Questões de Concurso Público Prefeitura de Aracati - CE 2026 para Professor da Educação Básica II (Anos Finais) - Ciências Humanas
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Aristóteles. A política. São Paulo: EDIPRO, 2009 (adaptado).
Em sua obra, Aristóteles defende que o bem é alcançado por meio da:
SILVA FILHO, Antonio Luiz Macêdo. A cidade e o museu: possíveis encontros. In: GUIMARÃES, Manoel Luiz Salgado; RAMOS, Francisco Régis Lopes (orgs). Futuro do pretérito – escrita da história e história do museu. Fortaleza: Instituto Frei Tito de Alencar; Expressão Gráfica Editora, 2010 (adaptado).
Tomando por referência o texto acima e os princípios da educação patrimonial, entende-se corretamente que os objetos presentes no museu constituem:
“Na época da Independência sabia-se que quase 40% dos moradores da cidade de São Paulo eram mulheres, sós, chefes de família, muitas delas concubinas e mães solteiras. Essas mulheres não eram assalariadas, não tinham propriedades, não gozavam de direitos civis nem tinham acesso à cidadania política”.
Maria Odila Leite da Silva Dias. Quotidiano e poder em São Paulo no século XIX. São Paulo: Brasiliense, 2001 (adaptado).
Texto 2
“O Código Civil de 1916 conferia expressamente ao homem a administração solo da sociedade conjugal, a administração dos bens particulares da mulher, a possibilidade de sozinho fixar e mudar o domicílio da família, autorizar ou não que a mulher exerça sua profissão fora do teto conjugal e por fim prover a manutenção da família. Todo esse arcabouço legal restringia a possibilidade de autodeterminação da mulher sobre si”.
A construção da figura da mulher na legislação brasileira. Renata Miranda Lima. https://esaoabsp.edu.br/Artigo?Art=221
Comparando o texto 1 e o texto 2, compreende-se corretamente que, do ponto de vista da condição legal, a mulher era:
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
A partir desta premissa, Marx e Engels afirmam que a historiografia deve ter como ponto de partida de sua investigação:
FEBVRE, Lucien. Combates pela história. Lisboa: Editorial Presença, 1989 (adaptado).
Segundo Lucien Febvre, a mudança em relação à compreensão do ofício do historiador resultou, em grande parte, da crítica formulada ao conceito de documentos. Nessa nova perspectiva entende-se que os documentos: