemias capilares de jejum variando entre 110- 160 mg/dL.



As metas glicêmicas mais adequadas para esse paciente são 

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Q3723706 Medicina

Um paciente de 56 anos foi atendido em ambulatório especializado em hipertensão resistente. Faz uso regular de anlodipino 5 mg duas vezes ao dia, losartana 50 mg duas vezes ao dia e hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia. É portador de diabetes tipo 2 em uso de metformina 2 g/dia, com HbA₁c de 7,2%. Mudanças no estilo de vida foram implementadas gradativamente. Ao exame, ictus propulsivo no 5º espaço intercostal esquerdo; pressão arterial em repouso de 150 × 90 mmHg e frequência cardíaca de 89 bpm.


O eletrocardiograma sugeria hipertrofia ventricular esquerda; relação albumina/creatinina urinária de 200 mg/g e TFG estimada de 90 mL/min/1,73 m². A MAPA revelou valores normais nas médias de vigília, 24 horas e sono.



Diante do caso apresentado, a conduta mais apropriada é 

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Q3723708 Medicina

Paciente feminina, 28 anos, foi internada pela quarta vez em um hospital de referência. As internações anteriores, ocorridas aos 13, 18 e 26 anos, estiveram relacionadas a episódios de sangramento atípico. Aos 13 anos, sangrou prolongadamente após uma amigdalectomia, necessitando de transfusão sanguínea, sendo a investigação inicial inconclusiva. Aos 18, apresentou sangramento uterino disfuncional que exigiu hospitalização, sem identificação de distúrbio da coagulação nem plaquetopenia. Aos 26, teve esquimoses extensas em ambos os braços após uma leve contusão. Atualmente, a paciente procurou o pronto-socorro com fraqueza progressiva e tontura. Havia realizado uma biópsia de pele recente para remoção de nevo suspeito, mas o sangramento do local persistiu por mais de 48 horas, motivando o uso de analgésicos e anti-inflamatórios não esteroidais.


Ao exame físico, a paciente estava pálida, hipocorada, com frequência cardíaca de 105 bpm e pressão arterial de 105 x 60 mmHg. Estava lúcida, orientada, eutrófica e não apresentava sinais de gravidade aguda ou infecção. Negava uso de medicação regular ou doença prévia, exceto pelos episódios de sangramento. Seus exames demonstraram uma piora gradual da anemia: Hemoglobina 10 g/dL aos 26 anos, e atualmente 7,5 g/dL. Durante a internação, relatou alguns episódios de enterorragia discreta. A investigação de anemia demonstrou morfologia microcítica e hipocrômica, com reticulócitos corrigidos de 1,2%, ferritina 10 ng/mL, índice de saturação de transferrina 9%, TIBC: 420 mcg/dL. O médico responsável iniciou a investigação de anemia com colonoscopia, que revelou divertículo de Meckel, com erosões superficiais sem sangramento ativo. Ao revisar os exames, observou plaquetas de 160.000/mm³ e um coagulograma normal (TP e PTTa dentro dos limites).


Considerando o histórico clínico, os achados do exame físico e os resultados laboratoriais, a conduta mais apropriada no momento seria 

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Q3723709 Medicina

Mulher de 58 anos foi internada para investigação de paraplegia em 72 horas de evolução, associada à perda urinária. Apresentava histórico de câncer de mama em tratamento quimioterápico por doença metastática óssea e pleural. Relatou febre de 38,5 ºC na véspera e cansaço há 5 dias. O exame físico demonstrava nível sensitivo em altura da 4ª vértebra torácica, redução da sensibilidade vibratória e propioceptiva e paraparesia espástica com sinais piramidais em ambos os membros inferiores. Havia dor em palpação de coluna torácica alta e presença de massa em topografia pélvica. Ao realizar a passagem de cateter vesical de demora, percebeu-se saída de aproximadamente 1 L de urina turva.


O exame laboratorial de urgência demonstrou anemia normocítica e normocrômica, leucocitose com desvio e PCR ultrassensível elevada. Não havia alterações na bioquímica como disfunção renal ou hepática. Foram coletadas hemoculturas, pesquisa de elementos anormais urinários e urinocultura.


Sobre a abordagem desse quadro, é correto afirmar que

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Q3723710 Medicina

Paciente feminina de 20 anos, HIV positiva em uso de terapia antirretroviral (CD4 e carga viral não disponíveis), foi admitida com tumoração em região cervical e submandibular esquerda de início há 7 dias, acompanhada de febre não aferida, prostração, dificuldade de deglutição progressiva e trismo intenso, impedindo abertura oral em mais 1 cm. Relata histórico de fratura de dente recente na região mandibular esquerda.


Ao exame físico, apresenta-se taquicárdica (FC 110 bpm), febril (Tax: 38,8 ºC), com massa endurecida, dolorosa e quente na região afetada, e dor à mobilização lateral do pescoço. Exames laboratoriais de urgência demonstram leucocitose de 18.000/mm³ com desvio à esquerda (85% neutrófilos) e Proteína C Reativa (PCR) de 150 mg/L.


Na conduta diagnóstica e terapêutica inicial para esse quadro, é apropriada a seguinte conduta:

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Q3723711 Medicina

Paciente masculino, 68 anos, com histórico de doença arterial coronariana, hipertensão e dislipidemia foi submetido, há cinco dias, a uma cineangiografia coronariana diagnóstica devido à dor torácica anginosa. Desde então, começou a apresentar fraqueza progressiva, dor abdominal difusa e uma redução significativa do volume urinário.


No exame físico, estava afebril, com pressão arterial de 130/70 mmHg, mas apresentava livedo reticular extenso em ambas as pernas e plantas dos pés com arroxeamento dos dedos do pé direito, além de pulsos distais palpáveis. Os exames laboratoriais revelaram elevação progressiva da creatinina sérica (de 1,2 mg/dL para 3,8 mg/dL), leucocitose de 14.500/mm³ (com 6% de eosinófilos) e hipocomplementemia (C3 e C4 reduzidos). A urina tipo I mostrava cilindros granulosos e alguns eosinófilos.


Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais descritos, a conduta diagnóstica e/ou terapêutica mais apropriada é

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Q3723712 Medicina

Paciente feminina, 65 anos, com histórico de Diabetes Mellitus tipo 2 de longa data e neuropatia autonômica conhecida, procurou o pronto-socorro devido a uma agudização de sintomas gastrointestinais. Referiu dor abdominal do tipo cólica de forte intensidade, distensão abdominal progressiva, náuseas e episódios de vômitos. É o segundo episódio agudo com esses sinais e sintomas nos últimos seis meses, sendo o atual o mais grave. Cronicamente, queixa-se de constipação crônica e inchaço abdominal pós-prandial.


Ao exame físico, apresentava-se desidratada, com abdome muito distendido, doloroso à palpação difusa, mas sem sinais de peritonite. Ruídos hidroaéreos diminuídos. Hemograma de admissão com leucocitose discreta (11.500/mm³) sem desvio à esquerda. Uma tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste demonstrou alças intestinais difusamente dilatadas em delgado e cólon, sem evidência de obstrução mecânica ou massa intraluminal ou extraluminal, mas com diminutos focos de Pneumatosis intestinalis. Exames laboratoriais de admissão revelaram hipocalemia (potássio sérico 2,8 mEq/L) e hipoalbuminemia (2,5 g/dL).


Diante do quadro clínico e dos resultados dos exames, a conduta inicial mais apropriada para essa paciente é

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Q3723713 Medicina

Paciente masculino, 72 anos, foi admitido no pronto-socorro com queixa de inchaço, dor e sensação de peso progressivos na perna direita, há 48 horas. Há três semanas, foi submetido à cirurgia para correção de fratura de fêmur direito, tendo alta hospitalar há uma semana e mantendo-se com mobilidade restrita.


Ao exame físico, a perna direita apresentava edema de 3+/4+, eritema discreto, aumento da temperatura local e dor à palpação da panturrilha. O restante do exame físico era normal, sem sinais de sangramento ativo. Exames laboratoriais revelaram D-dímero elevado (1200 ng/mL, valor de referência < 500 ng/mL), hemograma sem alterações significativas (hemoglobina 14,0 g/dL, plaquetas 250.000/mm³), coagulograma normal e função renal preservada (creatinina 0,9 mg/dL). O ultrassom com doppler venoso do membro inferior direito confirmou a presença de trombose venosa profunda oclusiva no segmento femoropoplíteo, estendendo-se até a veia femoral comum.


Diante do diagnóstico de trombose venosa profunda e das características do paciente, a conduta terapêutica inicial mais apropriada é

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Q3723714 Medicina

Paciente feminina, 28 anos, usuária de lentes de contato de uso prolongado, procurou o pronto-socorro com dor ocular intensa, de início súbito, no olho esquerdo, progressiva, não aliviada por analgésicos e que a impedia de dormir. Relatou que não consegue manter o olho esquerdo aberto devido a uma sensação de “algo no olho”, além de marcada sensibilidade à luz (fotofobia). Há 24 horas, percebeu vermelhidão intensa e diminuição da acuidade visual no olho afetado, com secreção purulenta esverdeada.


Ao exame clínico, o olho esquerdo apresentava hiperemia mais acentuada ao redor da córnea (ciliary flush), pupila miótica e um ponto branco opaco visível na córnea. O reflexo pupilar no olho esquerdo estava diminuído. No olho direito não havia alterações.


O provável diagnóstico e a conduta mais apropriada para a paciente são 

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Q3723715 Medicina

Paciente feminina, 35 anos, apresenta há 8 anos lesões recorrentes em axilas e região inguinal, inicialmente com nódulos dolorosos que evoluíram para abscessos e túneis fistulosos com drenagem de secreção purulenta e odor fétido. Relata impacto significativo na qualidade de vida devido à dor crônica e ao constrangimento social. Seu índice de massa corporal (IMC) é de 32 kg/m², apresentando histórico de dislipidemia, pré-diabetes e tabagismo. A paciente já havia utilizado diferentes ciclos de antibióticos sistêmicos em outras ocasiões, sem melhora expressiva do quadro.


Ao exame, múltiplas lesões ativas e cicatrizes fibróticas são observadas em ambas as axilas e virilhas. O International Hidradenitis Suppurativa Severity Score System (IHS4) é de 12, e o Hurley Staging foi considerado estágio II. A biópsia cutânea de uma das lesões revelou infiltrado inflamatório crônico perianexial, com foliculite e ruptura folicular, sem evidência de infecção por patógenos.


Considerando o quadro clínico de hidradenite supurativa moderada a grave em fase inflamatória, a conduta terapêutica mais apropriada para a paciente é 

Alternativas
Respostas
41: C
42: E
43: E
44: D
45: B
46: D
47: B
48: E
49: E
50: B
51: C
52: E
53: E
54: D
55: D
56: E
57: D
58: A
59: A
60: B