Um paciente de 58 anos, com sequela de AVE (Acidente Vascular Encefálico) isquêmico
há 6 meses, apresenta um padrão extensor de membro inferior caracterizado por extensão
e adução de quadril, extensão de joelho e inversão de tornozelo. Durante a última semana,
o cuidador relata que a rigidez do paciente aumentou subitamente, dificultando o
posicionamento no leito e a higiene. Ao avaliar, o fisioterapeuta observa a presença de uma
úlcera por pressão na região sacral que não existia anteriormente. Além disso, o paciente
apresenta fraqueza muscular grave nos membros inferiores. Considerando as diretrizes
clínicas para o tratamento da espasticidade, qual deve ser a conduta do fisioterapeuta?