Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Área de Atuação - Dor
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A síndrome do túnel do carpo é uma doença potencialmente cirúrgica. Dentre as opções de tratamento, existem as técnicas aberta (minidescompressão) e endoscópica. A melhor evidência disponível não embasa a necessidade da substituição da técnica tradicional pela endoscópica até o momento. Por outro lado, existem algumas diferenças nos resultados cirúrgicos precoces e nos índices de complicação.
Dentre os fatores a seguir, favorece(m) a indicação da minidescompressão:
Homem de 34 anos procura neurologista por estar apresentando, há 3 meses, dor na cabeça, que a cada dia se agrava. Nos últimos dias não pôde trabalhar por vômitos pela manhã, mal-estar e tonteira. Nega diabetes, hipertensão e trauma craniano. Recordase de parotidite há 6 meses. O exame neurológico é normal exceto pela perda de contorno papilar com áreas de hemorragia retiniana bilateralmente e paresia bilateral da abdução do globo ocular.
A tomografia de crânio excluiu processos expansivos e indicou a causa, sendo o paciente encaminhado para neurocirurgia com o seguinte diagnóstico:
Paciente feminina, 59 anos, com diagnóstico de esclerose múltipla há 10 anos, sem tratamento preventivo, procura neurologista com quadro de episódios recorrentes de dor facial unilateral em região mandibular à esquerda em choque e de forte intensidade há 1 mês. A dor dura segundos. A ressonância magnética de crânio evidenciou lesões hiperintensas em T2/FLAIR em substância branca periventricular e justacortical bilateral, sem captação de contraste.
A opção terapêutica de escolha é:
Mulher de 23 anos apresenta, desde a adolescência, cefaleia hemicraniana de média a forte intensidade, pulsátil, associada a foto e fonofobia, náuseas, que dura em geral de 6 a 8 horas, melhorando após o sono. Em função da frequência das crises de cefaleia, ela vem usando analgésicos comuns 15 dias por mês nos últimos 3 meses. A mãe apresentava, até os 50 anos de idade, quadro semelhante. Os exames laboratoriais e de neuroimagem foram normais.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
Homem, 38 anos, sem comorbidades prévias, procura pronto-socorro com queixa de dormência e formigamento nos pés associados a lombalgia iniciados há 3 dias. Foi avaliado e liberado para casa com analgesia. Uma semana depois, ele retorna com incapacidade para deambular e dormência nas mãos há 24 horas. Ao exame, apresenta paraparesia (MRC=2), reflexos aquileus e patelares abolidos, sinal de Lasegue positivo bilateralmente e exame da sensibilidade normal.
Nesse cenário clínico, a confirmação do diagnóstico depende de:
Paciente, 30 anos, sexo feminino, obesa e tabagista, procura avaliação neurológica com queixa de dor em queimação na região palmar da mão direita, que se estende do 1º dedo à metade radial do 4º dedo. A dor é mais intensa à noite. Ao exame, observa-se discreta atrofia da região tenar e incapacidade de realizar a oponência do polegar.
O diagnóstico topográfico é consistente com nervo:
Paciente de 68 anos apresenta quadro agudo de dor no olho direito, acompanhado de ptose e paralisia para adução e movimentos verticais desse olho. Ao exame neurológico, observam-se as alterações citadas, estrabismo divergente do olho direito ao repouso e preservação do reflexo fotomotor direto e consensual. Não há outras alterações neurológicas.
Uma hipótese etiológica para este quadro é:
Um paciente de 60 anos queixa-se de parestesias e dor em pés iniciadas há mais de 3 anos, que vêm se agravando lentamente e afetaram as mãos no último ano. O exame neurológico demonstra leve hipoestesia tátil, térmica e dolorosa distalmente abaixo dos cotovelos e joelhos. Apresenta força grau V nos 4 membros com reflexos preservados bilateralmente e propriocepção preservada. Não há comorbidades conhecidas.
Quanto à investigação desse tipo de neuropatia, é correto afirmar que:
Uma mulher de 50 anos procura clínico geral porque vem apresentando dor de cabeça contínua há mais de 1 mês. A dor é holocraniana, de intensidade moderada. Na última semana, apresentou episódios de vômitos e mal-estar. Por mais de uma vez, durante este mês, sentiu por minutos um cheiro desagradável em associação com sensação de “desconhecimento” do ambiente, e hoje, pela manhã, após sentir o cheiro ruim, apresentou, segundo a família, uma convulsão. Na emergência, o exame neurológico era normal, exceto por edema de papila bilateral ao exame do fundo do olho.
A conduta obrigatória neste momento é:
Para o caso em pauta, o tratamento mais adequado é:
Um paciente de 40 anos sofreu uma queda de uma escada, apresentando dor intensa no tornozelo direito e incapacidade de suportar peso. A radiografia mostra fratura bimaleolar tipo C da Webber.
O tratamento mais indicado para esse paciente é:
Uma paciente de 50 anos apresenta dor crônica no joelho esquerdo, especialmente ao subir escadas e após atividades físicas. Refere lesão prévia do LCA não tratada. A radiografia mostra osteoartrite moderada unicompartimental medial com estreitamento do espaço articular Allback III, ângulo mecânico de varismo de 8 graus.
Nesse caso, o tratamento mais indicado é:
Um paciente de 45 anos, com histórico de diabetes mellitus, apresenta dor lombar intensa, referindo diminuição significativa da força do tríceps sural e parestesia na região plantar de caráter inespecífico. Ao exame clínico, atesta-se uma diminuição significativa do reflexo Aquileu.
O diagnóstico mais provável, nesse caso, é uma compressão da raiz:
Um paciente de 60 anos, com histórico de alcoolismo, apresenta dor no quadril esquerdo e dificuldade para deambular. A ressonância magnética revela necrose avascular da cabeça femoral grau 3 de Ficat e Arlet.
O tratamento mais indicado para esse paciente é:
Uma paciente de 70 anos, com histórico de osteoporose, apresenta dor intensa no punho direito após uma queda da própria altura. A radiografia revela fratura distal do rádio extra-articular desviada TIPO II C da classificação Universal.
O tratamento mais indicado para esse paciente é: