Questões de Concurso Público EBSERH 2025 para Área de Atuação - Neonatologia
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Escolar, cinco anos, apresenta rigidez muscular em seu lado esquerdo, com dificuldade em controlar os movimentos das mãos e pés, dificuldade em andar (pé direito ligeiramente levantado) e algumas dificuldades de fala. Nasceu prematuro, com 32 semanas de gestação, com baixo peso ao nascer. Aos 6 meses, seus pais notaram atrasos no desenvolvimento motor, como dificuldade de sentar-se e rolar.
Sobre o tratamento da principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que
Lactente, 18 meses, é levado à consulta devido a arqueamento das pernas, observado pelos pais desde que começou a andar. A criança apresenta crescimento e desenvolvimento adequados para a idade, sem histórico de trauma ou infecções, e sem dor. Ao exame físico, há deformidade bilateral simétrica em membros inferiores.
A seguinte orientação deve então ser dada aos responsáveis:
Escolar, seis anos, é trazida ao ambulatório de pediatria com história de coceira intensa na região anal, à noite, causando sono agitado e irritabilidade. Ela não apresenta febre, dor abdominal ou alterações intestinais. Os responsáveis negam vermes visíveis nas fezes, mas relatam que a criança frequentemente leva as mãos à região perianal durante o sono. O irmão, que dorme na mesma cama várias noites na semana, há um dia vem apresentando os mesmos sintomas. Ao exame físico, foram observadas lesões cutâneas locais.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o habitat natural típico do agente etiológico causador do desconforto é a região do
Lactente, 30 dias, é avaliado por apresentar ruído inspiratório intermitente desde os primeiros dias de vida, mais perceptível durante o choro e as mamadas. O som é mais agudo quando o bebê está agitado, deitado de barriga para cima, melhorando quando é colocado de bruços, estando presente até mesmo em repouso. Não há cianose ou pausas respiratórias, dificuldade alimentar ou disfagia.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o diagnóstico poderá ser confirmado por
Pré-escolar, quatro anos, é trazida ao ambulatório de pediatria com história de dor abdominal recorrente e episódios de evacuação a cada 5 dias, com fezes volumosas e endurecidas. Os pais relatam que a criança demonstra medo de evacuar, frequentemente se encolhendo ou cruzando as pernas quando sente vontade; ao menos uma vez ao dia é percebido algum resíduo de fezes na roupa íntima. O início ocorreu após o desfralde, e desde então a criança evita ir ao banheiro. Ao exame físico, o abdome está distendido, com massa palpável em quadrante inferior esquerdo.
Nesse caso, a conduta imediata é
Em consulta de puericultura de um pré-escolar de três anos, a mãe refere que seu filho tem estrabismo. O exame físico está normal, porém o pediatra sugere realizar um teste para dirimir a dúvida.
A técnica correta para a realização desse teste exige que a criança
Adolescente, 11 anos, apresenta atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e dificuldade alimentar progressiva, sendo a ingestão insuficiente para manter crescimento adequado. Há perda de peso nas últimas semanas. O adolescente permanece longos períodos com o alimento na boca, apresenta engasgos frequentes com saliva e alimentos, e a alimentação oral ultrapassa três horas por dia.
Nesse caso, a alimentação desse adolescente deve ser feita por meio de
Escolar, masculino, cinco anos, previamente saudável, apresenta início súbito de dor intensa em região inguinal direita, com irradiação para coxa e joelho, dois dias após quadro de infecção respiratória alta. A dor piora com movimentos e o paciente se recusa a deambular. Não há febre, e os exames laboratoriais mostram leucograma e velocidade de hemossedimentação (VHS) normais. Ultrassonografia evidencia aumento do espaço articular do quadril direito por provável derrame articular.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta imediata é o uso de
Em consulta de rotina, o pediatra encontra dificuldade para exposição da glande, sem sinais de inflamação. Os responsáveis negam dor, infecção ou sangramento local, mas relatam que o prepúcio permanece estreito desde o nascimento.
Em casos como esse, o tratamento cirúrgico é preferencial quando ocorre
Adolescente, previamente saudável, é levado à emergência com dor abdominal em região epigástrica, associada a náuseas e vômitos há dois dias. Ao exame, apresenta dor à palpação epigástrica, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais revelam níveis de amilase e lipase séricas acima de três vezes o limite superior da normalidade. Ultrassonografia abdominal mostra aumento do volume pancreático e alteração da ecogenicidade. Não há disfunção de órgãos ou complicações locais.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta em relação à alimentação é
Escolar, sete anos, é trazido para consulta de puericultura e seu responsável apresenta um exame de impedanciometria convencional (de baixa frequência) que foi solicitado por otorrinolaringologista devido ao fato de a criança apresentar roncos noturnos e respiração predominantemente pela boca.
O resultado esperado, nesse contexto clínico, é uma curva do tipo
Escolar, cinco anos, é levado à emergência com história de diarreia há dois dias, cinco episódios nas últimas 24 horas, sendo os dois mais recentes com sangue e muco. Hoje ele apresenta febre alta, dor abdominal e dor ao evacuar. Ao exame, hidratado, com queda do estado geral, olhos normais e turgor preservado. Nega doenças anteriores.
Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, o antimicrobiano de escolha a ser usado é
Adolescente, 13 anos, praticante regular de esportes, é trazido à consulta por apresentar dor anterior no joelho direito há algumas semanas, sem história de trauma agudo. Refere piora da dor durante atividades físicas e, mais recentemente, mesmo em repouso. Ao exame, há sensibilidade e aumento da proeminência no tubérculo tibial, sem derrame articular.
A conduta imediata é
Adolescente, 10 anos, é trazido à consulta por apresentar "caroço" na pálpebra superior direita há cerca de duas semanas. A lesão não é dolorosa, mas permanece do mesmo tamanho sem causar desconforto. Já ocorreram anteriormente episódios semelhantes com resolução espontânea. Ao exame, observa-se nódulo firme, indolor, não eritematoso, localizado na margem tarsal da pálpebra superior direita, sem sinais inflamatórios.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tratamento é
Recém-nascida do sexo feminino, nascida a termo, parto vaginal, peso ao nascimento de 3.350 g, sem intercorrências durante a gestação ou parto. Apgar 8/9. No exame físico de rotina realizado nas primeiras 24 horas de vida, o pediatra observa assimetria de pregas cutâneas nos membros inferiores, encurtamento aparente de membro inferior esquerdo e limitação à abdução da coxa esquerda. Realiza a manobra de Ortolani e sente um ‘clunk’ positivo no quadril esquerdo. O quadril direito não apresenta alterações ao exame físico.
A conduta mais indicada nesse caso é
Menino de 6 anos, previamente hígido, é trazido ao pronto atendimento com lesões cutâneas pruriginosas no abdome, coxas e membros superiores há 5 dias. As lesões iniciaram como pápulas eritematosas que evoluíram para vesículas agrupadas com base eritematosa, com posterior formação de crostas melicéricas. Não há febre ou outros sintomas sistêmicos. A mãe relata que a criança frequenta escola e recentemente teve contato com um primo que apresentou lesões semelhantes.
Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões crostosas com áreas de exsudação na região periumbilical e membros superiores, além de algumas vesículas íntegras e pústulas em estágio inicial. Não há sinais de sistêmicos. Não se notam linfadenomegalia, lesões orais ou mucosas.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada são
Lactente do sexo masculino, 6 meses de idade, sem história de internações prévias, é trazido à consulta por apresentar diarreia crônica com fezes volumosas, amareladas, fétidas e oleosas desde os 3 meses de vida. A mãe relata que o bebê tem dificuldade para ganhar peso, apesar de se alimentar bem. Exame físico: paciente ativo, com peso e estatura abaixo do percentil 3 para a idade, presença de baqueteamento digital e leve distensão abdominal. Não há alterações respiratórias evidentes no momento da consulta. Foi realizado teste do pezinho ampliado, com suspeita de alteração metabólica, ainda sem confirmação diagnóstica.
O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica é
Lactente do sexo masculino, 7 meses de idade, previamente hígido, é trazido à emergência com história de início súbito de episódios de choro intenso, acompanhado de flexão das pernas contra o abdome, intercalados com períodos de aparente bem‑estar. Nas últimas 6 horas evoluiu com vômitos biliosos e eliminação de fezes com muco-sanguinolentas. Ao exame físico: irritado, pálido, frequência cardíaca 168 bpm, pressão arterial 90/55 mmHg, temperatura 37,4 C. Abdome discretamente distendido; à palpação, nota‑se massa alongada e firme no hipocôndrio direito. Sem sinais de peritonite. De imediato, você solicita dois acessos venosos para iniciar a reposição volêmica.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o seguinte exame deve ser solicitado como próximo passo para confirmar o diagnóstico:
Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos, comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos, recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma contestar professores e provocar colegas, sem, contudo, envolver‑se em agressões físicas graves ou destruição de propriedade.
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é