Questões de Concurso Público Prefeitura de Bonito de Santa Fé - PB 2025 para Professor Classe B - Com Habilitação em Português

Foram encontradas 7 questões

Q4258317 Pedagogia
As concepções sobre o papel do professor e do aluno no processo de ensino e de aprendizagem refletem diferentes tendências pedagógicas presentes na história da educação brasileira. Na perspectiva da pedagogia progressista libertadora, o conhecimento é construído por meio 
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Q4258318 Pedagogia
No contexto da Educação Básica, os documentos legais, como a Constituição Federal e a LDB (Lei n.º 9.394/1996), definem finalidades educacionais que orientam diretamente a prática pedagógica escolar. No planejamento de suas aulas, o professor utiliza essas finalidades como referência para 
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Q4258319 Pedagogia
De acordo com Luckesi (2005), avaliar a aprendizagem vai além de atribuir notas. Trata-se de um processo contínuo de acompanhamento e ajuste das ações pedagógicas. Nesse contexto, no exercício da docência, a avaliação deve ser entendida como 
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Q4258320 Pedagogia
No planejamento pedagógico, as técnicas de ensino representam os procedimentos específicos que o professor utiliza para facilitar a aprendizagem, tornando os conteúdos acessíveis e significativos para os alunos. Entre as técnicas de ensino, destacam-se aquelas que promovem a participação ativa dos estudantes, a construção do conhecimento e a aplicação prática do conteúdo aprendido. Considerando essa perspectiva, é possível afirmar que  
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Q4258321 Pedagogia
As metodologias, voltadas para a aprendizagem, consistem em uma série de técnicas, procedimentos e processos utilizados pelos professores durante as aulas, com objetivos de auxiliar o aprendizado dos estudantes. No contexto das metodologias ativas, a abordagem da sala de aula invertida  
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Q4292573 Pedagogia
Texto 2

O massacre ao escrever ou falar

Ruy Castro

    Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.


    Um articulista se referiu a "acidentes com morte grave". Outro, ao "Monumento das Pracinhas", no Rio. Um comandante russo "acordou morto na Ucrânia". Petrópolis fica "no litoral do Rio de Janeiro". E o rio Sena, "no interior da França" — de fato, onde mais? O ministro do Supremo tomou uma decisão "monocromática". O país tal tem uma "cultura cosmopolitana". Certo "navio misterioso" era "um submarino nazista". Famosa escritora gaúcha é "filha de descendentes alemães". E Manaus, ultimamente, "não tem registrado quedas de chuva".


    Já no rádio e na TV, o pessoal não consegue se entender com os acentos. Pilotis torna-se "pilótis". A "Ilíada" é a "Iliada". O relógio é da marca "Patek Phíllipe". Obus é "óbus". Timor é "Tímor". O Arroio Chuí é o "Arroio Chui". Medellín é "Médellin". Cartago é "Cártago" (e seus habitantes, cartaguineses). Qualquer nome estrangeiro de qualquer língua, mesmo a alemã, é pronunciado à inglesa: Wernher Von Braun transfigura-se em "Uérner". A Luftwaffe, em "Luftuáffe". E bunker, não tem jeito, virou "bânquer". Escreve-se também à inglesa: "eventually" (por fim) virou "eventualmente"; "troops" (soldados) agora são "tropas".


    Não é só na língua — a turma tropeça também na história. "Após fugir da escravidão no Rio de Janeiro, Luís Gama foi para São Paulo tentar uma vaga na USP". Tiradentes "foi enforcado na praça Tiradentes, em Ouro Preto". Cristo "foi crucificado na montanha do Gólgota". E, claro, "todos sabemos que na bandeira brasileira está escrito ‘Independência ou morte’".


    Bem, eu não sabia. Vivendo e aprendendo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 05 set. 2025.
Um professor, ao se deparar com os problemas de linguagem apontados pelo autor do texto, em sua turma, deveria, objetivando aprimorar a proficiência em leitura e produção de textos, sistematizar orientações 
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Q4292574 Pedagogia
Texto 2

O massacre ao escrever ou falar

Ruy Castro

    Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.


    Um articulista se referiu a "acidentes com morte grave". Outro, ao "Monumento das Pracinhas", no Rio. Um comandante russo "acordou morto na Ucrânia". Petrópolis fica "no litoral do Rio de Janeiro". E o rio Sena, "no interior da França" — de fato, onde mais? O ministro do Supremo tomou uma decisão "monocromática". O país tal tem uma "cultura cosmopolitana". Certo "navio misterioso" era "um submarino nazista". Famosa escritora gaúcha é "filha de descendentes alemães". E Manaus, ultimamente, "não tem registrado quedas de chuva".


    Já no rádio e na TV, o pessoal não consegue se entender com os acentos. Pilotis torna-se "pilótis". A "Ilíada" é a "Iliada". O relógio é da marca "Patek Phíllipe". Obus é "óbus". Timor é "Tímor". O Arroio Chuí é o "Arroio Chui". Medellín é "Médellin". Cartago é "Cártago" (e seus habitantes, cartaguineses). Qualquer nome estrangeiro de qualquer língua, mesmo a alemã, é pronunciado à inglesa: Wernher Von Braun transfigura-se em "Uérner". A Luftwaffe, em "Luftuáffe". E bunker, não tem jeito, virou "bânquer". Escreve-se também à inglesa: "eventually" (por fim) virou "eventualmente"; "troops" (soldados) agora são "tropas".


    Não é só na língua — a turma tropeça também na história. "Após fugir da escravidão no Rio de Janeiro, Luís Gama foi para São Paulo tentar uma vaga na USP". Tiradentes "foi enforcado na praça Tiradentes, em Ouro Preto". Cristo "foi crucificado na montanha do Gólgota". E, claro, "todos sabemos que na bandeira brasileira está escrito ‘Independência ou morte’".


    Bem, eu não sabia. Vivendo e aprendendo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 05 set. 2025.
As reflexões sobre linguagem, nos textos 1 e 2, considerando-se o ensino de leitura e de produção textual, comprovam que o ensino de língua portuguesa deve ser pautado por 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: D
4: A
5: A
6: A
7: C