O dispêndio energético depende de vários fatores, entre os quais se pode fazer referência ao tipo de
exercício, à sua frequência, duração, intensidade, às condições climáticas, à condição física geral e
específica do indivíduo, à relação da composição corporal e muscular em termos de fibras musculares do tipo
I, IIa e IIb, assim como os aspectos nutricionais. Em relação ao desempenho, as atividades esportivas são
classificadas em três grupos. Assim, considerando-se a demanda energética em relação ao desempenho, as
atividades esportivas podem ser cíclicas, acíclicas ou, ainda, semicíclicas (combinação de cíclicas e
acíclicas). Com relação as atividades acíclicas é CORRETO afirmar que:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Treine mais com um simulado focado no seu concurso. Criar simulado
Parabéns! Você acertou!
Está mandando bem! Treine mais em um simulado completo. Criar simulado
Buscando melhor qualidade de vida, diminuição do estresse e prevenção de comorbidades, as práticas
saudáveis na gestação estão em evidência com objetivos que incluem exercícios físicos de uma forma geral,
avaliação e orientação nutricional e programas de preparo para o parto. A gravidez é o período ideal para a
intervenção dos profissionais da saúde porque as mulheres estão muito próximas desses profissionais,
realizando consultas frequentes, exames de rotina e recebendo uma série de novas orientações, e também
porque durante a gestação estão mais sensibilizadas para os benefícios de um estilo de vida mais saudável
visando obter os melhores resultados para si e para seus filhos. A prática de exercício físico de forma regular
é reconhecida tanto na comunidade científica quanto na mídia como parte de um estilo de vida saudável.
Quando tratamos de mulheres grávidas não é diferente, nas três últimas décadas houve uma mudança de
paradigma em relação às recomendações anteriores de repouso e interrupção das atividades laborais,
passando ao estímulo à prática de exercícios nesse período. Todavia, algumas recomendações são
colocadas com relação ao exercício e a gestação. Dessa forma é CORRETO afirmar que:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Veja esse conteúdo explicado passo a passo em nossos cursos. Buscar curso
Parabéns! Você acertou!
Mandou bem! Revise esse tema nos nossos cursos. Buscar curso
A partir das definições constitucionais, das legislações que regulamentam o Sistema Único de Saúde
(SUS), das deliberações das conferências nacionais de saúde e do Plano Nacional de Saúde (2004-2007), foi
aprovada em 2006, na Comissão Intergestores Tripartite, a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)
do SUS, visando ao enfrentamento dos desafios de produção da saúde e à qualificação contínua das práticas
sanitárias e do sistema de saúde. Desde a institucionalização da PNPS, em 2006, muitos acontecimentos
desenharam novos cenários, interferindo na discussão da promoção da saúde. Destacam-se as agendas
sociais coordenadas pela Casa Civil da Presidência da República; a Conferência das Nações Unidas sobre o
Desenvolvimento Sustentável – RIO +20; a Estratégia Global para Alimentação, Atividade Física e Saúde; a
8ª Conferência Internacional de Promoção da Saúde, com a Declaração de Helsinque com o tema Saúde em
Todas as Políticas; o Plano Brasil Sem Miséria; o Plano da Década de Segurança Viária – 2011 a 2020; e o
Fórum Econômico Mundial, com a discussão sobre o desafio de enfrentar as doenças crônicas não
transmissíveis. Com isso, diferentes temas foram alocados em permanente diálogo com as demais políticas,
com outros setores governamentais e não governamentais, incluindo o setor privado e a sociedade civil, e
principalmente com as especificidades sanitárias, evidenciados pelas ações de promoção da saúde
realizadas desde 2006 e inseridas na primeira versão da PNPS, bem como pelas normas e pelos
regulamentos vigentes na esfera federal e pelos acordos nacionais (Plano Nacional de Saúde, pactos
interfederativos, planejamento estratégico do Ministério da Saúde) e internacionais firmados pelo governo
brasileiro. Dessa forma, é correto assumir dentro das Práticas Corporais e Atividades Físicas, incluído no
PNPS:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Veja como esse erro impacta seu desempenho geral. Ver estatísticas
O desenvolvimento motor ocorre de forma progressiva durante toda a vida do ser humano, iniciando-se na
sua concepção e cessando somente na sua morte; por outro lado, esse processo também pode sofrer
regressões. Para que as mudanças aconteçam, não basta levar em conta apenas os fatores biológicos; deve
se considerar também os processos de interação do indivíduo com o meio e com a(s) tarefa(s) e
experiência(s) vivenciadas por ele. Logo, os resultados do desenvolvimento motor devem ser observados nas
tarefas diárias, fundamentais para a existência do ser humano. Entende-se que o desenvolvimento humano
ocorre em fases previsíveis, com mudanças esperadas em determinadas faixas etárias. Assim, Gallahue e
Ozmun (2005), dividem os movimentos fundamentais e especializados em estágios. No caso dos movimentos
fundamentais eles são separados:
I - estágio inicial (até os 5 anos de idade) – é caracterizado pela integração dos movimentos centrais, precisos
e sequenciados, amplos pelo uso do corpo e por excelência na coordenação e no ritmo. Por exemplo: a cri
ança consegue se sustentar em pé sozinha pois seu equilíbrio é adequado, não deixando cair objetos e brin
quedos com frequência.
II - estágio elementar (dos 3 aos 4 anos) – envolve maior controle e melhor coordenação rítmica dos movi
mentos. Ocorre melhora da sincronia espaço temporal, mas os movimentos ainda são restritos ou exagera
dos, embora mais coordenados com relação aos movimentos do estágio anterior.
III - estágio maduro (dos 5 aos 6 anos) – é caracterizado por desempenhos eficientes, coordenados e
controlados. Por exemplo: a criança caminha, corre e manipula objetos com equilíbrio e segurança.
A partir das definições constitucionais, das legislações que regulamentam o Sistema Único de Saúde
(SUS), das deliberações das conferências nacionais de saúde e do Plano Nacional de Saúde (2004-2007), foi
aprovada em 2006, na Comissão Intergestores Tripartite, a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)
do SUS, visando ao enfrentamento dos desafios de produção da saúde e à qualificação contínua das práticas
sanitárias e do sistema de saúde. Desde a institucionalização da PNPS, em 2006, muitos acontecimentos
desenharam novos cenários, interferindo na discussão da promoção da saúde. Destacam-se as agendas
sociais coordenadas pela Casa Civil da Presidência da República; a Conferência das Nações Unidas sobre o
Desenvolvimento Sustentável – RIO +20; a Estratégia Global para Alimentação, Atividade Física e Saúde; a
8ª Conferência Internacional de Promoção da Saúde, com a Declaração de Helsinque com o tema Saúde em
Todas as Políticas; o Plano Brasil Sem Miséria; o Plano da Década de Segurança Viária – 2011 a 2020; e o
Fórum Econômico Mundial, com a discussão sobre o desafio de enfrentar as doenças crônicas não
transmissíveis. Com isso, diferentes temas foram alocados em permanente diálogo com as demais políticas,
com outros setores governamentais e não governamentais, incluindo o setor privado e a sociedade civil, e
principalmente com as especificidades sanitárias, evidenciados pelas ações de promoção da saúde
realizadas desde 2006 e inseridas na primeira versão da PNPS, bem como pelas normas e pelos
regulamentos vigentes na esfera federal e pelos acordos nacionais (Plano Nacional de Saúde, pactos
interfederativos, planejamento estratégico do Ministério da Saúde) e internacionais firmados pelo governo
brasileiro. Dessa forma, é CORRETO assumir dentro das Práticas Corporais e Atividades Físicas, incluído no
PNPS:
A prática da Atividade Física (AF) é recomendada para manter e/ou melhorar a densidade mineral óssea
e prevenir a perda de massa óssea. A AF regular exerce efeito positivo na preservação da massa óssea;
entretanto, ele não deve ser considerado como um substituto da terapia de reposição hormonal. A associação
entre tratamento medicamentoso e AF é uma excelente maneira de prevenir fraturas. A AF regular melhora a
força, a massa muscular e a flexibilidade articular, notadamente, em indivíduos acima de 50 anos. A
treinabilidade do idoso (a capacidade de adaptação fisiológica ao exercício) não difere da de indivíduos mais
jovens. A AF se constitui em um excelente instrumento de saúde em qualquer faixa etária, em especial no
idoso, induzindo várias adaptações fisiológicas e psicológicas. Assim, segundo o Guia de Atividade Física
para a População Brasileira, publicado em 2021 apresentada
algumas propostas de intervenção em idosos, dentre eles:
I - Atividades físicas intensas, pelo menos, 300 minutos de atividade física por semana (mínimo de 50 minu
tos/dia).
II - Atividades físicas leve, pelo menos, 300 minutos de atividade física por semana (mínimo de 50 minu
tos/dia).
III - É possível alcançar a quantidade recomendada de atividade física por semana combinando atividades
moderadas e vigorosas.
Atividades de fortalecimento dos principais músculos (costas, abdômen, braços e pernas) e de equilíbrio
devem ser realizadas de duas a três vezes por semana em dias alternados.