A obra Arte como Experiência (1934), de John
Dewey, rompe com o paradigma dualista entre arte e
vida cotidiana, propondo uma concepção estética
situada no fluxo da experiência humana. A estética, para
Dewey, torna-se uma forma de reorganização
significativa da experiência vivida, articulada à
democracia e à reconstrução crítica do sensível.
Considerando esse referencial filosófico-pedagógico, assinale a alternativa que expressa uma interpretação
distorcida da proposta de Dewey.