Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Área de Atuação - Dor
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Um paciente de 50 anos apresenta dor súbita no ombro direito e limitação dos movimentos, especialmente na rotação externa e abdução, após uma partida de tênis há 6 meses. A ressonância magnética demonstra ruptura do tendão do músculo supraespinhoso com retração de 1,0 cm e Guttalier II.
O tratamento mais indicado nesse caso é:
Uma paciente de 55 anos, com histórico de artrite reumatoide, apresenta dor e deformidade progressiva nas mãos. A radiografia mostra degeneração articular, subluxação das articulações metacarpofalângicas, ruptura dos tendões extensores e desvio ulnar dos dedos.
O tratamento mais indicado para esse paciente é:
Um homem adulto, jovem, ativo, apresentando sinais de sinovite aguda em articulação do joelho direito e tornozelo direito, lombalgia recorrente e com história de uretrite e conjuntivite infecciosa e recorrente, foi tratado com cefalosporina de primeira geração, sem melhora clínica. Deu entrada na emergência do hospital com fortes dores, calor e rubor articular leve.
O diagnóstico mais provável nesse caso é:
Uma adolescente apresentou, há 15 dias, intensa dor de garganta e febre (temperatura axilar de 38,5 oC). Foi medicada por 5 dias com diclofenaco, com melhora. Há 24 horas, iniciou dor intensa e edema com sinais flogísticos no joelho esquerdo.
Na emergência, o médico deve:
Um escolar de 10 anos apresenta queixa de cansaço, dores nas pernas que o acordam durante a noite e emagrecimento de 2 kg no último mês. Apresenta as seguintes alterações ao exame físico: palidez cutâneo-mucosa 3+/4+, sopro sistólico 2+/6+ em bordo esternal esquerdo, taquicardia (FC = 120 bpm), fígado a 2,5 cm do RCD, ponta de baço palpável, dor à palpação do terço proximal da tíbia bilateralmente e petéquias esparsas em membros.
O quadro clínico é sugestivo de:
Um escolar de 7 anos apresenta, há 3 dias, cefaleia, edema de membros inferiores, sem sinais flogísticos, e urina escura. Ao exame, foram constatadas hipertensão arterial e hematúria no exame de urina. Está em uso de polivitamínicos e dipirona.
A principal hipótese diagnóstica, nesse caso, é de:
Uma criança de 2 anos, com febre alta (39 °C) há 3 dias e irritabilidade, se recusa a se alimentar, tem dor abdominal intensa e a mãe relata 3 episódios de vômitos nas últimas 12 horas. A mãe procurou a emergência, onde foram realizados exames, e foi dado o diagnóstico de dengue.
O tratamento deve ser:
Um adolescente que estava praticando surfe apresentou, subitamente, dor em queimação na perna. Após sair do mar, observou lesão de queimadura na panturrilha esquerda.
No posto do salva-vidas, foi corretamente realizada:
Menina de 6 anos foi atendida na UPA com queixa de febre e cervicalgia à direita, com amplitude reduzida do movimento do pescoço e aumento de volume do local da dor há 24 horas. Está em tratamento para amidalite estreptocócica com amoxicilina em dose e intervalo adequados há 4 dias.
O diagnóstico é:
Um menino de 5 anos é trazido para consulta pediátrica na unidade básica de saúde, por estar apresentando perda de peso há 2 meses, esteatorreia, dor epigástrica, náuseas e vômitos. Traz um exame parasitológico de fezes, que indica a presença de Giardia lamblia.
O único antiparasitário disponível para dispensação é o albendazol, que, nesse caso:
Uma menina de 10 anos chega à emergência com edema de lábios e língua, broncoespasmo e vômitos. Os sintomas se iniciaram há 30 minutos, após uso de anti-inflamatório para cefaleia.
A hipótese diagnóstica e a conduta nesse caso são, respectivamente:
Um menino de 7 anos é admitido na emergência com cefaleia de forte intensidade, febre alta e vômitos há 24 horas. Ao exame, apresenta-se prostrado e com rigidez de nuca, além de exibir petéquias em membros superiores e tronco. A punção lombar é realizada, e o resultado do líquor é sugestivo de meningite bacteriana.
A antibioticoterapia de escolha para o caso é:
Rita tem 68 anos e mora no interior do estado. Procura o seu ambulatório com queixa de lombociatalgia irradiada para face lateral da perna esquerda até o hálux ipsilateral.
Com base no raciocínio clínico-anatômico, as manobras semióticas subsequentes são:
Um residente apresenta ao seu preceptor do ambulatório o caso de Jeferson, um homem de 24 anos com dor lombar crônica de início há 3 meses que melhora com a atividade física e piora em repouso, além de rigidez matinal que dura mais de 30 minutos e dor alternante nas nádegas. Prontamente, o residente descreve o exame físico, enfatizando a limitação na flexão da coluna lombar e sensibilidade nas articulações sacroilíacas. Por fim, refere que os testes laboratoriais mostram aumento da proteína C-reativa (PCR) e da velocidade de hemossedimentação (VHS). O HLA-B27 é detectado.
Quando indagado pelo perceptor sobre o papel do HLA B27 no mecanismo etiopatogênico da doença, o residente deve responder que esse antígeno:
Rufino é um homem de 66 anos com histórico de fibrilação atrial, hipertensão arterial e sarcoidose pulmonar. Faz uso de Marevan (warfarina), diurético e, há 6 meses, passou a usar prednisona para tratar da sarcoidose. Refere fazer pilates 3 vezes por semana. Relata também que, recentemente, precisou tomar antiinflamatórios por 5 dias para tratar patologia dentária. Ele apresenta dor intensa no quadril esquerdo, que piora com o movimento e não alivia com repouso. O exame físico revela dor à palpação do quadril e limitação na amplitude de movimento. O teste de Patrick (FABER) é positivo, indicando dor na face anterior do quadril. A radiografia mostra alterações sugestivas de osteonecrose da cabeça do fêmur.
A história clínica do Rufino ressalta dois fatores de risco para osteonecrose, a saber:
Alex tem 45 anos e se queixa de dor lombar mais intensa pela manhã ou após um repouso prolongado, associada a rigidez matinal de cerca de 90 minutos de duração. Refere que a dor melhora ao longo do dia com atividade física.
O diagnóstico sindrômico, a hipótese diagnóstica e o método de imagem apropriados para o caso, nessa sequência, são:
A principal hipótese diagnóstica e o achado do líquido articular que a confirmam são, respectivamente:
Mercedes, 56 anos, economista, branca, casada, com 2 filhos, é encaminhada ao reumatologista pelo pneumologista que investiga queixa de tosse seca e dispneia aos médios e grandes esforços. Ao exame físico, nota-se artrite de tornozelos e eritema nodoso na face anterior e medial da tíbia bilateralmente. A tomografia de tórax evidencia linfadenopatia hilar simétrica, nódulos centrolobulares e peribroncovasculares, áreas de opacidades em vidro fosco, reticulações e bronquiectasias de tração.
A hipótese diagnóstica justificada mais plausível para o caso é:
A dor na fibromialgia é o resultado de uma complexa interação entre fatores neuroquímicos, genéticos, psicológicos e do sistema nervoso, que culminam em uma sensibilização central e uma percepção amplificada da dor.
Em relação aos mecanismos da dor, é correto afirmar que:
Enzo, 15 anos, negro, com diagnóstico de anemia falciforme e histórico de vários episódios prévios de crise vaso-oclusiva, apresenta-se ao pronto-socorro com dor intensa na perna esquerda, febre (38,9 °C) e mal-estar geral, iniciados há cerca de três dias. Ele relata que a dor piorou progressivamente e não responde aos analgésicos usuais. Não há histórico de trauma recente. Atualmente, faz uso de hidroxiureia 20 mg/kg/dia, ácido fólico 1 mg/dia e penicilina profilática (250 mg duas vezes ao dia). Ao exame físico, observa-se Tax de 38,9 °C e pressão arterial de 120 x 70 mmHg. Nota-se edema, calor e dor na topografia da tíbia esquerda, que se exacerba à mobilização. Exames laboratoriais iniciais mostram: anemia (Hb: 8g/dL); leucocitose (18.000/mm³) com desvio à esquerda; proteína C-reativa (PCR): 150 mg/L (elevada); VHS: 90 mm/h (elevada). O médico solicitou uma ressonância magnética, que evidenciou presença de edema da medula óssea, alterações corticais, coleções líquidas e realce com contraste.
A hipótese diagnóstica principal é: