Questões de Concurso Público Prefeitura de Itapura - SP 2024 para Psicólogo Educacional

Foram encontradas 11 questões

Q3627501 Português
Leia o trecho da crônica de Rubem Braga e responda à questão

Meio-dia e meia

Acho muito simpática a maneira de a Rádio Nacional anunciar a hora: "onze e meia" no lugar de "vinte e três e trinta" [...]. Mas confesso minha implicância com aquele "meio-dia e meia".

Sei que "meio-dia e meio" está errado; "meio" se refere a hora e tem de ficar no feminino. Sim, "meio-dia e meia". Mas a língua é como a mulher de César: não lhe basta ser honesta, convém que o pareça. Aquele "meia" me dá ideia de teste de colégio para pegar estudante distraído. Para que fazer da nossa língua um alçapão?

Lembrando um conselho que me deu certa vez um amigo boêmio quando lhe perguntei se certa frase estava certa ("Olhe, Rubem, faça como eu, não tope parada com a gramática: dê uma voltinha e diga a mesma coisa de outro jeito") [...] Aliás, a língua da gente não tem apenas regras: tem um espírito, um jeito, uma pequena alma que aquele "meio-dia e meia" faz sofrer. E, ainda que seja errado, gosto da moça que diz: "Estou meia triste..." Aí, sim, pelo gênio da língua, o "meia" está certo.

BRAGA, Rubem. Recado de primavera. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 58. 
“Acho muito simpática a maneira de a Rádio Nacional anunciar a hora: "onze e meia" no lugar de "vinte e três e trinta" [...]. Mas confesso minha implicância com aquele "meio-dia e meia".”

No trecho destacado, há presença de um tipo de sujeito, contido na alternativa: 
Alternativas
Q3627502 Português
Leia o trecho da crônica de Rubem Braga e responda à questão

Meio-dia e meia

Acho muito simpática a maneira de a Rádio Nacional anunciar a hora: "onze e meia" no lugar de "vinte e três e trinta" [...]. Mas confesso minha implicância com aquele "meio-dia e meia".

Sei que "meio-dia e meio" está errado; "meio" se refere a hora e tem de ficar no feminino. Sim, "meio-dia e meia". Mas a língua é como a mulher de César: não lhe basta ser honesta, convém que o pareça. Aquele "meia" me dá ideia de teste de colégio para pegar estudante distraído. Para que fazer da nossa língua um alçapão?

Lembrando um conselho que me deu certa vez um amigo boêmio quando lhe perguntei se certa frase estava certa ("Olhe, Rubem, faça como eu, não tope parada com a gramática: dê uma voltinha e diga a mesma coisa de outro jeito") [...] Aliás, a língua da gente não tem apenas regras: tem um espírito, um jeito, uma pequena alma que aquele "meio-dia e meia" faz sofrer. E, ainda que seja errado, gosto da moça que diz: "Estou meia triste..." Aí, sim, pelo gênio da língua, o "meia" está certo.

BRAGA, Rubem. Recado de primavera. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 58. 
O cronista está afirmando que, nesse caso (como em muitos outros) em que, a rigidez da regra de concordância traz desconforto, incomoda, vai contra o jeito "natural" de falar da maioria das pessoas.

Diante dessa afirmação, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3627503 Português
Leia o trecho da crônica de Rubem Braga e responda à questão

Meio-dia e meia

Acho muito simpática a maneira de a Rádio Nacional anunciar a hora: "onze e meia" no lugar de "vinte e três e trinta" [...]. Mas confesso minha implicância com aquele "meio-dia e meia".

Sei que "meio-dia e meio" está errado; "meio" se refere a hora e tem de ficar no feminino. Sim, "meio-dia e meia". Mas a língua é como a mulher de César: não lhe basta ser honesta, convém que o pareça. Aquele "meia" me dá ideia de teste de colégio para pegar estudante distraído. Para que fazer da nossa língua um alçapão?

Lembrando um conselho que me deu certa vez um amigo boêmio quando lhe perguntei se certa frase estava certa ("Olhe, Rubem, faça como eu, não tope parada com a gramática: dê uma voltinha e diga a mesma coisa de outro jeito") [...] Aliás, a língua da gente não tem apenas regras: tem um espírito, um jeito, uma pequena alma que aquele "meio-dia e meia" faz sofrer. E, ainda que seja errado, gosto da moça que diz: "Estou meia triste..." Aí, sim, pelo gênio da língua, o "meia" está certo.

BRAGA, Rubem. Recado de primavera. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 58. 
“Para que fazer de nossa língua um alçapão?” O termo destacado “ALÇAPÃO” poderia ser substituído sem perda de sentido por:
Alternativas
Q3627504 Português
Texto para responder à questão:

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção Primária à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação-Geral de Ciclos da Vida Coordenação de Saúde das Mulheres

OFÍCIO nº 296/2023
MS Brasília, 07 de junho de 2023.

À Senhora
Ana Carolina Previtalli Nascimento
Procuradora da República
Ministério Público Federal
Rua Frei Caneca, 1360 CEP: 01307-002 – São Paulo/SP
Assunto: Recomendação nº 29/2019.

Senhora Procuradora, 

1. Em resposta à recomendação nº 29/2023 do Ministério Público Federal de São Paulo, a Coordenação de Saúde das Mulheres tece as seguintes considerações:

2. As Políticas de atenção ao parto e nascimento fomentadas pelo Ministério da Saúde estão em consonância com o documento da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2014, “Prevenção e eliminação de abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto em instituições de saúde”.

3. Para tanto, o MS tem investido na atenção qualificada, segura e humanizada ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério, priorizando ações na assistência à saúde que buscam garantir os direitos fundamentais de mulheres e crianças ao acesso a tecnologias apropriadas, com adoção de práticas baseadas em evidências, e a organização e adequação das ofertas de serviços em conformidade às diferentes necessidades de cuidado de acordo com o risco obstétrico e neonatal.

4. A prática obstétrica tem sofrido mudanças significativas nos últimos 20-30 anos, com uma maior ênfase na promoção e no resgate das características naturais e fisiológicas do parto e nascimento. Com isso, vários procedimentos hospitalares têm sido questionados pela carência de evidências científicas que os suportem, existência de evidências que os contraindiquem e por trazerem desconforto à mulher.

5. Assim, entender as mulheres como sujeitos de direitos significa respeitar sua autonomia, suas necessidades, considerá-las nas decisões e cuidados que afetam a sua saúde, de modo que as escolhas sejam realizadas de maneira informada e as decisões de maneira conjunta, representa, na implementação da política, ações desde o pré-natal que promovam a inclusão da mulher e sua família no cuidado compartilhado na atenção ao parto e nascimento, sendo possível, por exemplo, utilizar a caderneta da gestante como uma ferramenta de conhecimento de direitos e de saúde.

6. Nesse sentido, o MS reconhece o direito legítimo das mulheres em usar o termo que melhor represente suas experiências vivenciadas em situações de atenção ao parto e nascimento que configurem maus-tratos, desrespeito, abusos e uso de práticas não baseadas em evidências científicas, assim como demonstrado nos estudos científicos e produções acadêmicas que versam sobre o tema.

7. O Ministério da Saúde coloca-se à disposição para maiores esclarecimentos.

Atenciosamente,

ERNO HARZHEIM
Secretário de Atenção Primária à Saúde

(BRASIL. Ministério da Saúde. Ofício nº 296/2023/COSMU/CGCIVI/DAPES/SAPS/MS, de 07 de junho de 2023. Brasília, 2023. Fragmento.)
O texto (ofício) em questão tem como objetivo 
Alternativas
Q3627505 Português
Texto para responder à questão:

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção Primária à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação-Geral de Ciclos da Vida Coordenação de Saúde das Mulheres

OFÍCIO nº 296/2023
MS Brasília, 07 de junho de 2023.

À Senhora
Ana Carolina Previtalli Nascimento
Procuradora da República
Ministério Público Federal
Rua Frei Caneca, 1360 CEP: 01307-002 – São Paulo/SP
Assunto: Recomendação nº 29/2019.

Senhora Procuradora, 

1. Em resposta à recomendação nº 29/2023 do Ministério Público Federal de São Paulo, a Coordenação de Saúde das Mulheres tece as seguintes considerações:

2. As Políticas de atenção ao parto e nascimento fomentadas pelo Ministério da Saúde estão em consonância com o documento da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2014, “Prevenção e eliminação de abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto em instituições de saúde”.

3. Para tanto, o MS tem investido na atenção qualificada, segura e humanizada ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério, priorizando ações na assistência à saúde que buscam garantir os direitos fundamentais de mulheres e crianças ao acesso a tecnologias apropriadas, com adoção de práticas baseadas em evidências, e a organização e adequação das ofertas de serviços em conformidade às diferentes necessidades de cuidado de acordo com o risco obstétrico e neonatal.

4. A prática obstétrica tem sofrido mudanças significativas nos últimos 20-30 anos, com uma maior ênfase na promoção e no resgate das características naturais e fisiológicas do parto e nascimento. Com isso, vários procedimentos hospitalares têm sido questionados pela carência de evidências científicas que os suportem, existência de evidências que os contraindiquem e por trazerem desconforto à mulher.

5. Assim, entender as mulheres como sujeitos de direitos significa respeitar sua autonomia, suas necessidades, considerá-las nas decisões e cuidados que afetam a sua saúde, de modo que as escolhas sejam realizadas de maneira informada e as decisões de maneira conjunta, representa, na implementação da política, ações desde o pré-natal que promovam a inclusão da mulher e sua família no cuidado compartilhado na atenção ao parto e nascimento, sendo possível, por exemplo, utilizar a caderneta da gestante como uma ferramenta de conhecimento de direitos e de saúde.

6. Nesse sentido, o MS reconhece o direito legítimo das mulheres em usar o termo que melhor represente suas experiências vivenciadas em situações de atenção ao parto e nascimento que configurem maus-tratos, desrespeito, abusos e uso de práticas não baseadas em evidências científicas, assim como demonstrado nos estudos científicos e produções acadêmicas que versam sobre o tema.

7. O Ministério da Saúde coloca-se à disposição para maiores esclarecimentos.

Atenciosamente,

ERNO HARZHEIM
Secretário de Atenção Primária à Saúde

(BRASIL. Ministério da Saúde. Ofício nº 296/2023/COSMU/CGCIVI/DAPES/SAPS/MS, de 07 de junho de 2023. Brasília, 2023. Fragmento.)
Assinale a alternativa que NÃO expressa o ponto de vista do autor do ofício. 
Alternativas
Q3627506 Português
Opção que preenche corretamente as lacunas:
A psicóloga dirigiu-se ___ sua sala e pôs-se ___ falar ___ todas as pessoas que ali estavam.
Alternativas
Q3627507 Português
Em qual das alternativas as palavras apresentam, respectivamente, um Hiato, um Ditongo e um Tritongo?
Alternativas
Q3627508 Português
Captura_de tela 2025-09-29 164125.png (442×316)

A falta de empatia e de solidariedade na sociedade atual está presente na charge, tal tema é mais bem representado pela 
Alternativas
Q3627509 Português
Leia a tirinha para responder à questão

Captura_de tela 2025-09-29 164215.png (478×212)

No último quadrinho do texto, o uso do pronome demonstrativo (DAQUELA), associado à atitude corporal dos personagens, indica 
Alternativas
Q3627510 Português
Assinale a alternativa que indique a ordem que preenche corretamente as lacunas:

I. Justiça entre os homens é ______.
II. __________ entrada de estranhos.
III. Cerveja é ____________.
Alternativas
Q3627519 Português
Medicamentos só serão distribuídos com autorização da Secretaria Estadual da Saúde e devem ter registro de certificação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foi publicado nesta terça-feira (26) de dezembro, no Diário Oficial de São Paulo o decreto que regulamenta a política de distribuição gratuita de medicamentos à base de _________, derivado da planta maconha, noSistemaÚnicodeSaúde (SUS) do estado. A cannabis é o gênero da planta proibida, a maconha, mas que também é a planta medicinal, utilizada para o tratamento de epilepsia refratária, dor crônica, Alzheimer, ansiedade, Parkinson – uma lista com 26 condições médicas.
Por SP2 — São Paulo, 26/12/2023 18h23

O termo que completa de forma adequada a lacuna da notícia está contido na alternativa:
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: A
4: B
5: A
6: C
7: A
8: C
9: D
10: A
11: D