Questões de Concurso Público EBSERH 2025 para Área de Atuação - Medicina Paliativa
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A distribuição do anestésico local no espaço peridural é mais complexa do que no espaço subaracnoide. A dispersão longitudinal do anestésico local por fluxo volumétrico dentro do espaço peridural pode ocorrer após a administração de um volume maior de anestésico local, porém outros fatores interferem nesta distribuição.
Um fator importante que pode aumentar a distribuição do anestésico local no espaço peridural além, naturalmente, do volume injetado, é
Sem dúvida, é necessária pressão de perfusão adequada se clipes temporários forem usados durante o manejo de aneurisma cerebral.
Porém, a consideração mais importante na condução anestésica de pacientes submetidos a clipagem ou embolização de aneurisma, sem complicações cirúrgicas, após HSA aguda é a
Ultimamente, meta-análises que investigam a analgesia pósoperatória demostraram que um componente utilizado no período perioperatório melhora os desfechos dos pacientes, em relação a analgesia no pós-operatório, e é superior à administração dos opioides administrados sistemicamente.
O componente que tem sido apontado como responsável pela melhora nesse desfecho é a utilização, no perioperatório, de
Para procedimentos e cirurgias ambulatoriais, o paciente deve ser incentivado a tomar suas medicações anti-hipertensivas, pela manhã.
Diante disso, um consenso praticamente universal orienta que o paciente pode tomar água antes de sua cirurgia ou procedimento em um período que os anteceda em até
O fluxo sanguíneo uterino e placentário depende do débito cardíaco materno e está diretamente relacionado à pressão de perfusão uterina e inversamente relacionado à resistência vascular uterina. A diminuição da pressão de perfusão uterina é o resultado comum da hipotensão materna secundária à hipovolemia, compressão aortocava, bloqueio simpático e diminuição da resistência sistêmica causada por anestesia geral ou no neuroeixo.
O fármaco que, usado profilática ou terapeuticamente, reduz a incidência e a gravidade da hipotensão causada pela raquianestesia para cesariana e resulta em menos acidose fetal é
Sabe-se que a ventilação protetora pulmonar, com baixo volume corrente, aumenta a sobrevida de pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), nas unidades de terapia intensiva, mas pode ser importante em todos os pacientes em ventilação mecânica.
Com o uso dessa estratégia a ventilação pulmonar está concentrada em prevenir
Paciente de 55 anos, etilista crônico, refere lesões difusas nos espaços supraclaviculares, submandibulares e espaços periparotídeos, com 2 anos de evolução. Traz somente um exame de ultrassonografia cervical que evidencia lesões hipoecoicas nas regiões descritas, homogêneas e mal definidas.
A principal hipótese diagnóstica é
Menino de 4 anos apresenta massa endurecida e indolor na órbita direita, com crescimento rápido nas últimas semanas. A biópsia revela rabdomiossarcoma embrionário. A ressonância magnética mostra tumor confinado à órbita, sem invasão óssea. Tomografia de tórax sem metástases.
Nesse caso, a conduta inicial mais adequada é
Menina de 6 anos com dor e aumento de volume no antebraço esquerdo. Ressonância nuclear magnética revela lesão infiltrativa no compartimento anterior. A biópsia confirma rabdomiossarcoma alveolar. Estadiamento com PET-CT mostra linfonodos axilares aumentados, sugestivos de acometimento.
O fator prognóstico adverso mais importante nesse caso é
Menino de 8 anos, sem comorbidades, apresenta rabdomiossarcoma parameníngeo, sendo submetido a biópsia incisional. A avaliação mostra extensão local, sem metástases à distância. Devido à proximidade com estruturas nobres da base do crânio, a cirurgia foi considerada inviável.
A melhor abordagem terapêutica inicial para o caso é
Homem de 68 anos, tabagista, com diagnóstico de carcinoma urotelial da bexiga músculo-invasivo (T2N0M0), sem comorbidades e função renal normal. Cistoscopia revela lesão única em parede posterior. Exames de imagem não mostram metástases.
A conduta terapêutica mais apropriada é
Homem de 61 anos, com icterícia, colúria e perda ponderal, é diagnosticado com colangiocarcinoma hiliar (Klatskin tipo II). Laboratórios mostram bilirrubina total 9,0 mg/dL. TC mostra invasão de ducto hepático comum e confluência biliar, sem metástases.
A melhor conduta inicial é
A conduta inicial mais indicada é